Diagnóstico automotivo: por que realizar antes da compra de peças?

O diagnóstico automotivo é a maneira mais assertiva de se trabalhar quando falamos de orçamento preciso. Quantas histórias já ouvimos por aí de condutores que compraram peças que não precisavam e depois além de arcar com um custo desnecessário, não foi resolvido o defeito do veículo? Inúmeras, não é verdade? Por isso, a seguir vamos te explicar como funciona o diagnóstico automotivo, quais testes são realizados e quais as vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças!   Como funciona um diagnóstico automotivo? O diagnóstico nada mais é que, um serviço que realiza a leitura de todos os parâmetros que o veículo possui e verifica o que está fora do padrão especificado pela montadora para estar ocasionando tal defeito.  Diferente do que aparenta ser, o diagnóstico não é utilizado apenas para veículos novos, nos veículos antigos também é possível realizar. Vale a pena ressaltar que no serviço de diagnóstico, não é analisada apenas a parte eletrônica e sim também a parte mecânica do veículo. Podendo ser usado para solucionar desde problemas com injeção eletrônica até ruídos de amortecedores, por exemplo. A principal ferramenta utilizada para leitura de defeitos é o famoso scanner automotivo, mas além dele contamos com osciloscópio, boroscópio, multímetro, relógio comparador e entre outros para realizar um diagnóstico conforme a necessidade de cada caso. Mas apesar de todas as ferramentas e o conhecimento técnico do especialista serem primordiais para encontrar os defeitos, o diagnóstico automotivo só é eficaz se o mecânico souber ouvir as queixas e saber fazer as perguntas certas para o condutor do veículo. Só assim ele conseguirá entender se existe um padrão fora dos parâmetros para tal comportamento do veículo na rotina do condutor.   Quais testes são realizados no diagnóstico? Os testes podem variar de acordo com as queixas do condutor, porém o primeiro passo para qualquer diagnóstico é plugar o scanner automotivo no veículo e realizar o teste de rodagem, que nada mais é que dirigir o veículo para gerar essa leitura de comportamento para o aparelho. Após o teste de rodagem, o scanner analisa todos os sensores, atuadores, conectores e módulos do veículo para que assim possa apresentar os possíveis códigos de falhas. A partir disso, o especialista conseguirá entender para qual área do veículo ele irá direcionar o diagnóstico, se é um problema de câmbio, motor ou eletrônico, por exemplo.   Vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças A principal vantagem de realizar o diagnóstico antes da compra de peças, sem dúvida, é a de evitar o gasto desnecessário com peças que não precisam ser trocadas. Afinal, além de poupar o seu bolso, o diagnóstico vai até a raiz do problema que o veículo apresenta, sendo assim possível solucionar a queixa do condutor. Outra vantagem é o ganho de tempo, e sabemos que tempo também é dinheiro! Isso porque, se o causador do problema é descoberto desde o início, o risco de retorno a oficina mecânica é quase zero. Assim não atrapalha a rotina do condutor e evita que o condutor tenha gastos com transporte a parte por ficar sem o veículo. Pensa que acabou? Além de todas essas vantagens, esse serviço proporciona um fator valiosíssimo: a transparência de todos os procedimentos que serão realizados na oficina mecânica. Assim, a segurança do condutor em adquirir as peças é muito maior. Viu só como o diagnóstico automotivo é vantajoso? Ainda não tem especialistas para realizar no seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.

Barulho na suspensão? Motivos para não ignorar!

Sabe quando você ouve aquela expressão: que carro macio? Quem é responsável por causar essa boa sensação é a suspensão. Mas os benefícios dela não param por aí, sendo um deles inclusive a estabilidade do veículo. Por isso, caso a suspensão comece a apresentar barulhos, não é só a maciez ao andar com o veículo que pode ser prejudicada, mas também a segurança do condutor e dos passageiros. Veja a seguir, mais vantagens de estar com a suspensão em dia e porque não se deve ignorar quando ela apresenta qualquer barulho.   Quais os benefícios da suspensão?   A principal função da suspensão no veículo é absorver os impactos do solo, seja no caso de ter um buraco, lombada ou até mesmo irregularidades na pista. Por absorver o impacto, a suspensão proporciona ao veículo mais estabilidade, diminuindo o risco de acidentes. Além, de claro, diminuir as trepidações no volante e provocar mais conforto no trajeto para todos que utilizam o veículo.   Quando trocar?   Justamente pela suspensão ser um conjunto de componentes que ficam extremamente expostos às irregularidades do solo, é sempre preciso estar de olho em como está o seu estado a cada 10 e 20 mil quilômetros rodados, ou quando submetida a alguma situação que exija muito do conjunto, como um buraco muito profundo ou grandes lombadas, por exemplo. Caso tenha prejudicado a suspensão, normalmente ela indicará alguns sintomas como ruídos parecidos com um chocalho, vibração no volante e desgastes precoces nos pneus. Por isso, presenciou qualquer um desses sintomas, recorra ao seu mecânico de confiança para uma avaliação.   Não ignore os sinais!   Importante lembrar que caso a suspensão não esteja em bom estado e não seja trocada a tempo, o veículo pode ficar vulnerável e danificar outras peças do veículo. Podendo danificar pivô, amortecedores, rodas e causar o perigo da aquaplanagem, ou seja, o perigo do veículo perder o controle e deslizar em pistas alagadas.   Por esta razão, a troca da suspensão deve ser feita para evitar prejuízos tanto em que se refere ao custo de trocas das outras peças, quanto nos riscos de provocar um acidente. Agora que você já sabe que não deve ignorar, seja qual seja o sintoma do veículo, veja também o nosso post sobre 5 Sinais Do Carro Que Indicam Fazer Uma Manutenção Urgente!

5 Erros que está cometendo com a embreagem e não sabia

Que a embreagem é uma peça fundamental para que a troca de marcha aconteça, nós já sabemos! Mas você sabia que a ocorrência de problemas na embreagem, em boa parte dos casos, não está relacionada a falhas na construção da peça e sim por alguns pequenos vícios na direção? Mas calma que a gente te conta todos esses vícios que são vilões para a embreagem. Veja a seguir.   Dar “banguela”   Esse famoso termo, significa deixar o carro em ponto morto enquanto se movimenta. Isso é muito praticado pelos motoristas na tentativa de economizar o combustível e aproveitar o embalo em descidas.  Porém, essa prática além de não ser permitida pelas leis de trânsito e passível de multa, pode trazer sérios danos para todo o sistema de embreagem e transmissão do veículo.  Isso acontece porque quando o condutor tiver que voltar a engatar a marcha, o risco de engatar uma marcha inadequada com a rotação do motor e velocidade são grandes. Caso isso aconteça, essa ação acaba fazendo com que o disco da embreagem suporte um grande atrito repentinamente, contribuindo para o desgaste precoce da peça, além de forçar todo o sistema.   Pedal acionado em paradas longas   Outro hábito muito comum no dia a dia é deixar sempre o pedal da embreagem acionado em paradas longas como semáforos, por exemplo.  A recomendação nessa situação é deixar o veículo em ponto morto, sem o engate de nenhuma marcha, para aliviar o uso do rolamento no sistema, que se mantém em contato com o platô.   Descansar o pé sobre o pedal   Sabe aquele hábito de manter o pé na embreagem mesmo depois de trocar a marcha? Muitos motoristas acabam tendo esse hábito com receio do carro “morrer”, mas o que não imaginam é o quanto isso pode prejudicar o sistema de embreagem. Mantendo o pé na embreagem sem necessidade, o disco entra em contato com o platô, mesmo que de leve, gera uma espécie de lixamento que pode não só desgastar as peças como causar o seu aquecimento.   Soltar o pedal bruscamente   Vai trocar de marcha? Sempre solte o pedal da embreagem suavemente de forma gradativa e nunca bruscamente. Assim não corre risco dos componentes sofrerem um solavanco e se danificarem ao entrar em contato novamente. Dessa forma, quanto mais suave for a troca de marchas, mais a sua embreagem agradece, já que há regularidade entre a rotação do disco e da transmissão.   Arrancar em segunda marcha   Ao sair com o carro, atenção a marcha que está colocando! Sempre deve ser a primeira, caso contrário, você pode alterar a quantidade de força transmitida para as rodas e ocasionar sérios danos ao funcionamento do giro do motor com a velocidade do carro. Mas como saber se está na correta? É sempre muito comum quando colocado na marcha inadequada, ouvir estalos na transmissão ou até sentir trancos na arrancada. Então já sabe, sentiu esses sintomas? Reorganize a marcha e coloque na primeira, assim  você estará gerando o comando correto com a força necessária para tirar todo o peso do carro da inatividade.   Viu só quantos hábitos ao dirigir, que às vezes nem percebemos, mas podem prejudicar e muito a vida útil da embreagem do veículo? Agora, partiu eliminá-los? Se quer saber mais dicas de como aumentar a vida útil de outras peças do carro, confere só esse post Saiba tudo sobre o freio do carro e seus cuidados.

Nova gasolina: o que muda no abastecimento do veículo?

A nova gasolina regulamentada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e que entrou recentemente em vigor no mercado brasileiro, vem com uma proposta de aumentar as exigências no padrão de qualidade do combustível. Parâmetros como densidade, octanagem e ponto de ebulição do combustível foram reavaliados. Mas na hora do abastecimento, quais as diferenças e as vantagens que a nova gasolina proporciona ao veículo? Isso altera o consumo? Saiba mais a seguir!   O que muda na nova gasolina?   A gasolina comum, que conhecemos hoje em dia, possui em média 87 octanas e não possui um padrão estabelecido para a densidade, o que interferia diretamente no bom funcionamento do motor já que como não havia parâmetros, algumas gasolinas apresentavam octanagem e densidade muito baixos. Isso não só estava degradando alguns motores, como também aumentando o consumo de combustível do veículo.  Em vista disso, a nova gasolina veio para padronizar e melhorar a qualidade desse combustível, independentemente do posto. Passou a ser determinado então pela ANP que o padrão mínimo de qualidade, quando falamos de evaporação e octanagem, são de 92 RON (Research Octane Number) e de densidade energética, 715 kg/m³.   Vantagens   Mas você deve estar se perguntando, como funcionaria isso na prática? Afetará a performance do veículo? Aumentará a vida útil do meu motor? Abaixo apontamos algumas das principais vantagens que a nova gasolina vai trazer ao veículo e ao condutor.   Maior rendimento de energia   Justamente pela nova gasolina ter maior densidade, é possível aproveitar mais energia desse combustível e ter menos índices de perdas, fazendo com que tenha melhores resultados de eficiência energética. Sendo assim, utilizando a nova gasolina você terá melhor rendimento energético, ou seja, mais energia para o motor funcionar e colocar o seu veículo em movimento.   Menor consumo de combustível   A redução de consumo está ligada diretamente com a qualidade do combustível, por isso quanto mais altos os índices de aproveitamento de energia forem, menos recursos serão necessários para o veículo percorrer a mesma distância.  Isso acontece porque a eficiência do motor varia de acordo com a densidade, índice a qual falamos acima que agora terá um parâmetro alto 715 kg/m³, do combustível. Portanto, com uma gasolina de maior densidade, teremos maior massa para um mesmo volume de combustível para produzir mais energia na combustão. Possibilitando então, que o veículo ande mais quilômetros com a mesma quantidade de litros da nova gasolina.   Aumento da vida útil do motor   Além de todas as vantagens apresentadas acima, a nova gasolina também promete aumentar o desempenho e a vida útil do motor. Isso será possível devido ao aumento de octanagem para 92 RON, valor que indica a qualidade do combustível em relação à detonação, oferecido pela nova gasolina. Concluindo, quanto maior a octanagem, maior a resistência e proteção do motor.   Viu só quantos benefícios a nova gasolina pode oferecer para o seu veículo? Quer saber mais do porquê você deve estar atento sobre a procedência do combustível? Continue a leitura no próximo post: 5 motivos para ser criterioso com a qualidade do combustível.

Peças recondicionadas valem a pena?

Quando pensamos em peças recondicionadas para o veículo, devemos considerar alguns fatores além do preço baixo. Afinal, não vai ser esse fator que irá preservar a sua segurança no trânsito e nem aumentará a vida útil do seu veículo. Por isso, antes de aprovar qualquer orçamento, leia esse post para saber se realmente vale a pena optar pelas peças recondicionadas ou não.   O que são peças recondicionadas?   Primeiro de tudo, precisamos entender o que são as peças recondicionadas, ou comumente chamadas de peças recuperadas. Esse tipo de peça  é chamada assim, porque já passou por algum reparo como solda, lubrificação ou a troca de algum componente para voltar a funcionar. Hoje, é possível encontrar itens como amortecedores, pneus e até freios recondicionados. Os procedimentos para isso são diversos, podendo ser desde a inserção de fluido interno novo, recauchutagem ou o famoso passe, que é o ato de aplanar ou desempenar os discos de freio em um torno.   Qual a vantagem e a desvantagem?   Por ser uma recuperação da peça, o preço tende ser bem mais baixo do que o custo de uma peça nova. O que chama muito atenção para quem pretende economizar no orçamento. Porém, por não ter sido recuperada pelo fabricante, além de não passar pelos testes de segurança e durabilidade, a peça também não possui garantia. Então, caso a peça venha apresentar defeito pouco tempo depois, não é possível trocar por outra ou realizar a recuperação sem custo.   Devo optar pela peça nova ao invés da recondicionada?   Sempre é bom lembrar, que comprar uma peça nova não significa necessariamente que é uma peça de qualidade e que vai durar por muitos anos. Por isso, sempre antes de comprar, também veja a procedência, a marca e, principalmente, se a peça é de primeira linha.  Se for preciso, consulte o seu mecânico e pergunte a experiência que ele tem com a marca no qual está pensando comprar. Isso pode ajudar a fazer uma compra bem mais segura e que irá valer a pena!   Quer saber mais sobre as vantagens de investir em peça 1ª linha no seu veículo? Veja nosso post a seguir: Por que devo usar peças de 1ª linha no carro?

3 Dicas para iniciantes de trilha off-road

O off-road vai além de só escolher o tipo de veículo, é sem dúvida um estilo de vida para quem ama desafios, adora apreciar novas paisagens e procura muita aventura nos passeios. Então, se você é aventureiro e está pensando em começar a frequentar trilhas off-road, esse post é para você! A seguir confira algumas dicas preciosas de como saber escolher bem o veículo, como prepará-lo e os equipamentos necessários para não ficar na mão.    Antes de comprar o carro, avalie se ele atende o seu objetivo   Lembre-se, o veículo é o seu principal companheiro de off-road. Por isso, antes de comprar o veículo, estude o tipo de trilha que você pretende participar. Isso vai determinar a calibragem correta dos pneus e o que será necessário para a preparação do seu 4×4 no geral. Para você que está iniciando neste mundo, separamos abaixo 3 modelos de 4×4 coringas que irão te atender na maioria das trilhas off-road.   Jeep Ford Willys O Ford Jipe Willys, é o que chamamos dos clássicos 4×4 e foi projetado para atender a necessidade do governo americano em plena Segunda Guerra Mundial. No qual precisavam de um o veículo de tração nas quatro rodas, que coubesse no mínimo três soldados, ter uma distância entre eixos de não mais que 191 cm, um para-brisa rebatível, uma capacidade de carga útil de 300 kg e ser movido por um motor com 11,7 kgfm de torque. Além de precisar atender todas essas exigências, o veículo não poderia passar de 590 kg de peso. E o Jipe Willys atendeu todas as expectativas e foi útil não só para os soldados da época, como também caiu no gosto dos aventureiros que se impressionam até hoje com a sua força e eficácia em passar em terrenos muito íngremes. Por essa razão, ele está na nossa primeira indicação para você que procura um veículo que aguente qualquer trilha!   Suzuki Vitara Agora, se você tem o objetivo de realizar passeios off road com trilhas leves, o Suzuki Vitara atende e tem ótimo custo-benefício. Além disso, o seu espaço interno é generoso e o consumo de combustível é surpreendentemente baixo pelo seu tamanho e peso, podendo chegar até 8,3 km por litro na cidade e 10,5 na estrada.  Sendo uma ótima escolha para você que também precisa de um carro para utilizar no dia a dia e não somente para trilha.   Troller Com suas origens advindas do nordeste brasileiro, o Troller hoje faz parte da linha da grande montadora Ford e sem dúvidas está entre as escolhas mais populares dos aventureiros que preservam o estilo off road e um bom desempenho. Mas diferente do Suzuki Vitara, os modelos mais antigos tem o seu espaço interno reduzido, então se você sempre leva muita bagagem, talvez não seja uma escolha viável. Agora, se o seu objetivo é um companheiro que enfrente areia, barro e água para viver uma aventura off-road, ele é uma excelente opção.   Faça revisão antes da trilha   Como sempre frisamos por aqui, a revisão preventiva é necessária em todos os casos, não só para evitar prejuízos mas principalmente para a segurança do condutor. E com o seu 4×4 antes de uma trilha não é diferente, é ainda mais indispensável por exigir de muito desempenho do veículo. Por isso, antes de qualquer aventura verifique: água, óleo, freios, embreagem e pneus. Se for para campeonatos ou trilhas de difícil acesso, consulte o seu mecânico antes para a orientação adequada das adaptações.   Kit de primeiros socorros e equipamentos de segurança   Outra dica importante, é sempre levar dentro do carro um kit de primeiros socorros com utensílios como protetor solar, repelente, água para não desidratar e alimentos em caso de ficar atolado e precisar esperar o serviço de guincho chegar. Também sempre deixe um cabo para ligação direta ou como comumente chamado o cabo de chupeta, bomba para calibrar os pneus, lanternas, luvas e uma caixa de ferramenta pequena com chaves principais como: chave de fenda, alicate e, se possível, uma chave torx. Isso vai ajudá-lo, caso surja um imprevisto e precise apertar alguma peça no motor, porcas e parafusos.   Gostou das dicas? Quer saber de mais dicas que envolvem cuidados com o seu 4×4? Veja o post 3 Cuidados para ter depois da trilha com o seu 4×4.

Óleo de transmissão automática e de motor são a mesma coisa?

Quando falamos de mecânica preventiva, um dos itens principais que vem à cabeça é a troca de óleo, não é verdade? Mas o que muitos não sabem, é que a troca de óleo não consiste em somente um tipo e possuem prazos de troca diferentes. Por isso, é de extrema importância que além do óleo de motor, você também conheça o óleo de transmissão automática, ou comumente falado o óleo de câmbio automático, e os riscos de não manter a troca em dia. Veja a seguir quais são as diferenças entre eles.   Óleo de transmissão automática X Óleo de motor   Responsável por reduzir o atrito e evitar o superaquecimento de todo o sistema de marchas, o óleo de transmissão tem papel fundamental quando falamos de proteção do câmbio especificamente. Já o óleo de motor tem como objetivo também de reduzir o atrito e proteger as peças, mas do motor. Por esta razão, a troca do óleo de transmissão possui um espaçamento maior de 5 anos ou a cada 60 a 80 mil km rodados, já o óleo de motor deve ser feito a troca a cada 6 meses. Caso contrário, você pode correr o risco de danificar gravemente a transmissão e outros sistemas de engrenagem do veículo. O tipo de óleo de motor e de transmissão também é diferente. O óleo de motor possui os tipos: Mineral, Semissintético e Sintético. Agora, o óleo de transmissão depende do modelo do sistema de câmbio. Descubra os principais abaixo.   Quais os tipos de óleo de transmissão automática?   Atualmente é possível encontrar 6 tipos de óleo de transmissão: DEXRON VI, ATF, Multi ATF, CVT, CVTF e DCTF. Vamos lá conhecer algum deles? A DEXRON VI por ser um fluido sintético e ser resistente a altas e baixas temperaturas, é mais utilizada hoje em dia e atende a maioria dos veículos populares. Além disso, possui um diferencial em sua composição que possui modificadores de atrito, que faz com que evite desgastes precoces no sistema. Os veículos indicados para usar o DEXRON IV são: Spin, Cruze, Cobalt, Sonic e entre outros. Já o modelo ATF, possui excelência em performance tanto em altas temperaturas como em altas cargas. Esse tipo é indicado para transmissões modernas como das grandes montadoras asiáticas e americanas. Os veículos indicados para usar o ATF são: GM, Honda, Ford, Toyota, Mitsubishi, Isuzu, Mazda, Daihatsu, Hyundai e Kia. Também é possível encontrar no mercado o Multi ATF, fluido que é 100% sintético e de alta tecnologia, indicado para caixas de marchas automáticas com bloqueio de conversor de par. Os benefícios que ele traz são vários, mas é conhecido por reduzir consumo de combustível e de ser capaz de evitar a vibração da embreagem (Lock-Up). Os veículos indicados para usar o Multi ATF são: Honda, Toyota, Mitsubishi, entre outros.  Outro tipo conhecido de óleo de transmissão é o CVT, ele é recomendado para modelos que possuem o câmbio de modelo CVT, que exige esse tipo específico de fluido para funcionar. Os veículos indicados para usar o CVT são: Lancer, ASX, Outlander, Eclipse Cross e entre outros. Agora, o modelo CVTF é um fluido desenvolvido com óleos sintéticos e aditivos de alta tecnologia, que garante alto desempenho da transmissão e do diferencial. Os veículos indicados para usar o CVTF são: A4 CVT, Sentra, Corolla CVT, Fit CVT e Compass CVT. Os câmbios compatíveis são: JF011E, 01J, JF011E, JF015E, K310 e SWRA. E por último mas não menos importante, o fluido DCTF. Esse tipo de óleo de transmissão foi desenvolvido para casos que o veículo possua as caixas de câmbio automáticas e transmissões automatizadas de dupla embreagem do tipo DCT (Dual Cluth Transmission). Os veículos indicados para usar o DCTF são: A3, Passat CC, Jetta TSI, BMW, Citroën, Volvo e entre outros.   Benefícios de trocar o óleo   Em ambos os casos, seja na troca de óleo de motor ou no óleo de transmissão, se você realizar a troca no período recomendado, você aumenta a vida útil do seu motor e câmbio, economiza, evita a manutenção corretiva e a dor de cabeça de ficar com o carro parado na oficina mecânica.   Viu só, como tem diferença os tipos de óleo e o quão importante é respeitar o período de troca de cada um? Se você quer saber mais de assuntos como esse, veja o nosso post blog: Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?

Vai comprar um veículo 4×4? Saiba o que considerar antes!

O veículo 4×4, sem dúvidas, chama atenção quando passa e já conquistou o coração de muitos brasileiros. Isso foi comprovado pela pesquisa feita pelo IBGE em 2020, onde foi constatado que nesse mesmo ano o Brasil já tinha mais de 12.024.690 caminhonetes e camionetas registradas, representando 20,7% de todos os automóveis que existem no país. Mas a pergunta que não quer calar, você aí que está pensando em adquirir um veículo 4×4, você sabe o que considerar antes de comprar? Acompanhe esse post e saiba como funciona esse tipo de carro, o que considerar antes de realizar a compra de um e quais são os 4×4 mais vendidos no Brasil.   Como funciona um veículo 4×4?   Como o próprio nome já indica, tração 4×4, esse tipo de carro possui tração nas quatro rodas e foi pensado para enfrentar terrenos mais difíceis como: estradas de chão, rios rasos e subidas íngremes. Existem dois tipos de 4×4: a 4WD e a AWD. O tipo 4WD possui 2 diferenciais e tem como característica a distribuição para duas ou todas as rodas, isso significa que essa escolha de qual acionar, pode ser tanto do condutor como do sistema. No tipo AWD, contém três diferenciais e todas as rodas recebem a força do motor, ou seja, não pode ser interferida pelo condutor.   O que considerar antes de comprar?   Os veículos 4×4, exatamente por serem mais reforçados para enfrentar estradas de difícil acesso, costumam ter um custo mais elevado que os carros convencionais, tanto quando falamos para compra, como também no conserto. Por essa razão, a seguir veja algumas dicas do que considerar antes de escolher o seu 4×4.   Onde vou usá-lo?   Se o objetivo é usar ele sempre em solos íngremes, a melhor escolha é o modelo AWD. Por ter tração integral vinda do motor, neste tipo ele irá desempenhar melhor para essa finalidade.  Agora, se pensou em comprar uma camioneta ou caminhonete para usar mais na cidade mesmo e só aos finais de semana irá fazer alguma trilha ou ir para uma chácara, a melhor escolha é o modelo 4WD. Neste tipo de modelo, além de você economizar mais combustível, você também poupa os seus pneus.   Quanto de carga vou carregar no dia a dia? Preciso de espaço?   Uma outra questão importante na hora de escolher o veículo, é sobre o espaço e a capacidade de carga que irá precisar. Sempre se pergunte: vou carregar poucas bagagens no dia a dia, ou vou precisar levar cargas grandes e pesadas constantemente? Caso seja a primeira opção, um 4×4 mais compacto como SUVs por exemplo, é uma ótima escolha. Agora, se o seu caso é a segunda opção, procure caminhonetes que sejam mais reforçadas para aguentar as bagagens pesadas que necessita.   Procure um especialista   Antes de comprar, também consulte em sua região quais oficinas mecânicas possui no catálogo de serviços a especialidade em 4×4. Por ser diferente do carro convencional, essa característica pode não ser tão fácil de achar e você precisará de um especialista de confiança para avaliar como está toda parte mecânica e passar uma previsão de custo de revisão do veículo que deseja comprar. Então a dica é sempre pesquisar com antecedência, assim você consegue pesquisar mais sobre a oficina, verificar as recomendações e até feedbacks de clientes que tiveram a experiência com o serviço.   Top 3 dos 4×4 mais vendidos no Brasil em 2020   Jeep Renegade E em primeiríssimo lugar do ranking ele: o Jeep Renegade. Por ser um 4X4 compacto mas com tecnologia de controle de tração e estabilidade da Jeep, encantou muitos brasileiros que precisam de um carro tanto para trafegar em vias urbanas no dia a dia, como também ter aquela aventura nos finais de semana.    Além disso, para ajudar ainda mais nessa flexibilidade de trafegar em diferentes tipos de estrada, as versões mais completas possuem a tecnologia de seletor de terreno, onde o condutor pode preparar o veículo para qual tipo de terreno ele irá enfrentar no momento, seja asfalto, lama, areia ou pedregoso.   Jeep Compass E a Jeep segue no pódio! O Jeep Compass é o segundo 4×4 mais vendido no Brasil em 2020. Considerado integrante da lista de 4×4 compactos, o Compass também possui seletor de terrenos e as versões turbo diesel já acompanham tração 4×4 com reduzida, possibilitando que o veículo tenha mais força na reduzida e apresente uma melhor performance em ambiente off road.   Ford EcoSport O terceiro colocado é o Ford EcoSport. Com o sistema de tração nas 4 rodas inteligente (AWD), ele ganhou o coração do mercado brasileiro por ter um incrível equilíbrio nas curvas e a resposta necessária do veículo quando é exposto em condições de chuva, tempo seco e em diferentes solos.   Além dessa tecnologia, a EcoSport possui uma funcionalidade de Assistência no Arranque em Subidas, que impede temporariamente que o veículo decline quando precisar arrancar numa subida íngreme, por exemplo.   Gostou desse tipo de conteúdo? Continue a leitura sobre 3 Cuidados com o 4×4 depois da trilha clicando no próximo post.

Vou ter um bom custo-benefício com o carro elétrico?

Já chegamos a comentar por aqui que os carros híbridos e elétricos já não são mais uma discussão para o futuro e sim já é uma realidade, prova disso é que muitos veículos deste tipo já estão à venda, inclusive no Brasil. Mas como toda novidade, ainda repercute muitas dúvidas sobre se realmente valeria a pena investir em um carro elétrico para ter na garagem. Pensando nisso, separamos a seguir algumas vantagens e pontos de atenção para colocar na ponta do lápis e verificar se comprar um carro elétrico te trará o melhor custo-benefício ou não.   Vantagens de ter um carro elétrico   As vantagens de ter um carro elétrico vão além de só ter  mais uma tecnologia em mãos. Questões como eficiência na mecânica, economia a longo prazo e preservação do meio ambiente, são um dos principais pontos que qualificam este tipo de tecnologia no mercado e por isso chamou tanto a atenção dos especialistas e do público. Veja a seguir cada um desses pontos!   Eficiência na mecânica   Muitos ainda ficam com aquele pé atrás com o carro elétrico por ter aquela impressão de não performar como o carro a combustão. Mas não se engane! Os carros elétricos estão dando um verdadeiro show de desempenho, podendo alguns ter uma autonomia de até 525 km, indo dos 0 aos 100 km/h em apenas 3.2 segundos, que é o caso do Model 3, um dos carros elétricos apresentados pela Tesla. Lembrando que a eficiência do veículo é provocada pelo tanto de aproveitamento que o automóvel faz da energia do combustível, que no caso dos elétricos, não se perde durante o sistema de queima e sim utiliza praticamente de toda energia disponível para transformar em potência.   Economia a longo prazo   Atualmente, o preço de compra dos veículos elétricos ainda não compete com os preços dos populares a combustão, mas a longo prazo a tendência é que o custo do elétrico seja muito menor para manter.  Isso tem a ver com o tipo de combustível que o veículo precisa. Que no caso dos elétricos, irá precisar apenas de energia elétrica para funcionar. Um combustível mais barato para o bolso do brasileiro, mais limpo e renovável.   Sustentabilidade   Você sabia que 90% da população mundial está exposta a níveis de concentração de poluentes acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e nas regiões metropolitanas uma das principais causas são as emissões advindas de veículos rodoviários? Os dados são da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETSB) e mostra o quão preocupante está sendo a emissão de gases poluentes dos carros a combustão. Com a chegada do carro elétrico, a emissão é igual a zero! Isso porque ele não precisa de combustíveis fósseis para funcionar, já que converte eletricidade em energia para se movimentar. Sendo assim, com o carro elétrico você não prejudica o meio ambiente e ainda contribui para uma vida mais saudável, que vale a pena lembrar que a maior causa das doenças respiratórias é justamente devido a má qualidade do ar que respiramos.   Pontos de atenção   Apesar de todas as vantagens apresentadas, é necessário entender alguns pontos de atenção ao comprar o veículo elétrico. Afinal, é uma tecnologia nova, possui prós, contras e também aos poucos vai passar por transformações e melhorias como foi com o carro a combustão. O principal ponto de atenção envolve a recarga dessa energia, por ser um veículo totalmente elétrico o tempo de carregamento é bem maior do que o abastecimento comum feito com gasolina, álcool ou diesel. Podendo demorar horas, dependendo do modelo, para que a carga fique completa.  Outra questão que vale a pena citar, são os pontos de carregamento. Não é possível carregar o seu veículo em qualquer tomada de casa, por exemplo. Requer um posto de carregamento que possua estrutura para armazenar essa alta quantidade de energia. E hoje em dia, como estamos em transição para esse tipo de veículo, é normal não encontrar muitos postos que realizam esse tipo de carregamento ainda.  Mas com a transição já acontecendo do carro a combustão para o elétrico, a tendência é que também com a geração de demanda facilite encontrar cada vez mais nas cidades.   Custo-benefício adiante!   Mas afinal, vale ou não vale a pena ter um carro elétrico? Olhando para as vantagens que ele traz versus os pontos de melhorias, é conveniente dizer que essa é uma tecnologia que veio para revolucionar e já está sendo almejada por muitos brasileiros. Claro que o investimento neste momento não é baixo, mas ao longo prazo, em contrapartida, os benefícios ao meio ambiente e até a nossa saúde são sim algo que devemos pensar, não acha?

5 Dicas para escolher a melhor oficina mecânica para frota

Escolher uma oficina mecânica para confiar a frota inteira de uma empresa, definitivamente, não é uma tarefa fácil e requer muita confiança no fornecedor. Afinal, é uma questão que envolve não só toda a logística de uma empresa, como também a segurança dos colaboradores que vão conduzir esse veículo no dia a dia. Por isso, antes de realizar a escolha de qual será a oficina que ficará responsável pela mecânica da frota da empresa que trabalha, elaboramos 5 dicas indispensáveis para levar em consideração antes de bater o martelo. Vamos lá descobrir quais são elas?   Atendimento transparente e suporte   O diálogo entre a empresa contratante e a oficina mecânica contratada deve ser transparente desde o primeiro contato até o fechamento do serviço. Se notou que a oficina evitou entrar em detalhes sobre o diagnóstico e não ofereceu um suporte para tirar as eventuais dúvidas que surgirem, fique de olho! É de extrema importância que o atendimento traga confiança, porque lembre-se que você pode precisar pedir notas fiscais, acionar a garantia e apresentar tudo o que foi realizado lá no relatório financeiro final da empresa. Então, esse atendimento deve ser rápido, eficaz e transparente.   Planejamento de frotas   A segunda dica é procurar uma oficina mecânica que ofereça não só um orçamento e sim um planejamento de frotas. Isso vai te ajudar a ter mais clareza do que exatamente você precisa trocar em cada um dos veículos no momento e também te trará uma previsão do quanto de investimento será necessário para deixar a mecânica da sua frota em dia. Por esta razão, antes de fechar qualquer serviço consulte a oficina mecânica se ela oferece esse tipo de planejamento e evite surpresas no caixa da sua empresa.   Peças de qualidade   Uma dica importante também é sempre consultar a procedência das peças que a oficina mecânica utiliza. Sempre escolha fornecedores que priorize os fatores de qualidade e segurança. Além disso, utilizar peças de qualidade, garantem não só a melhorar o desempenho dos veículos, como também diminui as chances de manutenção corretiva. Que é aquela manutenção realizada pela quebra de peças e que costuma sair bem cara no orçamento, por acabar afetando outros componentes do veículo.   Agilidade no serviço e cumprimento dos prazos   Como os veículos são com a finalidade de trabalho, cada tempo perdido por estar parado na oficina mecânica é prejuízo e também transtorno para empresa dona da frota, que precisa ajustar todo o seu planejamento de logística enquanto não pode contar  com o veículo em manutenção. Em vista disso, ter um fornecedor que finalize o serviço com mais agilidade e no prazo combinado, são grandes diferenciais a considerar quando falamos em escolher uma oficina mecânica.   Garantia   Por ser, geralmente, um alto valor investido na manutenção de toda frota, uma boa dica é sempre checar se a oficina mecânica oferece garantia nos serviços realizados.  Isso evita que você extrapole o orçamento destinado para manutenção da frota e gere possíveis transtornos em ter que solicitar mais verba para o mesmo serviço realizado.