Direção pesada? Saiba o porquê isso acontece e como evitar!

A direção, seja manual, hidráulica ou elétrica também é um fator de extrema importância para sempre estar de olho nas revisões. Afinal é ela que vai informar ao carro qual será o comando de direção que o motorista irá precisar. Entretanto, para que isso ocorra de forma segura e fluida, ela não pode estar dura e nem pesada, mesmo sendo do tipo mecânica. Claro, que conforme os anos foram passando, a tecnologia foi evoluindo para melhorar e deixar cada vez mais leve. O que já pode-se notar a diferença ao dirigir um carro com a direção mecânica e um carro com direção hidráulica, por exemplo. Mas não se engane, se o volante começou a trepidar ou está pesado, o sistema de direção pode estar prejudicado. Descubra abaixo o porquê isso pode causar e como evitar!   Causas   Caixa de Direção com folgas Muito comum em acontecer com carros que possuem o sistema com eixo sem fim, as folgas na caixa de direção podem sim deixar o “volante mais pesado”. Uma boa dica para identificar, é girar o volante com o veículo parado e perceber se as rodas vão corresponder de forma sincronizada. Caso não esteja, acione já o seu mecânico para avaliar.   Correia Frisada com defeito Um dos motivos que também pode provocar esse sintoma do volante pesado, é a correia frisada gasta. Ainda mais em casos que o carro utiliza a mesma correia frisada para tracionar outros componentes além da direção hidráulica. Por isso, é sempre bom nas revisões ficar de olho no estado da correia para que ela não se rompa e cause mais danos à direção.   Vazamento ou baixo nível de fluido No caso do tipo hidráulica, sempre é importante verificar o nível de fluido de direção e também notar se há algum vazamento desse fluido.  O nível não pode estar baixo, caso contrário, além de deixar o “volante mais pesado” pode provocar desgastes precoces em outros componentes. Importante ressaltar que não deve-se trocar o fluido em casa sozinho e sim levar até o profissional, para que ele possa realizar de forma segura e que não prejudique o veículo.   Calibragem ou tamanho incorreto dos pneus Outro ponto que é importante analisar, são os pneus do carro. Eles são mais largos do que o recomendado? Eles estão murchos ou “carecas”? Se a resposta foi sim, os seus pneus podem estar sim influenciando na direção. Afinal, quando não estão no tamanho correto ou estão descalibrados, isso faz com exija maior esforço no volante para esterçar a direção do veículo, causando a sensação de direção pesada.   Defeito elétrico Falando especificamente da direção elétrica, quando o carro apresenta rigidez no volante, definitivamente é uma alerta de atenção para alguns componentes elétricos do carro. Podendo ser um defeito no motor de direção, falta de alimentação por algum fusível queimado ou até, em casos mais graves, defeito no próprio módulo de controle da direção.   Como evitar   Para evitar que chegue ao ponto de prejudicar outros componentes e colocar a sua segurança e a dos passageiros em risco, a dica é sempre manter a revisão preventiva em dia. Assim, se houver qualquer desalinhamento, vazamento, correia ou pneus gastos, você conseguirá prever o que deve ser trocado ou consertado antes de afetar a direção. Além da revisão, uma dica importante é sempre realizar o rodízio dos pneus e calibrá-los a cada 15 dias de uso. Isso poderá evitar danos precoces que podem ser causados pelo pneu murcho.   Agora, se trocou os pneus a pouco tempo, veja essa dica no nosso post: Troquei Os Pneus, Preciso De Alinhamento E Balanceamento?

Poça de óleo de motor na garagem: devo me preocupar?

O óleo de motor, seja mineral, semissintético ou sintético, é essencial para que todo sistema do veículo fique lubrificado e não cause o desgaste precoce dos componentes. Por isso, de 6 em 6 meses, nas manutenções deve ser realizada a troca de óleo por um especialista. Mas além dos períodos de troca, você deve ficar de olho nos vazamentos! Então, se acabou de sair da garagem e notou uma poça de óleo de motor no chão, não ignore! Saiba abaixo os danos que pode acarretar!   Óleo de motor na câmara de combustão   Se o seu veículo apresentou vazamento de óleo, um dos motivos para procurar um mecânico o mais rápido possível é evitar que esse vazamento chegue também na câmara de combustão, onde deve ser passado apenas combustível e ar. Se caso não for consertado a tempo, além de aumentar o consumo de combustível, pode danificar o catalisador. Peça considerada de maior custo no sistema de exaustão.   Encharcamento das velas   Outro problema que pode ser ocasionado pelo vazamento, é o encharcamento por óleo nas velas, que pode apresentar também aumento de consumo e falhas no motor. Além disso, em casos mais graves, pode até levar à queima da vela. Necessitando trocar a peça por inteiro para solucionar.   Alteração da taxa de compressão   A taxa de compressão interna do motor também pode ser alterada por causa do vazamento de óleo. Resultado disso, é a redução na performance do motor e na vida útil das peças como um todo.   Fundição do motor   E o pior de todos os problemas, o vazamento de óleo pode causar também a fundição do motor por falta de lubrificação. Caso isso aconteça, além de ser um serviço que é necessário um investimento alto, o seu carro deverá ficar uns bons dias e até semanas na oficina para que todo o motor seja refeito. Viu só como vazamento de óleo não é brincadeira? Por isso, sempre faça as trocas nos momentos corretos e sempre em uma oficina de confiança, combinado?    Quer saber mais sobre a troca de óleo? Veja no nosso post: Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?  

Carro parado: devo me preocupar com a manutenção?

Devido às medidas de precaução contra o COVID-19, o isolamento social tornou-se imprescindível, fazendo com que muitos se adaptassem ao modelo home office de trabalho e consequentemente boa parte da população ficou em casa, deixando o carro parado na garagem. Mas você sabia que mesmo com o carro parado, algumas peças do carro podem desgastar e perder a efetividade? Para entender melhor, acompanhe esse post que a gente te conta como reagir nessa situação.   O que devo ficar de olho quando ele estiver parado?   A recomendação é que mesmo não utilizando muito do veículo, mantenha a manutenção preventiva de 6 em 6 meses, justamente porque mesmo não usando frequentemente, certas peças possuem prazos de validade e precisam ser trocadas. Vamos conhecer alguma delas?   Bateria   Normalmente, a duração de uma bateria costuma ser de 2 a 3 anos. Mas com o carro parado, essa duração pode cair drasticamente para 1 ano, fazendo com que a carga da bateria seja perdida mais rapidamente pela falta de funcionamento dos componentes elétricos.   Sistema de alimentação de combustível   Outro sistema que pode ser prejudicado com o carro parado é o de alimentação de combustível. Isso porque o combustível que restou no tanque com o tempo por conta da validade, pode liberar resíduos que podem causar borras e entupimentos no motor.   Pneus   Ficar de olho nos pneus, também é fundamental inclusive se o carro está parado a muito tempo. Afinal, após um longo período na mesma posição, além de descalibrar, corre o risco de deformar e perder a pressão dos pneus.   Fluidos   Tanto o óleo lubrificante do motor e transmissão, como também o fluido de freio e de radiador possuem datas de validade. Por isso, independente do uso ou não do veículo, precisa ser respeitado rigorosamente as datas de troca. As trocas são fundamentais para a vida útil do seu motor e também para a sua segurança.    Correias   Fundamentais para o sincronismo do motor, as correias ao passar do tempo, também ficam ressecadas e assim mais frágeis e possíveis de arrebentar mesmo com o veículo parado. Sendo assim, independente de for utilizar o seu veículo ou não, sempre consulte o seu mecânico para uma avaliação das correias nas manutenções.   Filtros   Com o objetivo de manter os sistemas higienizados e evitar que acúmulos de resíduos impeça o bom funcionamento do veículo como um todo, os filtros de ar, óleo e combustível, também entram na lista de itens que precisam ser trocados mesmo sem utilizar o carro. Cada qual com o seu papel, seja o filtro de ar para impedir o acúmulo de sujeira no motor, o filtro de combustível para evitar entupimentos ou o filtro de óleo para lubrificar o motor.   Quais as boas práticas além da manutenção?   Além da manutenção, pequenos hábitos no dia a dia podem ajudar a aumentar a vida útil do seu veículo. Hábitos como o de funcionar o carro por 10 minutos uma vez por semana e executar dois ciclos de ativação dos dispositivos elétricos como vidros, travas e acionamento de limpadores de para-brisas.   Viu só como é importante manter em dia o carro mesmo parado? Saiba mais sobre manutenção nesse post: Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

Manutenção de frotas: descubra quando e qual fazer!

Um bom planejamento da logística de uma empresa, precisa sempre incluir o item de manutenção de frotas. Afinal, os negócios não podem parar e os veículos da empresa são indispensáveis para trazer mais agilidade no trabalho. Por isso, sempre deve-se manter a manutenção em dia das frotas para o bom funcionamento dos veículos, caso contrário além de apresentar grandes riscos à segurança dos colaboradores da empresa que conduzem o veículo, também a longo prazo podem trazer até danos financeiros ao negócio.   Quais os tipos de manutenção?   Manutenção Preventiva   Com o objetivo de prevenir o problema e evitar gastos inesperados, a manutenção preventiva tem papel fundamental de sempre manter o veículo em sua melhor performance de trabalho. Já ouviu aquele ditado: “melhor prevenir do que remediar”? É exatamente disso, que se trata a manutenção preventiva. Assim, todo diagnóstico é realizado de 6 em 6 meses para verificar itens como: pneus, suspensão, freios, fluidos, sistema elétrico e o motor como um todo, para saber quais medidas precisam ser tomadas para impedir prejuízos e acidentes.  Isso também evita problemas para a empresa como: despesas não planejadas com a frota, veículo parado e improdutivo e problemas com a logística.   Manutenção Corretiva   Esse tipo de manutenção deve ser aplicado em situações que realmente não é possível prevenir o defeito a longo prazo, sendo essa sua principal função e não a de substituir a manutenção preventiva. Isso porque a substituição não prevista de peças, mais a mão de obra não planejada podem, sem dúvidas, gerar gastos além do orçamento estruturado pela empresa e afetar também a produtividade desse veículo, já que ele terá que ficar um tempo maior na oficina corrigindo falhas. Então para evitar prejuízos na sua frota, a recomendação é que crie uma cultura de antecipação de problemas na sua empresa, e que a manutenção corretiva seja apenas em casos que exigem essa exceção. Mas é importante ressaltar que as despesas com manutenções corretivas podem diminuir, mas não é possível extingui-las. Uma boa dica é sempre reservar uma verba do planejamento estratégico da empresa para esses casos.  E para fechar com chave-de-ouro lá vai outra dica! O segredo para prevenção além da manutenção, é sempre ouvir os colaboradores que estão conduzindo o veículo. Assim, você já consegue saber se algum veículo da frota está apresentando barulhos anormais, dificuldade na direção ou entre outros problemas que só a equipe que estará no dia a dia com o veículo saberá informar.   Viu só como faz a diferença a manutenção para os negócios? Consulte já uma proposta com a Highway Empresas AQUI. Agora se quer saber mais quais são os itens avaliados na manutenção, veja nesse post a seguir Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

Por que devo usar peças de 1ª linha no carro?

Sabe aquele velho ditado: “o barato saiu caro”? Pois é, optar por peças paralelas pode parecer vantajoso no início por ser mais barato, mas quando comparado com os benefícios que as peças de 1ª linha podem te fornecer a longo prazo, pode não mais parecer tão vantajoso optar pelas paralelas. Ficou curioso para saber quais são os benefícios de optar por peças de 1ª linha? Confere só:   Melhor performance   Por serem fabricadas pelos próprios fornecedores das montadoras de veículos, as peças de 1ª linha são construídas exatamente com o encaixe perfeito.  Isso evita que os outros componentes sejam forçados por causa de alguma folga e melhora a performance do carro aumentando a vida útil do motor como um todo.   Valorização do automóvel   Outra vantagem de optar sempre por peças de 1ª linha, é a valorização do seu veículo. Principalmente no futuro, quando precisar vender o carro.  Nós sabemos que conforme os anos, os automóveis tendem a desvalorizar, assim dificilmente você conseguirá vender pelo preço que adquiriu, mas se o seu veículo tiver apenas peças originais, você pode barganhar sem medo! Sem dúvidas, fechará um bom negócio.   Mais segurança e garantia   Além de melhor performance e a valorização do seu carro, as peças de 1ª linha também oferecem mais segurança para você. Segurança tanto para você e sua família, que estão usufruindo do carro no dia a dia, quanto também para o seu bolso porque sempre possuem uma garantia maior caso a peça venha apresentar algum defeito. Assim, você evita dores de cabeça, sem pagar a mais por isso. Viu só como comprar peças paralelas para o seu carro não é um bom negócio? Invista em oficinas mecânicas que pensem a longo prazo no seu bem-estar e na sua segurança. Veja mais em Dicas Para Escolher Uma Oficina Mecânica De Confiança!

Câmbio Manual X Automático: precisa do mesmo cuidado?

Há quem prefira o conforto do câmbio automático e há quem prefere o tradicional câmbio manual, seja qual for a escolha, ambos precisam de manutenção e certos cuidados.  Mas você deve estar se perguntando, será que são os mesmos cuidados? Qual a diferença na hora da manutenção? Continue lendo esse post para descobrir!   Qual a diferença entre os câmbios?   Câmbio Manual   Como o próprio nome já indica, a troca de marcha nesse tipo de câmbio deve ser manual, podendo ser engatado da 1ª a 5ª marcha quando acionado o pedal da embreagem.  Além disso, muitos motoristas relatam que preferem o manual por ter mais controle do carro. Isso porque o câmbio permite trocar a marcha com mais precisão, ficando mais nítido durante uma freada. Porém, o desgaste da embreagem também ocorre com mais frequência nesse tipo do que no câmbio automático. Falando um pouco de cuidados, além da manutenção de 6 em 6 meses, veículos com o câmbio manual requerem alguns cuidados específicos. Sendo os principais: evitar reduções bruscas sem usar a embreagem, não deixar a marcha arranhar antes de engatar, não descansar o pé no pedal da embreagem e evitar deixar a mão sobre a alavanca no momento que não está em uso. Além disso, qualquer barulho que surja ao acionar a marcha ou a embreagem, não deixe pra lá, comunique ao seu mecânico e solicite uma avaliação assim que possível.   Câmbio Automático   Por trazer conforto e comodidade, o câmbio automático tem conquistado cada vez mais os brasileiros, apesar de ainda serem encontrados em carros mais caros. Ao contrário do manual, no câmbio automático não há a necessidade de troca de marcha pelo motorista, sendo o sistema de transmissão do carro o responsável por identificar de forma inteligente e rápida a relação entre a velocidade e o motor para a troca de marcha. Mas para que funcione perfeitamente, certos cuidados precisam ser tomados, como por exemplo a troca, no período certo determinado pelo fabricante, dos filtros, óleo do câmbio e a escolha de um especialista nesse tipo de câmbio para realizar a troca. Além dos cuidados com o lubrificante, vale a pena ressaltar que estar atento na troca de fluido do radiador também é de extrema importância principalmente nesse tipo de transmissão. Afinal, o líquido do radiador refrigera a transmissão e evita superaquecimento do propulsor. Como o manual, também é necessário alguns cuidados na utilização. Sendo um deles na hora de estacionar, o recomendado é que seja puxado o freio de mão antes de colocar o câmbio na posição P (parking). Isso elimina qualquer esforço extra no desengate e evita trancos. Outra dica importante, nunca engate as posições R ou P com o carro em movimento. Como vimos, por mais que os dois tipos de câmbio tenham características e cuidados diferentes, independente de ser manual ou automático, a manutenção deve ser indispensável em todas as situações. Se ficou curioso para saber mais sobre quando realizar a manutenção, veja nosso post Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

Filtro de Ar Automotivo sujo, interfere na minha saúde?

Poder ligar o ar condicionado do carro em dias quentes de verão é tudo de bom, não é mesmo? Mas você sabia que a falta de limpeza do filtro do ar, pode ocasionar sérios problemas à sua saúde? Confira a seguir, quais problemas de saúde podem acarretar e também quando é necessário realizar a troca do filtro do ar condicionado do seu carro.   Doenças respiratórias   O mais preocupante, são os fungos e as bactérias que provocam as doenças respiratórias. Que devido a sujeira do filtro do ar, podem ficar armazenadas nos filtros. Listamos algumas das principais doenças respiratórias para ficar de olho!   Doença do Legionário   Causada pela bactéria Legionella pneumophyla e outros tipos de Legionella, a Doença do Legionário é um tipo severo de pneumonia transmitida justamente pela falta de limpeza do ar condicionado. O que acontece é que o filtro responsável por “gelar” o ar não consegue reter todas as impurezas existentes, que se acumulam nos ductos e fazem com que a circulação de ar prejudique a saúde de quem está presente.    Asma   Para quem já possui a doença o cuidado é redobrado. Isso porque os fatores que desencadeiam uma crise de Asma são exatamente os intrusos que vem com o acúmulo de sujeira nos filtros do ar condicionado como: ácaros, fungos e bactérias.   Rinite Alérgica   Quem tem rinite sabe o quanto é desconfortável os espirros, a coriza, a congestão nasal, os olhos lacrimejantes, avermelhados e irritados. Por isso, também evite deixar que acumule sujeira nos filtros para não desencadear essa doença alérgica.   Quando preciso trocar o filtro?   O indicado é que aconteça a troca, pelo menos, de 6 em 6 meses na revisão preventiva. Mas pode variar para menos tempo conforme a frequência de uso do ar condicionado e também o nível de poluição das cidades que percorre. Uma boa dica, é sempre pedir para um especialista verificar como está a aparência do filtro. Caso ele esteja conservado, irá notar que a sua tonalidade não tem diferença, como o filtro do lado direito da foto. Mas caso esteja com uma tonalidade escura, como o filtro do lado esquerdo da foto, fique em alerta para a troca.   Viu só, como interfere e muito na sua saúde e bem estar, deixar sempre em dia o filtro do ar? Se ficou curioso para saber mais de outras peças para ficar atento com a manutenção, veja o post Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

Troquei os pneus, preciso de alinhamento e balanceamento?

Os pneus devem estar sempre em bom estado e bem calibrados, afinal eles juntamente com todo o sistema de freio e suspensão são responsáveis por realizar a frenagem com segurança e absorver todo o impacto. Mas quando trocados, será que é preciso realizar sempre o alinhamento e balanceamento? Não tenha mais dúvidas, a seguir a gente te conta!   O que é Alinhamento e Balanceamento?   O alinhamento consiste em ajustar a posição das rodas na suspensão. Esse serviço soluciona o problema de desgaste desigual dos pneus dianteiros ou traseiros, e a segurança na condução.  Já o balanceamento equilibra a estática e a dinâmica do conjunto de pneu e roda. Esse serviço, assim como o alinhamento, está relacionado à suspensão do carro. Por isso, quando realizado soluciona as trepidações na direção e garante que o desgaste dos pneus não seja irregular.   Sinais que o carro está desalinhado   Notou que o volante está “puxando” para um lado ou sentiu que a direção começou a  trepidar? Esses são um dos sintomas que o seu carro pode estar te mostrando que está desalinhado. Outra boa dica é sempre reparar nos pneus, caso esteja com desgaste precoce é um sinal para informar rapidamente o seu mecânico para uma avaliação. Lembrando que a média de vida útil de um pneu é de 35 mil km a 45 mil km rodados.   Quando fazer?   A recomendação é que a cada 10 mil km rodados o carro seja diagnosticado para confirmar a necessidade de realizar o alinhamento e o balanceamento. Mas atenção! Cuidado ao trocar o pneu, caso não tenha sido colocado corretamente o volante do carro pode trepidar em altas velocidades. Por isso, por precaução, consulte o especialista sobre a necessidade do alinhamento e o balanceamento após a troca de pneu.   Preciso também me preocupar com a Cambagem?   A Cambagem é o serviço responsável pela regulagem do camber na suspensão do seu veículo, ou seja, ele regula e garante que o ângulo das rodas em relação ao eixo perpendicular ao solo estejam corretos. Porém, diferente do alinhamento e balanceamento, esse serviço não é necessário sempre que aconteça a troca de pneus e sim se o veículo foi exposto a uma situação de forte impacto na roda ou passou por um buraco expressivo, por exemplo. Mas lembre-se, é sempre importante sim nas revisões preventivas que o seu mecânico avalie a necessidade da cambagem.   Agora que você já sabe o momento certo de checar o alinhamento e balanceamento, que tal conferir sobre o item que garante a frenagem no post Saiba Tudo Sobre O Freio Do Carro E Seus Cuidados.

Fluido de Radiador: a importância de estar em dia

Sabe aquela hora que o ponteiro da temperatura, encontrado no painel do carro, vai parar lá em cima e bate aquele desespero que só? Esse é um sinal de atenção para o superaquecimento do motor.  E é para evitar essa fadiga, que o fluido de radiador existe e tem o papel fundamental no sistema de arrefecimento como um todo. Veja como ele funciona e quando é necessário realizar a troca.   Como ele age?   Com a função de proteger as partes internas e metálicas do motor, o fluido de radiador garante o resfriamento dos componentes do propulsor para que haja equilíbrio da temperatura do bloco.  Dessa forma, ele evita o superaquecimento do motor e também protege que a corrosão dos componentes aconteça.   Quando trocar?   A recomendação é que a troca do fluido do radiador seja realizada a cada 2 anos. Mas caso note que o fluido está com uma aparência mais escurecida e não cristalina, procure o seu mecânico para uma análise.  Se não respeitado o período de troca do fluido de radiador, você pode sofrer com muitos problemas no seu motor. Sendo um deles a queima de junta de cabeçote ou, em casos mais graves, a fundição do motor.   Atenção a todos os sinais   Com a troca correta do fluido de radiador, você pode aumentar a vida útil do sistema de arrefecimento do seu veículo.  Mas mesmo assim, sempre fique atento a vazamentos, barulhos na bomba d’água ou no seu sistema de acionamento e oscilação no ponteiro da temperatura.  Caso identifique qualquer um desses sintomas no seu carro, leve ao seu mecânico para conferência imediatamente. Não tente consertar isso em casa! Por ser uma área que atinge altas temperaturas, o risco de acidentes com queimaduras é muito alto. Viu só como é de extrema importância o fluido de radiador para o seu carro e as consequências de não trocar regularmente? Precisando trocar, faça já o seu agendamento na Highway 40 por AQUI.   Agora, se tem dúvidas de quais outros itens precisam ficar de olho, veja o nosso post sobre Revisão Automotiva: tudo que você precisa saber!

Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?

É muito comum, esquecer da troca de óleo do carro e só lembrar dele naquela hora que acende o sinal no painel, não é verdade?  Mas fique tranquilo(a) após essas dicas, você verá o quão importante ele é para o funcionamento do carro, os tipos e quando saber o momento de trocar.   Por que preciso trocar?   O óleo lubrificante é um item essencial para o seu carro, isso porque é ele que mantém o motor lubrificado. Além disso, ele reduz as chances de superaquecimento, falhas na partida, perda de potência e possíveis aumentos de combustível. Além dos ganhos de desempenho, caso não troque regularmente ou coloque o tipo errado de óleo, pode trazer danos terríveis para o seu carro como a fundição do motor.   Tipos de Óleo Lubrificante   Atualmente é possível encontrar 3 tipos de óleo lubrificante: Mineral, Semissintético e Sintético. Para saber qual deles vai no seu carro e demais observações de validade, observe a etiqueta que geralmente fica colada no seu para-brisa no canto superior esquerdo do seu carro.  Encontrou? Agora vamos te ajudar a entender qual a diferença dos óleos.   Mineral   Pioneiro dos tipos de óleo e muito comum em carros mais antigos, o óleo lubrificante mineral é produzido por meio de uma combinação de aditivos e óleos básicos obtidos pelo refino do petróleo. Dentre os tipos que existem, o Óleo Mineral é o de menor preço, porém por conter mais impurezas, necessita que seja mais vezes trocado.   Semissintético   O óleo semissintético é também uma base mineral que passa por vários processos de desenvolvimento. Porém, com o acréscimo de aditivos em sua composição, a parcela de mineral se torna bem pequena. Por esse motivo é chamado de semissintético, pois possui óleos minerais e sintéticos em sua composição. As principais características deste tipo é a maior estabilidade térmica e oxidativa se comparado ao óleo mineral, melhor capacidade de manter a viscosidade adequada e pouquíssimos contaminantes presentes.   Sintético   O lubrificante sintético é produzido a partir da mistura de óleos básicos sintéticos e aditivos. Além de apresentar maior durabilidade, também age com mais eficiência e melhor desempenho na lubrificação do motor. Além dos tipos de óleo, é necessário se atentar também o tipo de viscosidade determinada pelo fabricante. Na etiqueta do óleo que comentamos anteriormente, além da definição se é Mineral, Semissintético ou Sintético, você encontrará dois números que definem a viscosidade de um óleo. O primeiro número que termina com a letra “W” (Winter), que está relacionada à forma como um óleo flui quando está frio e o segundo número define a forma como um óleo flui a temperaturas normais mais elevadas de operação do motor.  É através dessas medidas que você saberá exatamente qual o tipo de óleo correto para o seu carro.   Quando trocar?   Já entregamos um pequeno spoiler lá atrás que a etiqueta presente no para-brisa é a forma mais certeira para olhar o tipo e também a validade do óleo.  Mas além dessa etiqueta, sempre tenha em mente que após 5.000 mil km rodados ou se passou mais de 6 meses da última troca, sempre vale a pena levar ao seu mecânico para que avalie na revisão a possibilidade da troca de óleo. Tem dúvidas do que vai na revisão? Acione nossa equipe aqui!