Carros Antigos: principais cuidados para conservar

Nada mais nostálgico que os carros antigos, não é verdade? Além de terem marcado a história, para muitos tem um valor sentimental inestimável e está na família a décadas, passando de geração para geração.

Mas como toda relíquia, os carros antigos precisam de cuidados especiais para que resistam ao tempo. Veja quais os principais cuidados para conservar!

 

  • Encontre empresas especializadas

 

Quanto mais antigo o veículo, mas raro é de se encontrar peças de qualidade para reposição. Além disso, não é qualquer profissional que possui experiência em motores vintage, o que pode dificultar na hora de realizar a manutenção preventiva do veículo.

Por isso, sempre tente encontrar empresas que são especializadas em carros antigos. Uma boa dica é sempre verificar as avaliações e feedbacks dos clientes nas redes sociais da empresa antes de confiar a sua relíquia para realizar o serviço.

 

  • Bote a relíquia para andar!

 

Muitos ainda possuem aquela ideia, que andar com o carro antigo pode gastar as peças e o correto a se fazer para preservá-lo é evitar ao máximo andar com ele. Mas a verdade é que você deve fazer justamente o contrário! Você deve sim regularmente estar funcionando a sua relíquia.

Tente usá-lo pelo menos aos finais de semana ou em passeios para que todas as peças possam trabalhar de forma correta. Isso além de ajudar as peças como um todo do motor, vai ajudar a bateria a ficar sempre carregada e evitar que os pneus ressequem.

 

  • Respeite o tempo da manutenção independente do uso

 

Outra dica de ouro, é sempre respeitar o tempo da manutenção preventiva. Mas você deve estar se perguntando: “Ah mas nem uso o carro direito, será que precisa?”, a resposta é sim, ainda mais em carros antigos que geralmente a busca por peças costuma ser mais demorada, justamente por ser raras de se encontrar e, em alguns casos, só encontradas por encomenda.

Por essa razão, sempre opte pela manutenção preventiva! Além de prever os gastos e deixar o seu motor sempre em dia, é possível ter a previsão de quais peças irão precisar antes que aconteça a quebra de alguma delas e prejudique o seu veículo.

 

Gostou das dicas? Segura que vem mais uma! Se você ainda não possui um carro antigo, mas está pensando em adquirir um, veja esse post antes: Vai comprar carro usado? Veja o que considerar antes!

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Diagnóstico automotivo: por que realizar antes da compra de peças?

O diagnóstico automotivo é a maneira mais assertiva de se trabalhar quando falamos de orçamento preciso. Quantas histórias já ouvimos por aí de condutores que compraram peças que não precisavam e depois além de arcar com um custo desnecessário, não foi resolvido o defeito do veículo? Inúmeras, não é verdade? Por isso, a seguir vamos te explicar como funciona o diagnóstico automotivo, quais testes são realizados e quais as vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças!   Como funciona um diagnóstico automotivo? O diagnóstico nada mais é que, um serviço que realiza a leitura de todos os parâmetros que o veículo possui e verifica o que está fora do padrão especificado pela montadora para estar ocasionando tal defeito.  Diferente do que aparenta ser, o diagnóstico não é utilizado apenas para veículos novos, nos veículos antigos também é possível realizar. Vale a pena ressaltar que no serviço de diagnóstico, não é analisada apenas a parte eletrônica e sim também a parte mecânica do veículo. Podendo ser usado para solucionar desde problemas com injeção eletrônica até ruídos de amortecedores, por exemplo. A principal ferramenta utilizada para leitura de defeitos é o famoso scanner automotivo, mas além dele contamos com osciloscópio, boroscópio, multímetro, relógio comparador e entre outros para realizar um diagnóstico conforme a necessidade de cada caso. Mas apesar de todas as ferramentas e o conhecimento técnico do especialista serem primordiais para encontrar os defeitos, o diagnóstico automotivo só é eficaz se o mecânico souber ouvir as queixas e saber fazer as perguntas certas para o condutor do veículo. Só assim ele conseguirá entender se existe um padrão fora dos parâmetros para tal comportamento do veículo na rotina do condutor.   Quais testes são realizados no diagnóstico? Os testes podem variar de acordo com as queixas do condutor, porém o primeiro passo para qualquer diagnóstico é plugar o scanner automotivo no veículo e realizar o teste de rodagem, que nada mais é que dirigir o veículo para gerar essa leitura de comportamento para o aparelho. Após o teste de rodagem, o scanner analisa todos os sensores, atuadores, conectores e módulos do veículo para que assim possa apresentar os possíveis códigos de falhas. A partir disso, o especialista conseguirá entender para qual área do veículo ele irá direcionar o diagnóstico, se é um problema de câmbio, motor ou eletrônico, por exemplo.   Vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças A principal vantagem de realizar o diagnóstico antes da compra de peças, sem dúvida, é a de evitar o gasto desnecessário com peças que não precisam ser trocadas. Afinal, além de poupar o seu bolso, o diagnóstico vai até a raiz do problema que o veículo apresenta, sendo assim possível solucionar a queixa do condutor. Outra vantagem é o ganho de tempo, e sabemos que tempo também é dinheiro! Isso porque, se o causador do problema é descoberto desde o início, o risco de retorno a oficina mecânica é quase zero. Assim não atrapalha a rotina do condutor e evita que o condutor tenha gastos com transporte a parte por ficar sem o veículo. Pensa que acabou? Além de todas essas vantagens, esse serviço proporciona um fator valiosíssimo: a transparência de todos os procedimentos que serão realizados na oficina mecânica. Assim, a segurança do condutor em adquirir as peças é muito maior. Viu só como o diagnóstico automotivo é vantajoso? Ainda não tem especialistas para realizar no seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.

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Luz de injeção eletrônica acendeu? Saiba o que fazer!

Com o objetivo de melhorar o desempenho quando se trata de sistema de alimentação do veículo, a injeção eletrônica foi criada para substituir os antigos carburadores. Um sistema inovador pensado não só em performance, mas também no meio ambiente, já que ele também evita a emissão de poluentes. Mas quando há alguma falha no sistema de injeção eletrônica, automaticamente o veículo avisa através de uma luz no painel, que se assemelha ao formato do motor. Quando a luz da injeção eletrônica acende, é um sinal de atenção para esse sistema, veja abaixo o que pode ser e quais providências tomar.   O que significa a luz de injeção eletrônica?   O sistema de injeção é composto por velas, sensores, cabos de ignição, bobinas e bicos injetores. Por isso, se acendeu ou ficou piscando a luz de injeção eletrônica no painel do veículo, significa que um desses componentes não está funcionando corretamente e precisa passar por uma análise de um especialista. Além do sinal no painel, é possível notar que o sistema de injeção está prejudicado através de alguns sintomas como: motor “engasgado”, marcha lenta irregular, falta de potência, falhas na partida e consumo alto de combustível.   Como preservar a vida útil da injeção?   Agora que você já sabe o que é o sistema de injeção eletrônica, sua importância e os sintomas de quando algum componente do sistema não está funcionando, separamos uma lista com 3 dicas para preservar a vida útil da injeção eletrônica, vamos lá?   Combustível de qualidade   Por ser um sistema que lida diretamente com a passagem de combustível do tanque para o motor, abastecer sempre com combustível de qualidade é essencial para prolongar como um todo o sistema de injeção eletrônica. Caso ao contrário, se é utilizado combustível de uma má qualidade, pode provocar um excesso de impurezas e comprometer as válvulas e bicos injetores do sistema. Além disso, uma boa dica é não ficar andando muito com o combustível na reserva, isso também pode soltar um excesso de impurezas, danificar os componentes do sistema e superaquecer a bomba de combustível.   Manutenção preventiva   E claro, que a manutenção preventiva não poderia ficar de fora! Além da revisão como um todo do motor, ela também tem papel fundamental no sistema de injeção eletrônica. Isso porque realizando a revisão, é possível prevenir que cabos e velas apresentem falhas e comprometam o restante dos componentes. Assim, você consegue prever o custo e prolongar a vida útil do sistema. Mas não descarte os sinais do seu veículo, leve imediatamente ao seu mecânico de confiança, mesmo que ainda não tenha dado os 6 meses de intervalo da última manutenção.   Troca de óleo   Não é só com o combustível que você precisa estar atento na validade! O óleo  lubrificante do motor também necessita realizar trocas regularmente para que o sistema de injeção eletrônica possa funcionar perfeitamente.  A recomendação é que nunca deixe passar do prazo estabelecido na sua etiqueta do óleo, assim você evita que possa gerar também resíduos em excesso e afete o sistema de injeção.   O que fazer quando a luz da injeção acender?   Primeiramente, sempre mantenha a calma, isso fará total diferença para tomar os próximos passos com mais clareza. Depois encoste o seu veículo em local seguro e acione o seu mecânico para explicar os sinais que o carro está informando. Geralmente, diferente da luz do óleo ou o sensor de temperatura que é necessário parar o carro imediatamente, quando acontece de acender apenas a luz da injeção eletrônica é possível ir andando com o carro até a oficina mecânica sem que gere muitos danos, mas sempre consulte um especialista antes de tomar qualquer  decisão.   Tem dúvidas sobre os sinais que aparecem no painel? Veja a seguir o nosso post sobre Você conhece as luzes que o painel do carro te mostra?

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5 Hábitos no volante que danificam o carro e você não sabia!

É muito comum que na correria do dia a dia, por ser tão automático dirigir, não reparamos e nem nos perguntamos se alguns hábitos no volante que estamos praticando prejudicam ou não o carro. Mas acredite, muitos hábitos não só podem danificar o carro e diminuir a vida útil do motor, como também podem provocar riscos a sua segurança no trânsito. Veja a seguir quais hábitos são para começar a evitar.   Pé na embreagem   Esse sem dúvidas, é um dos hábitos mais comuns que acontece. Isso porque muitos motoristas acabam “descansando o pé” na embreagem por receio que o carro possa desligar no meio do percurso.  Mas o que não imaginam é que esse mau hábito no volante, não só está forçando o disco de embreagem, como também pode provocar sérios danos no motor. Para que isso não aconteça, só acione a embreagem quando for realizar a troca de marcha, combinado?   Andar com o combustível na reserva   Sabe aquele pensamento: “Ah depois eu abasteço, o que tem na reserva dá”? Nunca siga ele, ok? Andar com o combustível na reserva pode provocar o entupimento dos bicos de injeção, desgaste precoce do filtro de combustível e até a queima da bomba de combustível. Por isso, bateu na reserva? Não espere acabar! Vá direto para um posto de combustível mais próximo para abastecer.   Encostar as rodas no meio-fio   Muitas vezes, na hora de fazer a baliza, muitos motoristas acabam achando que quanto mais perto da calçada, mais o seu carro estará livre de riscos.  Mas atenção, quando for estacionar, nunca encoste na guia ou no meio-fio. Isso pode provocar uma fissura na estrutura da malha interna e externa dos pneus.   Segurar o carro na embreagem na subida    Sabe aquele hábito de ficar arrancando com o carro várias vezes antes do sinal abrir? Pois é, ele também é um vilão e tanto para o seu carro. O que acontece é que quando o motorista, na tentativa de não deixar o veículo recuar em paradas que possuem subida, aciona apenas os pedais da embreagem e do acelerador ao invés de utilizar os freios, ele automaticamente está exigindo mais da embreagem para que o carro não decline. Isso resulta em um desgaste prematuro de todo o sistema de embreagem. Por isso, sempre conte com os freios também nas paradas que possuem subida!   Andar com pneus descalibrados   Muitos motoristas não se atentam à calibragem regular dos pneus e acabam andando com o carro mesmo com eles murchos. Mas vale ressaltar que ter esse hábito, além de encurtar a vida útil dos pneus e fazer com que o veículo consuma mais combustível, pode provocar um sério acidente. Isso porque ao andar com os pneus descalibrados, todo o peso do veículo somado com a falta de ar no interior dos pneus, faz com que as laterais se expandam e danifiquem a estrutura de borracha. Podendo, em casos mais graves, até causar uma explosão do pneu e a falta de controle do carro.   Agora que você já sabe os hábitos no volante que prejudicam o carro, descubra em nosso próximo post os 5 Sinais do carro que indicam fazer uma manutenção urgente!

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7 Mitos e Verdades sobre carro flex para desvendar de vez!

O carro flex chegou pra ficar e para muitos essa tecnologia facilitou e muito quando se trata da liberdade de escolha do combustível. Mas apesar de agradar boa parte dos brasileiros, muitas dúvidas e receios ainda rodeiam a tecnologia flex. Mas para não existir mais dúvidas, revelamos abaixo o que é mito e o que realmente é verdade que falam sobre o carro flex. Vamos lá?   1ª Consome mais combustível   VERDADE. Sim, o carro flex consome mais combustível do que o carro só no etanol ou só na gasolina. Isso acontece porque esse tipo de tecnologia busca equilibrar a taxa de compressão para funcionar em ambos os tipos de combustível, fazendo com que o motor não consiga atingir eficiência na redução de consumo.   2ª Andar sempre em um só combustível, vicia o motor flex   MITO. Não, o motor flex foi feito para andar tanto na gasolina, quanto no etanol, normalmente. Isso é possível porque ele possui um dispositivo chamado sensor lambda, que é responsável por informar ao módulo de injeção de combustível se há uma mistura e se ela está adequada ou não.   3ª Em temperaturas frias, o motor flex piora a performance   MITO. A única diferença que poderá notar, é que quando você opta pelo etanol em dias frios, a partida pode demorar para acionar. Mas não interfere no desempenho do veículo por ele ser flex.   4ª A vida útil do motor é menor   MITO. Não há nenhum impedimento no carro flex que possa diminuir a vida útil do motor. Mas como qualquer outro veículo, para que a vida útil do motor atinja o seu potencial máximo, a manutenção preventiva de 6 em 6 meses é indispensável.    5ª Andar com o tanque na reserva é prejudicial   VERDADE. Não abastecer de forma correta, deixando sempre que o carro utilize do tanque reserva também prejudica o motor flex, tanto estando no etanol, como na gasolina. Isso acontece, porque o combustível que fica no fundo do tanque tende a formar resíduos, o que pode levar impurezas para o motor e acarretar problemas de entupimento e, em casos mais graves, a queima da bomba de combustível.   6ª Gasolina tem melhor rendimento que no etanol   VERDADE. Sim, no carro flex também a gasolina tem melhor rendimento, devido a suas propriedades químicas advindas do petróleo. Mas é importante lembrar que o etanol também possui suas vantagens quando se trata de melhor desempenho no propulsor responsável pela potência do veículo.   7ª Primeiro abastecimento precisa ser a gasolina   MITO. Não se preocupe, tirou o seu carro 0 km da concessionária e vai fazer o primeiro abastecimento? O motor flex é preparado tanto para receber a gasolina, como o etanol. Ficando apenas ao critério do condutor escolher o que vai ser abastecido.   Tirou todas as suas dúvidas sobre o carro flex? Se não, coloque suas dúvidas nos comentários abaixo ou fale com o nosso especialista! Agora se você já sanou e ficou interessado em saber mais sobre como a escolha do combustível pode afetar o seu motor, leia o post blog: 5 Motivos Para Ser Criterioso Com A Qualidade Do Combustível

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Deu pane elétrica no carro? O que fazer?

Já pensou estar nessa situação, onde o carro de repente não funciona, o rádio desliga, os vidros ficam emperrados e os faróis não acendem? Pois é, a pane elétrica do carro pode ocasionar todos esses problemas e te deixar na mão no meio da estrada.  Mas calma que a gente te ajuda a entender o porque pode ter ocorrido, como evitar a pane e o que fazer nesse momento.   Motivos que podem ter ocasionado a pane elétrica   Esses sintomas citados acima, estão relacionados diretamente ao sistema de alimentação do carro. Pode ser um desgaste da bateria ou até um mau funcionamento no alternador.  Para descobrir o que realmente ocasionou a pane, o adequado é que seu mecânico faça o teste nas duas peças.   Como evitar   Para evitar contratempos, sempre observe se ao virar a chave do seu carro está demorando para ligar. Caso isso esteja sendo frequente, procure o seu mecânico para uma avaliação. Também uma outra dica é ficar atento ao painel do carro, caso  acenda uma luz com um símbolo de bateria, não ignore, é um sinal de alerta para pedir para um especialista verificar. Além disso, uma boa dica é sempre manter a revisão preventiva em dia. Afinal, como esse serviço checa todos os sistemas, o seu mecânico também já consegue analisar para você como está a parte elétrica e o que precisa ser substituído.   O que fazer quando acontece uma pane elétrica?   Respire fundo, vai dar tudo certo!   A primeira dica é se acalmar, pode ser difícil em um primeiro momento, mas irá te ajudar bastante na hora de resolver o problema da melhor forma possível.  Por isso, depois que se acalmar, tente deixar o veículo estacionado em um local seguro e ligue o pisca alerta ou utilize do triângulo para que não ocorra nenhum acidente.   Ligue para o seu mecânico de confiança   Encostou o carro? Ligue já para o seu mecânico para analisar! Não tente mexer sozinho, além de correr o risco de forçar alguma peça, pode ocasionar um acidente. Lembrando, sua segurança sempre em primeiro lugar! Caso não tenha como consertar no local, opte pelo guincho para que possa levar o seu carro até a oficina mecânica.   Evite ficar dentro do carro   Por não saber até que ponto danificou o sistema elétrico com a pane, o recomendado é que aguarde o seu mecânico ou guincho fora do carro. Assim, caso aconteça algum curto circuito, você estará em segurança.   Tem dúvidas, de outros sinais que aparecem no painel do carro? Veja nosso post Você Conhece As Luzes Que O Painel Do Carro Te Mostra?

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Saiba tudo sobre o sistema de freio do carro e seus cuidados

Já falamos por aqui a importância de alguns itens de segurança do carro, e o sistema de freio é, sem dúvidas, um dos mais importantes da lista. E para entender mais sobre os cuidados, precisamos aprender como um todo o sistema de freio. Vamos lá?   O sistema de freio é composto de componentes de fricção e hidráulico, vamos conhecer melhor a seguir:   Pedal   Esse componente não é só uma das peças mais lembradas do sistema de freio, por estar em direto contato com o motorista, como também é um dos mais resistentes do sistema.   O funcionamento é bem simples e tem como objetivo acionar os freios do carro para que as rodas sejam paradas.   Disco   Como o próprio nome já diz, esse componente tem formato de disco e ele é conectado à roda com a função de desacelerar ou parar o veículo quando em contato com as pastilhas.   Geralmente, é composto por ferro fundido, carbono, kevlar ou sílica. Materiais de grande resistência, para que durante a frenagem ele possa suportar as altas temperaturas.   Pastilhas   Como citado anteriormente, a pastilha tem papel fundamental na redução de velocidade do carro juntamente com o disco de freio. Para isso, ela usa o atrito gerado quando é pressionada contra o disco.   Por ser uma peça em constante exposição a atritos, não deixe de fazer a revisão preventiva. Com um tempo de uso, ela pode desgastar e pode prejudicar o bom funcionamento da frenagem.   Tambor   Falando em atritos, chegou o momento de conhecermos o tambor. A sua principal função é formar a superfície de atrito com qual a lona de freio irá ser comprimida.   Servo freio   Responsável por ampliar a força aplicada pelo motorista no pedal, o servo freio utiliza do vácuo gerado pelo motor em funcionamento para transmitir a força para o sistema de freio.   Isso proporciona maior conforto ao motorista, porque ele não precisa exercer muita força para pressionar o pedal para parar o veículo.   Cilindro mestre   Esse cara tem um papel interessante no sistema de freio, ele não faz nada mais nada menos do que fornecer pressão hidráulica abastecendo o sistema de freio com o fluido do reservatório e fazendo com que os pistões das pinças sejam acionados, freando o veículo.   Fluido   E por último, mas não menos importante, o fluido de freio. Ele é utilizado no sistema com o objetivo de transferir a pressão exercida sobre o pedal de freios até as pastilhas e sapatas de freio, ou seja, é ele que garante a transmissão da pressão responsável pelo acionamento do sistema para a frenagem.   Como cuidar?   Agora que você já conhece o sistema de freio, chegou o momento de conhecer os cuidados. Um deles é que seja checado todo o sistema de freio na revisão preventiva necessária de 6 em 6 meses.    A checagem não só é importante para analisar o carro como um todo, como também para verificar como está o fluido de freio.   Sinais de alerta   Além dos cuidados, é sempre de extrema importância ficar atento aos sinais que o carro está te dando. Veja a seguir os principais para ficar de olho!   Pedal Baixo   O primeiro sinal é o famoso pedal baixo, esse sintoma pode ser tanto a falta de fluido, que geralmente é alertada no painel, como também defeito no cilindro mestre ou no servo.    Barulhos   Se ao frear, ouvir barulhos de “ferro com ferro”, pode ser que as pastilhas estão no final da sua vida útil e precisam ser trocadas o quanto antes.   Trepidação do Volante   Sentiu trepidar a direção? Esse sintoma tem grandes chances de ser o disco de freio empenado.   Agora que você sabe os cuidados que precisa ter com o freio e ficou curioso quais são os outros itens indispensáveis para sua segurança no volante, confira nosso post blog: 10 itens de segurança do carro que não podem faltar.

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