Como identificar problemas na bateria?

A bateria tem papel fundamental na alimentação de toda a parte elétrica do veículo, por isso quando ela não está em seu perfeito funcionamento ou está no final de sua vida útil, ela pode apresentar alguns sinais de alerta.  Caso não procure um especialista a tempo, as chances de não conseguir mais dar partida e de ficar na mão, são grandes. Mas calma, que a seguir você verá quais são esses sinais e o que fazer caso eles apareçam.   Sinais de que a bateria está descarregada   Como citamos acima, a bateria é responsável pela alimentação de energia do veículo, logo todos os itens que estão ligados de forma eletrônica serão afetados em caso da bateria começar a apresentar problemas. Veja abaixo quais são.   Lanternas, faróis e luzes do painel não funcionam   Virou a chave, acionou as lanternas e faróis, mas as luzes, tanto externa como interna, não estão funcionando? Antes de condenar as lâmpadas, consulte o seu mecânico para analisar. Esse é o principal sinal de que a bateria não está emergindo a energia necessária para que elas se mantenham acesas.   Dificuldade em dar partida   O processo da partida consome muito da bateria, isso porque o motor de arranque precisa de energia para impulsionar e ligar todo o motor. Por isso, se ela não estiver funcionando corretamente, essa energia não chega ou não é suficiente o bastante, onde consequentemente acontece a dificuldade de dar partida.   Vazamento e corrosão da bateria   Por possuir componentes químicos, corrosivos e com altas chances de oxidação conforme o tempo, a recomendação é que a troca da bateria seja de no máximo de 3 em 3 anos.  Isso evita que aconteça o que chamamos de zinabre, que consiste em uma substância de cor esverdeada resultante da oxidação do cobre ou de ligas que contém cobre, que se acumula nos polos da bateria e impede que a conexão entre o terminal e o alternador aconteça. Podendo até, em casos mais graves de vazamento, descarregar a bateria por completo.   Como evitar o descarregamento precoce?   Existem alguns hábitos para poupar o desgaste precoce da sua bateria, um deles é evitar deixar rádio e faróis ligados por muito tempo sem dar partida do carro e também de ligá-los antes de dar partida.  Outra dica de ouro é não deixar o veículo parado sem funcionar, isso também pode prejudicar e até provocar o descarregamento de vez, mesmo estando dentro do prazo de validade.   O que fazer em casos de problemas na bateria?   Como a bateria trabalha com alta tensão e contém substâncias nocivas, para sua segurança não tente trocar sozinho! Encoste o veículo em local seguro e acione o especialista para avaliar.   Gostou do assunto? Continue a leitura com o post : Deu pane elétrica no carro? O que fazer?

3 Dicas para iniciantes de trilha off-road

O off-road vai além de só escolher o tipo de veículo, é sem dúvida um estilo de vida para quem ama desafios, adora apreciar novas paisagens e procura muita aventura nos passeios. Então, se você é aventureiro e está pensando em começar a frequentar trilhas off-road, esse post é para você! A seguir confira algumas dicas preciosas de como saber escolher bem o veículo, como prepará-lo e os equipamentos necessários para não ficar na mão.    Antes de comprar o carro, avalie se ele atende o seu objetivo   Lembre-se, o veículo é o seu principal companheiro de off-road. Por isso, antes de comprar o veículo, estude o tipo de trilha que você pretende participar. Isso vai determinar a calibragem correta dos pneus e o que será necessário para a preparação do seu 4×4 no geral. Para você que está iniciando neste mundo, separamos abaixo 3 modelos de 4×4 coringas que irão te atender na maioria das trilhas off-road.   Jeep Ford Willys O Ford Jipe Willys, é o que chamamos dos clássicos 4×4 e foi projetado para atender a necessidade do governo americano em plena Segunda Guerra Mundial. No qual precisavam de um o veículo de tração nas quatro rodas, que coubesse no mínimo três soldados, ter uma distância entre eixos de não mais que 191 cm, um para-brisa rebatível, uma capacidade de carga útil de 300 kg e ser movido por um motor com 11,7 kgfm de torque. Além de precisar atender todas essas exigências, o veículo não poderia passar de 590 kg de peso. E o Jipe Willys atendeu todas as expectativas e foi útil não só para os soldados da época, como também caiu no gosto dos aventureiros que se impressionam até hoje com a sua força e eficácia em passar em terrenos muito íngremes. Por essa razão, ele está na nossa primeira indicação para você que procura um veículo que aguente qualquer trilha!   Suzuki Vitara Agora, se você tem o objetivo de realizar passeios off road com trilhas leves, o Suzuki Vitara atende e tem ótimo custo-benefício. Além disso, o seu espaço interno é generoso e o consumo de combustível é surpreendentemente baixo pelo seu tamanho e peso, podendo chegar até 8,3 km por litro na cidade e 10,5 na estrada.  Sendo uma ótima escolha para você que também precisa de um carro para utilizar no dia a dia e não somente para trilha.   Troller Com suas origens advindas do nordeste brasileiro, o Troller hoje faz parte da linha da grande montadora Ford e sem dúvidas está entre as escolhas mais populares dos aventureiros que preservam o estilo off road e um bom desempenho. Mas diferente do Suzuki Vitara, os modelos mais antigos tem o seu espaço interno reduzido, então se você sempre leva muita bagagem, talvez não seja uma escolha viável. Agora, se o seu objetivo é um companheiro que enfrente areia, barro e água para viver uma aventura off-road, ele é uma excelente opção.   Faça revisão antes da trilha   Como sempre frisamos por aqui, a revisão preventiva é necessária em todos os casos, não só para evitar prejuízos mas principalmente para a segurança do condutor. E com o seu 4×4 antes de uma trilha não é diferente, é ainda mais indispensável por exigir de muito desempenho do veículo. Por isso, antes de qualquer aventura verifique: água, óleo, freios, embreagem e pneus. Se for para campeonatos ou trilhas de difícil acesso, consulte o seu mecânico antes para a orientação adequada das adaptações.   Kit de primeiros socorros e equipamentos de segurança   Outra dica importante, é sempre levar dentro do carro um kit de primeiros socorros com utensílios como protetor solar, repelente, água para não desidratar e alimentos em caso de ficar atolado e precisar esperar o serviço de guincho chegar. Também sempre deixe um cabo para ligação direta ou como comumente chamado o cabo de chupeta, bomba para calibrar os pneus, lanternas, luvas e uma caixa de ferramenta pequena com chaves principais como: chave de fenda, alicate e, se possível, uma chave torx. Isso vai ajudá-lo, caso surja um imprevisto e precise apertar alguma peça no motor, porcas e parafusos.   Gostou das dicas? Quer saber de mais dicas que envolvem cuidados com o seu 4×4? Veja o post 3 Cuidados para ter depois da trilha com o seu 4×4.

Condicionador de Metais: o que é e por que usar no veículo?

Atualmente, existem diversas maneiras de prolongar a vida útil do seu veículo, e utilizar produtos automotivos de qualidade com certeza é uma delas. Alguns produtos já são bem conhecidos na revisão preventiva e você já deve ter ouvido falar, como: o óleo lubrificante, fluido de freio, aditivo de arrefecimento e descarbonizante. Mas hoje vamos falar de um produto em específico, que muitos ainda não conhecem, o condicionador de metais. Veja a seguir o que é, como funciona, quais as vantagens de usar e se é recomendado para todo tipo de veículo.   O que é o condicionador de metais?   O condicionador de metais é um produto automotivo composto por uma base sintética com aditivos de alto desempenho, antioxidantes especiais, anticorrosivos e melhoradores de lubricidade.  Todos esses componentes servem para criar uma barreira anti-atrito extremamente resistente na superfície das peças do veículo, evitando desgastes precoces em todo o motor e consequentemente ocasionando uma melhor performance.   Como funciona?   Para que funcione de maneira correta, o condicionador de metais deve ser utilizado juntamente com o óleo lubrificante. Isso deve acontecer, para que o condicionador de metais possa utilizar o óleo lubrificante como veículo para fixar-se na superfície das peças e criar a película de proteção. Por isso, ao realizar a troca do óleo sempre consulte um especialista antes para aplicar também o condicionador de metais de maneira correta.   Vantagens de usar   Além de diminuir o atrito, ruído, vibração e aumentar a vida útil das peças, como visto acima, o condicionador de metais também facilita as partidas a frio, reduz consumo de combustível, reduz emissão de gases poluentes e até pode diminuir os custos da próxima manutenção. Parece mentira né? Mas escolhendo o condicionador certo e o aplicando a cada 40.000 km rodados ou após 1 ano após a última troca, você consegue garantir todas essas vantagens para o seu veículo.   É recomendado para todo tipo de veículo?   Isso depende de qual marca você vai adquirir. Por esta razão sempre consulte o rótulo ou as especificações de uso do produto antes de utilizá-lo.  Aqui na oficina Highway 40, utilizamos o condicionador de metais da marca Nano, que é recomendado para todos os veículos automotores, sejam eles a gasolina, diesel, álcool, flex ou GNV. Além de ser compatível com todos os tipos de lubrificantes: minerais, sintéticos ou semissintético.   Ficou interessado em saber mais do produto? Fale com o nosso time AQUI.

Óleo de transmissão automática e de motor são a mesma coisa?

Quando falamos de mecânica preventiva, um dos itens principais que vem à cabeça é a troca de óleo, não é verdade? Mas o que muitos não sabem, é que a troca de óleo não consiste em somente um tipo e possuem prazos de troca diferentes. Por isso, é de extrema importância que além do óleo de motor, você também conheça o óleo de transmissão automática, ou comumente falado o óleo de câmbio automático, e os riscos de não manter a troca em dia. Veja a seguir quais são as diferenças entre eles.   Óleo de transmissão automática X Óleo de motor   Responsável por reduzir o atrito e evitar o superaquecimento de todo o sistema de marchas, o óleo de transmissão tem papel fundamental quando falamos de proteção do câmbio especificamente. Já o óleo de motor tem como objetivo também de reduzir o atrito e proteger as peças, mas do motor. Por esta razão, a troca do óleo de transmissão possui um espaçamento maior de 5 anos ou a cada 60 a 80 mil km rodados, já o óleo de motor deve ser feito a troca a cada 6 meses. Caso contrário, você pode correr o risco de danificar gravemente a transmissão e outros sistemas de engrenagem do veículo. O tipo de óleo de motor e de transmissão também é diferente. O óleo de motor possui os tipos: Mineral, Semissintético e Sintético. Agora, o óleo de transmissão depende do modelo do sistema de câmbio. Descubra os principais abaixo.   Quais os tipos de óleo de transmissão automática?   Atualmente é possível encontrar 6 tipos de óleo de transmissão: DEXRON VI, ATF, Multi ATF, CVT, CVTF e DCTF. Vamos lá conhecer algum deles? A DEXRON VI por ser um fluido sintético e ser resistente a altas e baixas temperaturas, é mais utilizada hoje em dia e atende a maioria dos veículos populares. Além disso, possui um diferencial em sua composição que possui modificadores de atrito, que faz com que evite desgastes precoces no sistema. Os veículos indicados para usar o DEXRON IV são: Spin, Cruze, Cobalt, Sonic e entre outros. Já o modelo ATF, possui excelência em performance tanto em altas temperaturas como em altas cargas. Esse tipo é indicado para transmissões modernas como das grandes montadoras asiáticas e americanas. Os veículos indicados para usar o ATF são: GM, Honda, Ford, Toyota, Mitsubishi, Isuzu, Mazda, Daihatsu, Hyundai e Kia. Também é possível encontrar no mercado o Multi ATF, fluido que é 100% sintético e de alta tecnologia, indicado para caixas de marchas automáticas com bloqueio de conversor de par. Os benefícios que ele traz são vários, mas é conhecido por reduzir consumo de combustível e de ser capaz de evitar a vibração da embreagem (Lock-Up). Os veículos indicados para usar o Multi ATF são: Honda, Toyota, Mitsubishi, entre outros.  Outro tipo conhecido de óleo de transmissão é o CVT, ele é recomendado para modelos que possuem o câmbio de modelo CVT, que exige esse tipo específico de fluido para funcionar. Os veículos indicados para usar o CVT são: Lancer, ASX, Outlander, Eclipse Cross e entre outros. Agora, o modelo CVTF é um fluido desenvolvido com óleos sintéticos e aditivos de alta tecnologia, que garante alto desempenho da transmissão e do diferencial. Os veículos indicados para usar o CVTF são: A4 CVT, Sentra, Corolla CVT, Fit CVT e Compass CVT. Os câmbios compatíveis são: JF011E, 01J, JF011E, JF015E, K310 e SWRA. E por último mas não menos importante, o fluido DCTF. Esse tipo de óleo de transmissão foi desenvolvido para casos que o veículo possua as caixas de câmbio automáticas e transmissões automatizadas de dupla embreagem do tipo DCT (Dual Cluth Transmission). Os veículos indicados para usar o DCTF são: A3, Passat CC, Jetta TSI, BMW, Citroën, Volvo e entre outros.   Benefícios de trocar o óleo   Em ambos os casos, seja na troca de óleo de motor ou no óleo de transmissão, se você realizar a troca no período recomendado, você aumenta a vida útil do seu motor e câmbio, economiza, evita a manutenção corretiva e a dor de cabeça de ficar com o carro parado na oficina mecânica.   Viu só, como tem diferença os tipos de óleo e o quão importante é respeitar o período de troca de cada um? Se você quer saber mais de assuntos como esse, veja o nosso post blog: Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?

Vai comprar um veículo 4×4? Saiba o que considerar antes!

O veículo 4×4, sem dúvidas, chama atenção quando passa e já conquistou o coração de muitos brasileiros. Isso foi comprovado pela pesquisa feita pelo IBGE em 2020, onde foi constatado que nesse mesmo ano o Brasil já tinha mais de 12.024.690 caminhonetes e camionetas registradas, representando 20,7% de todos os automóveis que existem no país. Mas a pergunta que não quer calar, você aí que está pensando em adquirir um veículo 4×4, você sabe o que considerar antes de comprar? Acompanhe esse post e saiba como funciona esse tipo de carro, o que considerar antes de realizar a compra de um e quais são os 4×4 mais vendidos no Brasil.   Como funciona um veículo 4×4?   Como o próprio nome já indica, tração 4×4, esse tipo de carro possui tração nas quatro rodas e foi pensado para enfrentar terrenos mais difíceis como: estradas de chão, rios rasos e subidas íngremes. Existem dois tipos de 4×4: a 4WD e a AWD. O tipo 4WD possui 2 diferenciais e tem como característica a distribuição para duas ou todas as rodas, isso significa que essa escolha de qual acionar, pode ser tanto do condutor como do sistema. No tipo AWD, contém três diferenciais e todas as rodas recebem a força do motor, ou seja, não pode ser interferida pelo condutor.   O que considerar antes de comprar?   Os veículos 4×4, exatamente por serem mais reforçados para enfrentar estradas de difícil acesso, costumam ter um custo mais elevado que os carros convencionais, tanto quando falamos para compra, como também no conserto. Por essa razão, a seguir veja algumas dicas do que considerar antes de escolher o seu 4×4.   Onde vou usá-lo?   Se o objetivo é usar ele sempre em solos íngremes, a melhor escolha é o modelo AWD. Por ter tração integral vinda do motor, neste tipo ele irá desempenhar melhor para essa finalidade.  Agora, se pensou em comprar uma camioneta ou caminhonete para usar mais na cidade mesmo e só aos finais de semana irá fazer alguma trilha ou ir para uma chácara, a melhor escolha é o modelo 4WD. Neste tipo de modelo, além de você economizar mais combustível, você também poupa os seus pneus.   Quanto de carga vou carregar no dia a dia? Preciso de espaço?   Uma outra questão importante na hora de escolher o veículo, é sobre o espaço e a capacidade de carga que irá precisar. Sempre se pergunte: vou carregar poucas bagagens no dia a dia, ou vou precisar levar cargas grandes e pesadas constantemente? Caso seja a primeira opção, um 4×4 mais compacto como SUVs por exemplo, é uma ótima escolha. Agora, se o seu caso é a segunda opção, procure caminhonetes que sejam mais reforçadas para aguentar as bagagens pesadas que necessita.   Procure um especialista   Antes de comprar, também consulte em sua região quais oficinas mecânicas possui no catálogo de serviços a especialidade em 4×4. Por ser diferente do carro convencional, essa característica pode não ser tão fácil de achar e você precisará de um especialista de confiança para avaliar como está toda parte mecânica e passar uma previsão de custo de revisão do veículo que deseja comprar. Então a dica é sempre pesquisar com antecedência, assim você consegue pesquisar mais sobre a oficina, verificar as recomendações e até feedbacks de clientes que tiveram a experiência com o serviço.   Top 3 dos 4×4 mais vendidos no Brasil em 2020   Jeep Renegade E em primeiríssimo lugar do ranking ele: o Jeep Renegade. Por ser um 4X4 compacto mas com tecnologia de controle de tração e estabilidade da Jeep, encantou muitos brasileiros que precisam de um carro tanto para trafegar em vias urbanas no dia a dia, como também ter aquela aventura nos finais de semana.    Além disso, para ajudar ainda mais nessa flexibilidade de trafegar em diferentes tipos de estrada, as versões mais completas possuem a tecnologia de seletor de terreno, onde o condutor pode preparar o veículo para qual tipo de terreno ele irá enfrentar no momento, seja asfalto, lama, areia ou pedregoso.   Jeep Compass E a Jeep segue no pódio! O Jeep Compass é o segundo 4×4 mais vendido no Brasil em 2020. Considerado integrante da lista de 4×4 compactos, o Compass também possui seletor de terrenos e as versões turbo diesel já acompanham tração 4×4 com reduzida, possibilitando que o veículo tenha mais força na reduzida e apresente uma melhor performance em ambiente off road.   Ford EcoSport O terceiro colocado é o Ford EcoSport. Com o sistema de tração nas 4 rodas inteligente (AWD), ele ganhou o coração do mercado brasileiro por ter um incrível equilíbrio nas curvas e a resposta necessária do veículo quando é exposto em condições de chuva, tempo seco e em diferentes solos.   Além dessa tecnologia, a EcoSport possui uma funcionalidade de Assistência no Arranque em Subidas, que impede temporariamente que o veículo decline quando precisar arrancar numa subida íngreme, por exemplo.   Gostou desse tipo de conteúdo? Continue a leitura sobre 3 Cuidados com o 4×4 depois da trilha clicando no próximo post.

Vou ter um bom custo-benefício com o carro elétrico?

Já chegamos a comentar por aqui que os carros híbridos e elétricos já não são mais uma discussão para o futuro e sim já é uma realidade, prova disso é que muitos veículos deste tipo já estão à venda, inclusive no Brasil. Mas como toda novidade, ainda repercute muitas dúvidas sobre se realmente valeria a pena investir em um carro elétrico para ter na garagem. Pensando nisso, separamos a seguir algumas vantagens e pontos de atenção para colocar na ponta do lápis e verificar se comprar um carro elétrico te trará o melhor custo-benefício ou não.   Vantagens de ter um carro elétrico   As vantagens de ter um carro elétrico vão além de só ter  mais uma tecnologia em mãos. Questões como eficiência na mecânica, economia a longo prazo e preservação do meio ambiente, são um dos principais pontos que qualificam este tipo de tecnologia no mercado e por isso chamou tanto a atenção dos especialistas e do público. Veja a seguir cada um desses pontos!   Eficiência na mecânica   Muitos ainda ficam com aquele pé atrás com o carro elétrico por ter aquela impressão de não performar como o carro a combustão. Mas não se engane! Os carros elétricos estão dando um verdadeiro show de desempenho, podendo alguns ter uma autonomia de até 525 km, indo dos 0 aos 100 km/h em apenas 3.2 segundos, que é o caso do Model 3, um dos carros elétricos apresentados pela Tesla. Lembrando que a eficiência do veículo é provocada pelo tanto de aproveitamento que o automóvel faz da energia do combustível, que no caso dos elétricos, não se perde durante o sistema de queima e sim utiliza praticamente de toda energia disponível para transformar em potência.   Economia a longo prazo   Atualmente, o preço de compra dos veículos elétricos ainda não compete com os preços dos populares a combustão, mas a longo prazo a tendência é que o custo do elétrico seja muito menor para manter.  Isso tem a ver com o tipo de combustível que o veículo precisa. Que no caso dos elétricos, irá precisar apenas de energia elétrica para funcionar. Um combustível mais barato para o bolso do brasileiro, mais limpo e renovável.   Sustentabilidade   Você sabia que 90% da população mundial está exposta a níveis de concentração de poluentes acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e nas regiões metropolitanas uma das principais causas são as emissões advindas de veículos rodoviários? Os dados são da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETSB) e mostra o quão preocupante está sendo a emissão de gases poluentes dos carros a combustão. Com a chegada do carro elétrico, a emissão é igual a zero! Isso porque ele não precisa de combustíveis fósseis para funcionar, já que converte eletricidade em energia para se movimentar. Sendo assim, com o carro elétrico você não prejudica o meio ambiente e ainda contribui para uma vida mais saudável, que vale a pena lembrar que a maior causa das doenças respiratórias é justamente devido a má qualidade do ar que respiramos.   Pontos de atenção   Apesar de todas as vantagens apresentadas, é necessário entender alguns pontos de atenção ao comprar o veículo elétrico. Afinal, é uma tecnologia nova, possui prós, contras e também aos poucos vai passar por transformações e melhorias como foi com o carro a combustão. O principal ponto de atenção envolve a recarga dessa energia, por ser um veículo totalmente elétrico o tempo de carregamento é bem maior do que o abastecimento comum feito com gasolina, álcool ou diesel. Podendo demorar horas, dependendo do modelo, para que a carga fique completa.  Outra questão que vale a pena citar, são os pontos de carregamento. Não é possível carregar o seu veículo em qualquer tomada de casa, por exemplo. Requer um posto de carregamento que possua estrutura para armazenar essa alta quantidade de energia. E hoje em dia, como estamos em transição para esse tipo de veículo, é normal não encontrar muitos postos que realizam esse tipo de carregamento ainda.  Mas com a transição já acontecendo do carro a combustão para o elétrico, a tendência é que também com a geração de demanda facilite encontrar cada vez mais nas cidades.   Custo-benefício adiante!   Mas afinal, vale ou não vale a pena ter um carro elétrico? Olhando para as vantagens que ele traz versus os pontos de melhorias, é conveniente dizer que essa é uma tecnologia que veio para revolucionar e já está sendo almejada por muitos brasileiros. Claro que o investimento neste momento não é baixo, mas ao longo prazo, em contrapartida, os benefícios ao meio ambiente e até a nossa saúde são sim algo que devemos pensar, não acha?

5 Dicas para escolher a melhor oficina mecânica para frota

Escolher uma oficina mecânica para confiar a frota inteira de uma empresa, definitivamente, não é uma tarefa fácil e requer muita confiança no fornecedor. Afinal, é uma questão que envolve não só toda a logística de uma empresa, como também a segurança dos colaboradores que vão conduzir esse veículo no dia a dia. Por isso, antes de realizar a escolha de qual será a oficina que ficará responsável pela mecânica da frota da empresa que trabalha, elaboramos 5 dicas indispensáveis para levar em consideração antes de bater o martelo. Vamos lá descobrir quais são elas?   Atendimento transparente e suporte   O diálogo entre a empresa contratante e a oficina mecânica contratada deve ser transparente desde o primeiro contato até o fechamento do serviço. Se notou que a oficina evitou entrar em detalhes sobre o diagnóstico e não ofereceu um suporte para tirar as eventuais dúvidas que surgirem, fique de olho! É de extrema importância que o atendimento traga confiança, porque lembre-se que você pode precisar pedir notas fiscais, acionar a garantia e apresentar tudo o que foi realizado lá no relatório financeiro final da empresa. Então, esse atendimento deve ser rápido, eficaz e transparente.   Planejamento de frotas   A segunda dica é procurar uma oficina mecânica que ofereça não só um orçamento e sim um planejamento de frotas. Isso vai te ajudar a ter mais clareza do que exatamente você precisa trocar em cada um dos veículos no momento e também te trará uma previsão do quanto de investimento será necessário para deixar a mecânica da sua frota em dia. Por esta razão, antes de fechar qualquer serviço consulte a oficina mecânica se ela oferece esse tipo de planejamento e evite surpresas no caixa da sua empresa.   Peças de qualidade   Uma dica importante também é sempre consultar a procedência das peças que a oficina mecânica utiliza. Sempre escolha fornecedores que priorize os fatores de qualidade e segurança. Além disso, utilizar peças de qualidade, garantem não só a melhorar o desempenho dos veículos, como também diminui as chances de manutenção corretiva. Que é aquela manutenção realizada pela quebra de peças e que costuma sair bem cara no orçamento, por acabar afetando outros componentes do veículo.   Agilidade no serviço e cumprimento dos prazos   Como os veículos são com a finalidade de trabalho, cada tempo perdido por estar parado na oficina mecânica é prejuízo e também transtorno para empresa dona da frota, que precisa ajustar todo o seu planejamento de logística enquanto não pode contar  com o veículo em manutenção. Em vista disso, ter um fornecedor que finalize o serviço com mais agilidade e no prazo combinado, são grandes diferenciais a considerar quando falamos em escolher uma oficina mecânica.   Garantia   Por ser, geralmente, um alto valor investido na manutenção de toda frota, uma boa dica é sempre checar se a oficina mecânica oferece garantia nos serviços realizados.  Isso evita que você extrapole o orçamento destinado para manutenção da frota e gere possíveis transtornos em ter que solicitar mais verba para o mesmo serviço realizado.

5 Mitos sobre câmbio automático para não acreditar!

Para quem busca mais praticidade e conforto na hora de dirigir, o câmbio automático é, sem dúvidas, uma escolha interessante de se fazer. Isso porque não há a necessidade de acionar a embreagem nas trocas de marcha, poupando boa parte do cansaço que o motorista possa ter no trânsito. Mas apesar do câmbio automático ter sido bem aceito no mercado brasileiro, ainda é alvo de muitas discussões. Por isso, listamos 5 mitos principais a seguir, que muito se fala e que definitivamente você não deve acreditar!   Câmbio Automático consome mais combustível   Esse mito surgiu porque lá nos primeiros carros automáticos fabricados, por terem apenas três marchas, realmente tinham o consumo mais elevado do que nos modelos manuais. Porém, com a evolução da tecnologia da transmissão automática, todos os veículos fabricados atualmente com a versão de câmbio automático contam com mais marchas, sendo possível encontrar veículos de até 10 marchas.  Isso possibilita não só mais agilidade nas trocas de marcha, como também melhora no desempenho do veículo com o mínimo de consumo de combustível e emissões.   Automático não precisa usar o freio de mão   Em hipótese nenhuma quando for parar o veículo, mesmo sendo automático, se esqueça de acionar o freio de mão ou estacionamento. Muitos espalham o mito que se o carro possui câmbio automático, é só colocar a marcha na posição P que já é o suficiente. Mas na realidade não, a posição P ela  ativa sim uma trava mecânica que impede que as rodas de tração girem, porém ela não substitui o freio de mão.  Caso não utilize o freio de mão, além de causar desgastes precoces no câmbio pode provocar graves acidentes.   Gera mais manutenção   Muitos ainda possuem o receio de adquirir um veículo com câmbio automático, pelo mito que gera mais manutenção. Entretanto, essa afirmação é falsa!  Pelo  motorista não precisar acionar sempre o pedal de embreagem para a troca de marcha do veículo, como no câmbio manual, não é gerado esse tipo de desgaste e, consequentemente, evita possíveis gastos que possam ter com a reparação dessa embreagem. No entanto, por ainda ser uma parcela baixa de profissionais no mercado que são preparados para consertar esse tipo de câmbio, quando há a necessidade de manutenção, ela tende a ter um valor mais alto do que a do câmbio manual.   Câmbio automático gera mais desgastes de freios   Sendo o câmbio automático ou não, o acionamento do sistema de câmbio junto com os freios é necessário sempre que realizado alguma parada para evitar que o carro se movimente.  Por isso, por ser um movimento natural e indispensável para condução do veículo, não há desgaste precoce nem ele sendo câmbio manual e nem automático.   Em paradas, deve colocar na posição N (neutro)   Não há necessidade de colocar em posição N (neutro) no câmbio automático em todas as vezes que você fará uma pausa rápida, como em paradas no semáforo, por exemplo. Hoje em dia nos veículos com esse tipo de câmbio, quando entendem que o carro está muito tempo parado, aciona automaticamente a posição N. Ou ainda em casos de veículos mais novos que possuem a tecnologia start-stop, o desligamento do veículo é automático e quando o condutor não aciona mais o freio, a marcha é engatada no mesmo instante.   Agora que você já sabe quais mitos sobre câmbio automático você não deve acreditar e está pensando em ter um veículo com esse tipo de câmbio, conheça um pouquinho mais nesse próximo post: Câmbio Manual X Automático: precisa do mesmo cuidado?

Luz de injeção eletrônica acendeu? Saiba o que fazer!

Com o objetivo de melhorar o desempenho quando se trata de sistema de alimentação do veículo, a injeção eletrônica foi criada para substituir os antigos carburadores. Um sistema inovador pensado não só em performance, mas também no meio ambiente, já que ele também evita a emissão de poluentes. Mas quando há alguma falha no sistema de injeção eletrônica, automaticamente o veículo avisa através de uma luz no painel, que se assemelha ao formato do motor. Quando a luz da injeção eletrônica acende, é um sinal de atenção para esse sistema, veja abaixo o que pode ser e quais providências tomar.   O que significa a luz de injeção eletrônica?   O sistema de injeção é composto por velas, sensores, cabos de ignição, bobinas e bicos injetores. Por isso, se acendeu ou ficou piscando a luz de injeção eletrônica no painel do veículo, significa que um desses componentes não está funcionando corretamente e precisa passar por uma análise de um especialista. Além do sinal no painel, é possível notar que o sistema de injeção está prejudicado através de alguns sintomas como: motor “engasgado”, marcha lenta irregular, falta de potência, falhas na partida e consumo alto de combustível.   Como preservar a vida útil da injeção?   Agora que você já sabe o que é o sistema de injeção eletrônica, sua importância e os sintomas de quando algum componente do sistema não está funcionando, separamos uma lista com 3 dicas para preservar a vida útil da injeção eletrônica, vamos lá?   Combustível de qualidade   Por ser um sistema que lida diretamente com a passagem de combustível do tanque para o motor, abastecer sempre com combustível de qualidade é essencial para prolongar como um todo o sistema de injeção eletrônica. Caso ao contrário, se é utilizado combustível de uma má qualidade, pode provocar um excesso de impurezas e comprometer as válvulas e bicos injetores do sistema. Além disso, uma boa dica é não ficar andando muito com o combustível na reserva, isso também pode soltar um excesso de impurezas, danificar os componentes do sistema e superaquecer a bomba de combustível.   Manutenção preventiva   E claro, que a manutenção preventiva não poderia ficar de fora! Além da revisão como um todo do motor, ela também tem papel fundamental no sistema de injeção eletrônica. Isso porque realizando a revisão, é possível prevenir que cabos e velas apresentem falhas e comprometam o restante dos componentes. Assim, você consegue prever o custo e prolongar a vida útil do sistema. Mas não descarte os sinais do seu veículo, leve imediatamente ao seu mecânico de confiança, mesmo que ainda não tenha dado os 6 meses de intervalo da última manutenção.   Troca de óleo   Não é só com o combustível que você precisa estar atento na validade! O óleo  lubrificante do motor também necessita realizar trocas regularmente para que o sistema de injeção eletrônica possa funcionar perfeitamente.  A recomendação é que nunca deixe passar do prazo estabelecido na sua etiqueta do óleo, assim você evita que possa gerar também resíduos em excesso e afete o sistema de injeção.   O que fazer quando a luz da injeção acender?   Primeiramente, sempre mantenha a calma, isso fará total diferença para tomar os próximos passos com mais clareza. Depois encoste o seu veículo em local seguro e acione o seu mecânico para explicar os sinais que o carro está informando. Geralmente, diferente da luz do óleo ou o sensor de temperatura que é necessário parar o carro imediatamente, quando acontece de acender apenas a luz da injeção eletrônica é possível ir andando com o carro até a oficina mecânica sem que gere muitos danos, mas sempre consulte um especialista antes de tomar qualquer  decisão.   Tem dúvidas sobre os sinais que aparecem no painel? Veja a seguir o nosso post sobre Você conhece as luzes que o painel do carro te mostra?

Scanner automotivo: o melhor aliado na revisão!

Com certeza, em uma de suas idas à oficina mecânica, você já deve ter ouvido o seu mecânico falar que vai precisar passar o aparelho ou scanner automotivo no seu carro antes de passar um orçamento e de realizar qualquer serviço, não é verdade? Mas você sabe qual é realmente o papel do scanner e as vantagens de escolher uma oficina que tenha esse aparelho? Se a resposta foi não em qualquer uma dessas perguntas, continue lendo esse post para ficar por dentro.   O que é um scanner automotivo?   Esse aparelho tem como função fazer um checkup, em tempo real, de todo o sistema de injeção eletrônica do carro. Isso não só mostra como estão os indicadores de performance dos componentes, como também passa uma previsão do que em breve você deverá ter que corrigir ou trocar no seu veículo. Atualmente, existem vários modelos no mercado, mas normalmente o scanner automotivo utiliza o plug OBD (On Boarding Diagnostics) ou o OBD II. Esse plug, é responsável por passar informações detalhadas de como está o desempenho do veículo, se o consumo de combustível está elevado ou se há excesso de poluentes, entre outros.   Quais vantagens de usar?   Já vimos por aqui que o scanner é um aliado incrível quando falamos de mecânica preventiva. Mas além disso, existem outras vantagens que ele pode trazer e listamos algumas das principais a seguir.   Agilidade no diagnóstico   O carro é, sem dúvidas, um grande parceiro no dia a dia, trazendo mais mobilidade e praticidade. Então, quanto mais tempo o veículo fica na oficina, mais você fica sem esses benefícios, não é verdade? E quando não há o scanner, o tempo de diagnóstico pode aumentar significamente para o mecânico e para o cliente. Além de não passar, muitas vezes, um diagnóstico preciso.  Por isso, escolher uma oficina mecânica que utiliza o scanner para analisar o veículo, pode reduzir e muito o tempo de conserto.   Economia na manutenção Alguém falou em economia na manutenção? Sim, o scanner também pode ajudar com isso!  Como ele indica o que será necessário corrigir em curto a médio prazo no veículo, é possível prever o quanto será necessário destinar de investimento e poupar que seja gasto com reparo de mais peças desnecessárias recorrentes de um diagnóstico não preciso. Lembrando que o scanner não substitui a revisão preventiva e sim complementa.   Aumento da vida útil do carro   Além de mais agilidade e economia na manutenção, o ato de poder prever como está o sistema como um todo do veículo que o scanner proporciona, possibilita que peças que já estão no fim da sua vida útil quebrem e prejudiquem o restante dos outros componentes. Assim, quanto mais rápido for diagnosticado, menor será o dano e maior será a vida útil do veículo.    Agora que você já sabe as vantagens do scanner automotivo na revisão, entenda como procurar uma oficina de confiança AQUI!