Manutenção preventiva em diferencial é possível?

Quando falamos em manutenção preventiva, muitos associam só com a troca de óleo do motor, troca de pastilhas de freio ou até a troca de fluido de arrefecimento, mas você sabia que o diferencial também apresenta sinais de manutenção e é possível evitar problemas que prejudiquem lá na frente a vida útil desse sistema? Por isso, nesse post explicaremos a importância do diferencial no veículo, como funciona a manutenção preventiva nesse sistema e as vantagens de não deixá-la para depois! Qual a importância do sistema de diferencial? O sistema diferencial é um conjunto composto de engrenagens satélites, que repassam o torque do eixo de saída do câmbio para os eixos que transferem o torque para as rodas do veículo. Traduzindo, é ele que transmite a força do motor para as rodas, permitindo que elas consigam girar em velocidades diferentes. Sem o sistema de diferencial, não seria possível o veículo fazer curvas, ter equilíbrio na tração conforme o percurso do veículo e nem permitir que as rodas girem em diferentes velocidades, mesmo quando recebem a potência do motor. Visto a importância desse sistema para o veículo, é recomendado que ele também faça parte da revisão preventiva. Como funciona a manutenção preventiva de um diferencial? O sistema de diferencial, como o motor e câmbios, também utiliza de um fluido específico para manter as engrenagens funcionando e também para preservar o sistema limpo de impurezas e de qualquer tipo de sujeira que possa atrapalhar seu funcionamento. O tipo de fluido de diferencial que é usado varia de acordo com a marca e modelo do veículo, mas você pode encontrar no manual do proprietário ou diretamente consultando com um mecânico especialista. A recomendação é que aconteça a troca desse fluido a cada dois anos ou a cada 50 mil km rodados e a verificação dos diferenciais, eixo cardan e cruzetas a cada seis meses. Mas vale ressaltar que se o uso do veículo for severo ou se passar por situações específicas que envolva a área do sistema, como uma batida ou estradas de chão, por exemplo, a verificação pode ser adiantada para avaliar como estão as engrenagens após o ocorrido. Vantagens de fazer a manutenção preventiva Não deixar para depois, respeitar os prazos da manutenção preventiva do diferencial e realizar com profissionais especializados, pode trazer diversos benefícios, sendo eles: Economia: Com a manutenção em dia a redução de custos com reparos também acontece, já que é olhado a tempo de não comprometer as demais peças do sistema. Conforto: Um diferencial revisado, não possui vibrações excessivas e muito menos ruídos que possam atrapalhar o condutor. Segurança: A condução precisa ser sempre segura, e com o sistema de diferencial em perfeito funcionamento evita problemas que comprometam a eficiência do sistema de transmissão no uso do veículo. Desempenho: Nada como conduzir um veículo que esteja no seu ápice de desempenho, não é verdade? E com a manutenção preventiva, só otimiza o funcionamento da tração. Valor de mercado: Até mesmo se a intenção é vender o veículo, ainda é interessante seguir com as revisões preventivas no diferencial. Isso porque ao apresentar o histórico de manutenções, o veículo pode ser vendido por um valor mais próximo a tabela FIPE. Viu só, como vale a pena cuidar do diferencial? Ainda tem dúvidas ou não tem um especialista para revisar o seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.
Diagnóstico automotivo: por que realizar antes da compra de peças?

O diagnóstico automotivo é a maneira mais assertiva de se trabalhar quando falamos de orçamento preciso. Quantas histórias já ouvimos por aí de condutores que compraram peças que não precisavam e depois além de arcar com um custo desnecessário, não foi resolvido o defeito do veículo? Inúmeras, não é verdade? Por isso, a seguir vamos te explicar como funciona o diagnóstico automotivo, quais testes são realizados e quais as vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças! Como funciona um diagnóstico automotivo? O diagnóstico nada mais é que, um serviço que realiza a leitura de todos os parâmetros que o veículo possui e verifica o que está fora do padrão especificado pela montadora para estar ocasionando tal defeito. Diferente do que aparenta ser, o diagnóstico não é utilizado apenas para veículos novos, nos veículos antigos também é possível realizar. Vale a pena ressaltar que no serviço de diagnóstico, não é analisada apenas a parte eletrônica e sim também a parte mecânica do veículo. Podendo ser usado para solucionar desde problemas com injeção eletrônica até ruídos de amortecedores, por exemplo. A principal ferramenta utilizada para leitura de defeitos é o famoso scanner automotivo, mas além dele contamos com osciloscópio, boroscópio, multímetro, relógio comparador e entre outros para realizar um diagnóstico conforme a necessidade de cada caso. Mas apesar de todas as ferramentas e o conhecimento técnico do especialista serem primordiais para encontrar os defeitos, o diagnóstico automotivo só é eficaz se o mecânico souber ouvir as queixas e saber fazer as perguntas certas para o condutor do veículo. Só assim ele conseguirá entender se existe um padrão fora dos parâmetros para tal comportamento do veículo na rotina do condutor. Quais testes são realizados no diagnóstico? Os testes podem variar de acordo com as queixas do condutor, porém o primeiro passo para qualquer diagnóstico é plugar o scanner automotivo no veículo e realizar o teste de rodagem, que nada mais é que dirigir o veículo para gerar essa leitura de comportamento para o aparelho. Após o teste de rodagem, o scanner analisa todos os sensores, atuadores, conectores e módulos do veículo para que assim possa apresentar os possíveis códigos de falhas. A partir disso, o especialista conseguirá entender para qual área do veículo ele irá direcionar o diagnóstico, se é um problema de câmbio, motor ou eletrônico, por exemplo. Vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças A principal vantagem de realizar o diagnóstico antes da compra de peças, sem dúvida, é a de evitar o gasto desnecessário com peças que não precisam ser trocadas. Afinal, além de poupar o seu bolso, o diagnóstico vai até a raiz do problema que o veículo apresenta, sendo assim possível solucionar a queixa do condutor. Outra vantagem é o ganho de tempo, e sabemos que tempo também é dinheiro! Isso porque, se o causador do problema é descoberto desde o início, o risco de retorno a oficina mecânica é quase zero. Assim não atrapalha a rotina do condutor e evita que o condutor tenha gastos com transporte a parte por ficar sem o veículo. Pensa que acabou? Além de todas essas vantagens, esse serviço proporciona um fator valiosíssimo: a transparência de todos os procedimentos que serão realizados na oficina mecânica. Assim, a segurança do condutor em adquirir as peças é muito maior. Viu só como o diagnóstico automotivo é vantajoso? Ainda não tem especialistas para realizar no seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.
Barulho na suspensão? Motivos para não ignorar!

Sabe quando você ouve aquela expressão: que carro macio? Quem é responsável por causar essa boa sensação é a suspensão. Mas os benefícios dela não param por aí, sendo um deles inclusive a estabilidade do veículo. Por isso, caso a suspensão comece a apresentar barulhos, não é só a maciez ao andar com o veículo que pode ser prejudicada, mas também a segurança do condutor e dos passageiros. Veja a seguir, mais vantagens de estar com a suspensão em dia e porque não se deve ignorar quando ela apresenta qualquer barulho. Quais os benefícios da suspensão? A principal função da suspensão no veículo é absorver os impactos do solo, seja no caso de ter um buraco, lombada ou até mesmo irregularidades na pista. Por absorver o impacto, a suspensão proporciona ao veículo mais estabilidade, diminuindo o risco de acidentes. Além, de claro, diminuir as trepidações no volante e provocar mais conforto no trajeto para todos que utilizam o veículo. Quando trocar? Justamente pela suspensão ser um conjunto de componentes que ficam extremamente expostos às irregularidades do solo, é sempre preciso estar de olho em como está o seu estado a cada 10 e 20 mil quilômetros rodados, ou quando submetida a alguma situação que exija muito do conjunto, como um buraco muito profundo ou grandes lombadas, por exemplo. Caso tenha prejudicado a suspensão, normalmente ela indicará alguns sintomas como ruídos parecidos com um chocalho, vibração no volante e desgastes precoces nos pneus. Por isso, presenciou qualquer um desses sintomas, recorra ao seu mecânico de confiança para uma avaliação. Não ignore os sinais! Importante lembrar que caso a suspensão não esteja em bom estado e não seja trocada a tempo, o veículo pode ficar vulnerável e danificar outras peças do veículo. Podendo danificar pivô, amortecedores, rodas e causar o perigo da aquaplanagem, ou seja, o perigo do veículo perder o controle e deslizar em pistas alagadas. Por esta razão, a troca da suspensão deve ser feita para evitar prejuízos tanto em que se refere ao custo de trocas das outras peças, quanto nos riscos de provocar um acidente. Agora que você já sabe que não deve ignorar, seja qual seja o sintoma do veículo, veja também o nosso post sobre 5 Sinais Do Carro Que Indicam Fazer Uma Manutenção Urgente!
5 Erros que está cometendo com a embreagem e não sabia

Que a embreagem é uma peça fundamental para que a troca de marcha aconteça, nós já sabemos! Mas você sabia que a ocorrência de problemas na embreagem, em boa parte dos casos, não está relacionada a falhas na construção da peça e sim por alguns pequenos vícios na direção? Mas calma que a gente te conta todos esses vícios que são vilões para a embreagem. Veja a seguir. Dar “banguela” Esse famoso termo, significa deixar o carro em ponto morto enquanto se movimenta. Isso é muito praticado pelos motoristas na tentativa de economizar o combustível e aproveitar o embalo em descidas. Porém, essa prática além de não ser permitida pelas leis de trânsito e passível de multa, pode trazer sérios danos para todo o sistema de embreagem e transmissão do veículo. Isso acontece porque quando o condutor tiver que voltar a engatar a marcha, o risco de engatar uma marcha inadequada com a rotação do motor e velocidade são grandes. Caso isso aconteça, essa ação acaba fazendo com que o disco da embreagem suporte um grande atrito repentinamente, contribuindo para o desgaste precoce da peça, além de forçar todo o sistema. Pedal acionado em paradas longas Outro hábito muito comum no dia a dia é deixar sempre o pedal da embreagem acionado em paradas longas como semáforos, por exemplo. A recomendação nessa situação é deixar o veículo em ponto morto, sem o engate de nenhuma marcha, para aliviar o uso do rolamento no sistema, que se mantém em contato com o platô. Descansar o pé sobre o pedal Sabe aquele hábito de manter o pé na embreagem mesmo depois de trocar a marcha? Muitos motoristas acabam tendo esse hábito com receio do carro “morrer”, mas o que não imaginam é o quanto isso pode prejudicar o sistema de embreagem. Mantendo o pé na embreagem sem necessidade, o disco entra em contato com o platô, mesmo que de leve, gera uma espécie de lixamento que pode não só desgastar as peças como causar o seu aquecimento. Soltar o pedal bruscamente Vai trocar de marcha? Sempre solte o pedal da embreagem suavemente de forma gradativa e nunca bruscamente. Assim não corre risco dos componentes sofrerem um solavanco e se danificarem ao entrar em contato novamente. Dessa forma, quanto mais suave for a troca de marchas, mais a sua embreagem agradece, já que há regularidade entre a rotação do disco e da transmissão. Arrancar em segunda marcha Ao sair com o carro, atenção a marcha que está colocando! Sempre deve ser a primeira, caso contrário, você pode alterar a quantidade de força transmitida para as rodas e ocasionar sérios danos ao funcionamento do giro do motor com a velocidade do carro. Mas como saber se está na correta? É sempre muito comum quando colocado na marcha inadequada, ouvir estalos na transmissão ou até sentir trancos na arrancada. Então já sabe, sentiu esses sintomas? Reorganize a marcha e coloque na primeira, assim você estará gerando o comando correto com a força necessária para tirar todo o peso do carro da inatividade. Viu só quantos hábitos ao dirigir, que às vezes nem percebemos, mas podem prejudicar e muito a vida útil da embreagem do veículo? Agora, partiu eliminá-los? Se quer saber mais dicas de como aumentar a vida útil de outras peças do carro, confere só esse post Saiba tudo sobre o freio do carro e seus cuidados.
10 itens de segurança do carro que não podem faltar

Já dizia o velho ditado: “com segurança não se brinca” e, por lei, no Brasil todos os carros precisam sair de fábrica com 10 itens de segurança funcionando obrigatoriamente. Saiba quais são os itens e de quanto em quanto tempo precisam ser revisados para garantir a sua segurança e também de seus passageiros. Luzes As luzes do carro como: lanternas, faróis, setas, luz de freio, luz de ré e de emergência, além de serem importantes para a sinalização no trânsito, são também itens indispensáveis para sua segurança e precisam estar em perfeito funcionamento. Por isso, a cada 6 meses é necessário realizar a revisão preventiva para checar. Caso conduzir o carro com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas, pode provocar uma infração média, multa, pontos na carteira e até a retenção do seu veículo. Cintos de segurança Os cintos de segurança tanto do motorista quanto dos passageiros, também precisam estar funcionando perfeitamente, isso porque caso aconteça qualquer acidente, são eles que asseguram que o condutor e os passageiros não se desloquem para fora do veículo na hora do impacto. Então já sabe, sofreu algum acidente no qual esforçou muito do cinto ou notou que ele está travando na hora de colocar? Vá até o seu mecânico para uma análise da vida útil dos cintos. Vale a pena reforçar que caso não esteja usando os cintos ou se eles não tiveram funcionando no seu veículo, também você fica passivo a multa e perda de pontos na carteira. Pneus Os pneus precisam estar sempre em ótimo estado, afinal é ele que absorve o impacto do asfalto e assegura a estabilidade da condução. Por essa razão, por lei, a altura mínima dos sulcos é de 1,6 milímetro. Abaixo disso, o pneu é considerado o famoso “pneu careca” e deve ser trocado imediatamente para a segurança de quem anda com com veículo e para evitar multas e apreensão do carro. Ah e a mesma indicação vai para o estepe ok? Espelhos Além de ter que estar sempre bem posicionados, os espelhos dos retrovisores também precisam estar em boas condições e sem rachaduras. Por influenciar na visão do motorista, não só é um item de segurança, como também é obrigatório e caso aconteça de quebrá-lo é necessário providenciar a troca o mais rápido possível. Buzina Você imaginava que esse item seria de segurança? Pois ele é! De acordo com o artigo 41 do CTB, a buzina deve ser utilizada pelo condutor para fazer advertências, cujo objetivo é evitar acidentes, e fora das áreas urbanas no momento em que for ultrapassar outro veículo. Então, se a buzina está fraca ou parou de funcionar, vá até a oficina para realizar a avaliação, combinado? Ferramentas A gente nunca sabe exatamente quando um pneu pode furar, por exemplo, não é verdade? Por essa razão, existem algumas ferramentas que são obrigatórias de levar sempre dentro do veículo para sua segurança, sendo elas: macaco, chave de roda e triângulo para sinalização. Caso alguma dessas ferramentas não esteja em bom estado, você também precisa consultar a troca por um novo. Extintor de incêndio Dois pontos de sua atenção para esse item! Primeiro, verifique o prazo de validade do extintor e segundo, verifique se o tipo que está usando é o ABC. Isso porque a partir de 2015, os extintores de incêndio do tipo ABC passaram a ser obrigatórios para automóveis de todo o Brasil, segundo Resolução nº 333/2009 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), mesmo que o extintor tipo BC esteja ainda dentro do prazo de validade. Freios Estar com todo o sistema de freio funcionando perfeitamente, não é só obrigatório, como também é um dos itens mais importantes de segurança. Por esse motivo, sempre deve estar sendo checado nas revisões preventivas a cada 6 meses. Mas lembre-se! Qualquer ruído ou barulho que notar que o seu freio estiver apresentando, você deve levar o seu carro para o seu mecânico realizar o diagnóstico. Isso porque pode ser um sinal de pastilha gasta e se não trocado em breve ele pode falhar e colocar a sua segurança em risco. Limpador de para-brisa Só em dia de chuvas que lembramos dele, né? Mas os limpadores de para-brisa também são obrigatórios e caso não estiverem funcionando ou as palhetas não estiverem em boas condições, pode prejudicar seriamente a visão do condutor em temporais, podendo até causar acidentes e também multas para o motorista. Geralmente a troca é feita uma vez ao ano, mas isso varia bastante dependendo da quantidade de vezes que chove na região. Por isso, sempre fique atento a sua performance. Isofix Esse último item ainda não é obrigatório, mas a partir de 2022 já será uma realidade aqui no Brasil, então já vamos soltar spoilers! O Isofix será um padrão internacional para fixação de cadeirinhas infantis. Onde será se prenderá nos ganchos soldados na carroceria em vez de usar o cinto. Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente nos comentários! Agora se você precisa de uma ajuda para escolher uma oficina de confiança, leia nosso post anterior: Dicas para escolher uma oficina mecânica de confiança!
Bomba d’água: crucial para evitar o superaquecimento

Quem já sofreu com carro fervendo sabe o transtorno que é, tanto por ficar sem carro, como também o custo para consertar. Mas para evitar que isso aconteça, ficar de olho em peças como a bomba d’água do veículo é fundamental. Além disso, existem certos sinais de falha da bomba d’água e do sistema de arrefecimento como um todo, que o próprio veículo indica. Veja a seguir qual o papel da bomba d’ água para evitar o superaquecimento do motor e quais são os sinais de atenção para sua troca. Qual a função da bomba d’ água? O motor dos veículos comuns de hoje em dia, costumam trabalhar de 100 a 120 °C. Para que o motor não corra o risco de ir além dessa temperatura e provocar um superaquecimento, a bomba d’água tem como função circular o líquido para refrigerar o motor. Por isso, a bomba d’ água é tão importante e fundamental no sistema de arrefecimento. Já que sem ela, a água do inserida no radiador não percorreria pelo motor e não concluiria o seu papel de refrigeração. Sinais de atenção Para identificar qualquer problema no sistema de arrefecimento, fique atento ao painel do veículo, especificamente na altura do ponteiro do sensor de temperatura. Caso o ponteiro esteja muito elevado, estacione o veículo em um local seguro para deixar resfriar e acione imediatamente o mecânico. Também uma outra dica é observar se o carro apresenta vazamento de água e se está apresentando barulhos no motor. Isso também pode ser um indício de sinais de problema com a bomba d’ água. Quando devo trocar a bomba d’água? A durabilidade de uma bomba d’ água pode chegar geralmente até 100 mil quilômetros rodados. Por isso, a recomendação, caso não possua o manual do proprietário para checar a validade, é que quando atinja essa quilometragem procure um especialista para analisar. Mas lembre-se! Caso apresente qualquer sinal de vazamento ou ponteiro alto do sensor de temperatura, mesmo que não tenha completado os 100 mil km, procure um especialista o quanto antes. Nunca descuide da manutenção da bomba d’água e tenha atenção aos sinais de problema. Sempre que tiver alguma dúvida sobre o período de trocas e revisões, consulte o manual do fabricante, pois ele traz todas essas informações em detalhes. Agora, que você já sabe a importância da bomba d’ água continue a leitura sobre o Fluido de Radiador: a importância de estar em dia
Filtros automotivos: quais são e a importância de trocar

No post de hoje, vamos falar especificamente de um tipo de item automotivo, que é encontrado de diversas formas no veículo e que poucos imaginam a sua importância tanto quando falamos para o bom funcionamento do veículo como também para a saúde do condutor e passageiros. Sim! Estamos falando deles, os filtros automotivos. A seguir, veja a função de cada e quando deve ser trocado os quatro principais tipos de filtros automotivos: o filtro de óleo, o filtro de ar, o filtro de combustível e o filtro de cabine. Filtro de óleo Responsável por filtrar as impurezas do óleo e de derivados da combustão, o filtro de óleo é essencial para proteger e prolongar a vida útil do motor, já que evita que as peças como pistões, cilindros, mancais, válvulas e anéis sejam danificados. Além disso, respeitar corretamente a troca de filtro de óleo não só melhora o desempenho do motor, como pode até, em alguns casos, economizar combustível. Agora, se não trocado no tempo certo ou não instalado corretamente, a falta da troca do filtro pode provocar desgastes precoces nas peças, falta de lubrificação e maior queima de combustível, ou seja, aumento de consumo do veículo. Quando trocar? O filtro deve ser trocado sempre junto com a troca de óleo, de 6 em 6 meses. Isso é necessário para que não ocorra o risco de misturar e contaminar o lubrificante novo com o velho, que pode ter ficado no filtro antigo. Filtro de ar O filtro de ar tem como função reter todas as impurezas contidas no ar aspirado pelo motor. Isso faz com que apenas o ar limpo passe para a câmara de combustão e não prejudique bielas, pistões e propulsor do veículo. Caso não seja trocado a tempo, problemas como aumento do consumo de combustível, perda de potência na retomada da velocidade e falhas na marcha lenta estão sujeitos a acontecer no automóvel. Quando trocar? Para que não haja acúmulo de sujeira no filtro de ar e para não correr o risco de passar impurezas para o motor, é recomendado que a cada 10 mil quilômetros seja verificado por um especialista para a troca. Filtro de combustível Como o óleo de motor, a gasolina, o álcool, o diesel e até o próprio tanque de combustível também podem acumular resíduos, que podem ser desde pó e água, até a própria ferrugem e sujeira do tanque. Para que essas impurezas não sejam levadas para a queima e provoque problemas na bomba de combustível, no bico injetor e até no sistema de injeção devido a contaminação, o filtro de combustível é essencial para barrá-las e deixar apenas a composição do combustível passar. Quando trocar? A troca do filtro de combustível é recomendada a partir de 10 mil quilômetros rodados. Mas se caso notar problemas em dar partida, marcha irregular ou aumento de consumo do veículo, procure um especialista para verificar. Filtro de cabine ou do ar condicionado O filtro de cabine faz parte do sistema de ventilação do veículo e tem como função reter partículas do ar que vem de fora para que chegue um ar filtrado dentro do carro. Essas partículas podem ser desde fuligem, pós e microorganismos (bactérias, fungos e vírus), e são extremamente danosas à nossa saúde. Por afetar a saúde de condutores e passageiros, realizar a troca do filtro de cabine regularmente é indispensável para evitar e/ou não agravar doenças respiratórias como: asma, rinite e pneumonia. Além disso, a falta da troca pode provocar no seu veículo a diminuição do fluxo de ar e maus odores. Quando trocar? É interessante que a cada 15 mil quilômetros rodados seja checado a viabilidade do filtro, mas em casos onde o veículo trafega muito em capitais e regiões metropolitanas com alto índice de poluição, pode ser que esse prazo seja menor. Por isso, sempre fique atento aos sinais de troca, como maus odores ao ligar o ar condicionado ou se notar que o fluxo de ar está mais baixo ao ligar. Viu só como é importante fazer as trocas dos filtros automotivos regularmente? Quer saber mais sobre como manter o veículo em dia? Leia nosso post: Revisão automotiva: tudo que você precisa saber!
Nova gasolina: o que muda no abastecimento do veículo?

A nova gasolina regulamentada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e que entrou recentemente em vigor no mercado brasileiro, vem com uma proposta de aumentar as exigências no padrão de qualidade do combustível. Parâmetros como densidade, octanagem e ponto de ebulição do combustível foram reavaliados. Mas na hora do abastecimento, quais as diferenças e as vantagens que a nova gasolina proporciona ao veículo? Isso altera o consumo? Saiba mais a seguir! O que muda na nova gasolina? A gasolina comum, que conhecemos hoje em dia, possui em média 87 octanas e não possui um padrão estabelecido para a densidade, o que interferia diretamente no bom funcionamento do motor já que como não havia parâmetros, algumas gasolinas apresentavam octanagem e densidade muito baixos. Isso não só estava degradando alguns motores, como também aumentando o consumo de combustível do veículo. Em vista disso, a nova gasolina veio para padronizar e melhorar a qualidade desse combustível, independentemente do posto. Passou a ser determinado então pela ANP que o padrão mínimo de qualidade, quando falamos de evaporação e octanagem, são de 92 RON (Research Octane Number) e de densidade energética, 715 kg/m³. Vantagens Mas você deve estar se perguntando, como funcionaria isso na prática? Afetará a performance do veículo? Aumentará a vida útil do meu motor? Abaixo apontamos algumas das principais vantagens que a nova gasolina vai trazer ao veículo e ao condutor. Maior rendimento de energia Justamente pela nova gasolina ter maior densidade, é possível aproveitar mais energia desse combustível e ter menos índices de perdas, fazendo com que tenha melhores resultados de eficiência energética. Sendo assim, utilizando a nova gasolina você terá melhor rendimento energético, ou seja, mais energia para o motor funcionar e colocar o seu veículo em movimento. Menor consumo de combustível A redução de consumo está ligada diretamente com a qualidade do combustível, por isso quanto mais altos os índices de aproveitamento de energia forem, menos recursos serão necessários para o veículo percorrer a mesma distância. Isso acontece porque a eficiência do motor varia de acordo com a densidade, índice a qual falamos acima que agora terá um parâmetro alto 715 kg/m³, do combustível. Portanto, com uma gasolina de maior densidade, teremos maior massa para um mesmo volume de combustível para produzir mais energia na combustão. Possibilitando então, que o veículo ande mais quilômetros com a mesma quantidade de litros da nova gasolina. Aumento da vida útil do motor Além de todas as vantagens apresentadas acima, a nova gasolina também promete aumentar o desempenho e a vida útil do motor. Isso será possível devido ao aumento de octanagem para 92 RON, valor que indica a qualidade do combustível em relação à detonação, oferecido pela nova gasolina. Concluindo, quanto maior a octanagem, maior a resistência e proteção do motor. Viu só quantos benefícios a nova gasolina pode oferecer para o seu veículo? Quer saber mais do porquê você deve estar atento sobre a procedência do combustível? Continue a leitura no próximo post: 5 motivos para ser criterioso com a qualidade do combustível.
Peças recondicionadas valem a pena?

Quando pensamos em peças recondicionadas para o veículo, devemos considerar alguns fatores além do preço baixo. Afinal, não vai ser esse fator que irá preservar a sua segurança no trânsito e nem aumentará a vida útil do seu veículo. Por isso, antes de aprovar qualquer orçamento, leia esse post para saber se realmente vale a pena optar pelas peças recondicionadas ou não. O que são peças recondicionadas? Primeiro de tudo, precisamos entender o que são as peças recondicionadas, ou comumente chamadas de peças recuperadas. Esse tipo de peça é chamada assim, porque já passou por algum reparo como solda, lubrificação ou a troca de algum componente para voltar a funcionar. Hoje, é possível encontrar itens como amortecedores, pneus e até freios recondicionados. Os procedimentos para isso são diversos, podendo ser desde a inserção de fluido interno novo, recauchutagem ou o famoso passe, que é o ato de aplanar ou desempenar os discos de freio em um torno. Qual a vantagem e a desvantagem? Por ser uma recuperação da peça, o preço tende ser bem mais baixo do que o custo de uma peça nova. O que chama muito atenção para quem pretende economizar no orçamento. Porém, por não ter sido recuperada pelo fabricante, além de não passar pelos testes de segurança e durabilidade, a peça também não possui garantia. Então, caso a peça venha apresentar defeito pouco tempo depois, não é possível trocar por outra ou realizar a recuperação sem custo. Devo optar pela peça nova ao invés da recondicionada? Sempre é bom lembrar, que comprar uma peça nova não significa necessariamente que é uma peça de qualidade e que vai durar por muitos anos. Por isso, sempre antes de comprar, também veja a procedência, a marca e, principalmente, se a peça é de primeira linha. Se for preciso, consulte o seu mecânico e pergunte a experiência que ele tem com a marca no qual está pensando comprar. Isso pode ajudar a fazer uma compra bem mais segura e que irá valer a pena! Quer saber mais sobre as vantagens de investir em peça 1ª linha no seu veículo? Veja nosso post a seguir: Por que devo usar peças de 1ª linha no carro?
3 Itens do sistema de freio ABS para ficar de olho!

Você já notou que depois de uma frenagem brusca, no painel do seu veículo, acende uma luz cujo nome chama freio ABS? Isso significa que esse sistema de freio foi ativado para sua segurança. Mas não são todos os veículos que possuem esse tipo de sistema, pois foi só a partir de 2014 que o freio ABS passou a se tornar um item obrigatório de segurança nas legislações brasileiras, exatamente por ser de extrema importância para evitar graves acidentes. A seguir veja como funciona e 3 itens desse sistema que precisam de sua atenção. Como funciona o sistema de freio ABS? A sigla ABS significa Antilock Braking System, traduzido em português como Sistema de Trava Antibloqueio. E como o próprio nome já indica, o freio ABS é um sistema que evita que as rodas travem em uma situação de frenagem brusca ou de emergência. Para que isso ocorra, o ABS utiliza sensores que monitoram a velocidade dos pneus. Assim, quando o pedal de freio é acionado bruscamente, esse sistema de freio aplica pressão e solta gradativamente durante alguns segundos, pinçando o disco ou o tambor. Isso faz com o que evite que as rodas derrapem no asfalto e aumente o tempo de frenagem para que as rodas não travem. A partir do momento que isso acontece, a luz do ABS, que geralmente é indicada por uma luz amarela, acende no painel do veículo para informar. Importante perceber também, que se caso após desligar e ligar novamente o veículo e continuar com o a luz do ABS acesa, é necessário consultar um especialista para verificar se o sistema não foi comprometido. Sinais de revisão Além da luz acesa no painel, existem alguns sinais que o próprio veículo indica, quando o sistema de freio ABS está precisando de reparos ou até de troca. A seguir veja 3 principais itens para ficar em alerta. Trepidações ao acionar o pedal do freio Nunca podemos esquecer que para a frenagem acontecer perfeitamente, o sistema de ABS precisa funcionar em conjunto com o restante do sistema de freio do veículo. Por isso, itens como disco, pastilhas e cubos de roda também precisam estar em bom estado e revisados. Então, se ao frear, sentiu o pedal trepidar, cuidado! Acione o seu mecânico para uma verificação desses itens, caso contrário além de prejudicar outros componentes que ajudam na frenagem, a sua segurança no volante fica comprometida. Sensores Como vimos anteriormente, os sensores são responsáveis por fazer a leitura, em tempo real, de como e quando o sistema de freio ABS deve agir para que não aconteça o travamento das rodas e, consequentemente, a perda de controle do veículo em uma frenagem de emergência. Sendo assim, precisam estar em perfeito funcionamento, se não a central eletrônica não consegue passar os comandos corretos para o módulo hidráulico e não realiza a frenagem de forma adequada. Limpeza do sistema de ABS O acúmulo de resíduos também é um causador de problemas que podem comprometer o sistema de freio ABS. Por isso, também é necessário ficar de olho e também, e se for o caso, solicitar uma limpeza para evitar possíveis falhas no conjunto. Mas não se preocupe, é normal encontrar resíduos, seja por conta da poeira do solo, chuvas que tenha enfrentado ou, até mesmo, se caso o carro estiver muito tempo parado. O importante é sempre checar com um especialista na revisão, os sensores, rodas fônicas e as válvulas solenóides do veículo. Quer saber mais sobre o sistema de freio? Não acabe a leitura por aqui, confira o nosso post blog: Saiba tudo sobre o sistema de freio do carro e seus cuidados.