10 itens de segurança do carro que não podem faltar

Já dizia o velho ditado: “com segurança não se brinca” e, por lei, no Brasil todos os carros precisam sair de fábrica com 10 itens de segurança funcionando obrigatoriamente. Saiba quais são os itens e de quanto em quanto tempo precisam ser revisados para garantir a sua segurança e também de seus passageiros.

 

  1. Luzes

 

As luzes do carro como: lanternas, faróis, setas, luz de freio, luz de ré e de emergência, além de serem importantes para a sinalização no trânsito, são também itens indispensáveis para sua segurança e precisam estar em perfeito funcionamento. 

Por isso, a cada 6 meses é necessário realizar a revisão preventiva para checar. Caso conduzir o carro com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas, pode provocar uma infração média, multa, pontos na carteira e até a retenção do seu veículo.

 

  1. Cintos de segurança

 

Os cintos de segurança tanto do motorista quanto dos passageiros, também precisam estar funcionando perfeitamente, isso porque caso aconteça qualquer acidente, são eles que asseguram que o condutor e os passageiros não se desloquem para fora do veículo na hora do impacto. 

Então já sabe, sofreu algum acidente no qual esforçou muito do cinto ou notou que ele está travando na hora de colocar? Vá até o seu mecânico para uma análise da vida útil dos cintos. Vale a pena reforçar que caso não esteja usando os cintos ou se eles não tiveram funcionando no seu veículo, também você fica passivo a multa e perda de pontos na carteira.

 

  1. Pneus

 

Os pneus precisam estar sempre em ótimo estado, afinal é ele que absorve o impacto do asfalto e assegura a estabilidade da condução. 

Por essa razão, por lei, a altura mínima dos sulcos é de 1,6 milímetro. Abaixo disso, o pneu é considerado o famoso “pneu careca” e deve ser trocado imediatamente para a segurança de quem anda com com veículo e para evitar multas e apreensão do carro. Ah e a mesma indicação vai para o estepe ok?

 

  1. Espelhos

 

Além de ter que estar sempre bem posicionados, os espelhos dos retrovisores também precisam estar em boas condições e sem rachaduras. 

Por influenciar na visão do motorista, não só é um item de segurança, como também é obrigatório e caso aconteça de quebrá-lo é necessário providenciar a troca o mais rápido possível.

 

  1. Buzina

 

Você imaginava que esse item seria de segurança? Pois ele é! De acordo com o artigo 41 do CTB, a buzina deve ser utilizada pelo condutor para fazer advertências, cujo objetivo é evitar acidentes, e fora das áreas urbanas no momento em que for ultrapassar outro veículo.

Então, se a buzina está fraca ou parou de funcionar, vá até a oficina para realizar a avaliação, combinado?

 

  1. Ferramentas

 

A gente nunca sabe exatamente quando um pneu pode furar, por exemplo, não é verdade? Por essa razão, existem algumas ferramentas que são obrigatórias de levar sempre dentro do veículo para sua segurança, sendo elas: macaco, chave de roda e triângulo para sinalização.

Caso alguma dessas ferramentas não esteja em bom estado, você também precisa consultar a troca por um novo.

 

  1. Extintor de incêndio

 

Dois pontos de sua atenção para esse item! Primeiro, verifique o prazo de validade do extintor e segundo, verifique se o tipo que está usando é o ABC.

Isso porque a partir de 2015, os extintores de incêndio do tipo ABC passaram a ser obrigatórios para automóveis de todo o Brasil, segundo Resolução nº 333/2009 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), mesmo que o extintor tipo BC esteja ainda dentro do prazo de validade.

 

  1. Freios

 

Estar com todo o sistema de freio funcionando perfeitamente, não é só obrigatório, como também é um dos itens mais importantes de segurança. 

Por esse motivo, sempre deve estar sendo checado nas revisões preventivas a cada 6 meses. Mas lembre-se! Qualquer ruído ou barulho que notar que o seu freio estiver apresentando, você deve levar o seu carro para o seu mecânico realizar o diagnóstico. Isso porque pode ser um sinal de pastilha gasta e se não trocado em breve ele pode falhar e colocar a sua segurança em risco.

 

  1. Limpador de para-brisa

 

Só em dia de chuvas que lembramos dele, né? Mas os limpadores de para-brisa também são obrigatórios e caso não estiverem funcionando ou as palhetas não estiverem em boas condições, pode prejudicar seriamente a visão do condutor em temporais, podendo até causar acidentes e também multas para o motorista.

Geralmente a troca é feita uma vez ao ano, mas isso varia bastante dependendo da quantidade de vezes que chove na região. Por isso, sempre fique atento a sua performance.

 

  1. Isofix

 

Esse último item ainda não é obrigatório, mas a partir de 2022 já será uma realidade aqui no Brasil, então já vamos soltar spoilers!

O Isofix será um padrão internacional para fixação de cadeirinhas infantis. Onde será se prenderá nos ganchos soldados na carroceria em vez de usar o cinto.

 

Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente nos comentários! Agora se você precisa de uma ajuda para escolher uma oficina de confiança, leia nosso post anterior: Dicas para escolher uma oficina mecânica de confiança!

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Fluido de Radiador: a importância de estar em dia

Sabe aquela hora que o ponteiro da temperatura, encontrado no painel do carro, vai parar lá em cima e bate aquele desespero que só? Esse é um sinal de atenção para o superaquecimento do motor.  E é para evitar essa fadiga, que o fluido de radiador existe e tem o papel fundamental no sistema de arrefecimento como um todo. Veja como ele funciona e quando é necessário realizar a troca.   Como ele age?   Com a função de proteger as partes internas e metálicas do motor, o fluido de radiador garante o resfriamento dos componentes do propulsor para que haja equilíbrio da temperatura do bloco.  Dessa forma, ele evita o superaquecimento do motor e também protege que a corrosão dos componentes aconteça.   Quando trocar?   A recomendação é que a troca do fluido do radiador seja realizada a cada 2 anos. Mas caso note que o fluido está com uma aparência mais escurecida e não cristalina, procure o seu mecânico para uma análise.  Se não respeitado o período de troca do fluido de radiador, você pode sofrer com muitos problemas no seu motor. Sendo um deles a queima de junta de cabeçote ou, em casos mais graves, a fundição do motor.   Atenção a todos os sinais   Com a troca correta do fluido de radiador, você pode aumentar a vida útil do sistema de arrefecimento do seu veículo.  Mas mesmo assim, sempre fique atento a vazamentos, barulhos na bomba d’água ou no seu sistema de acionamento e oscilação no ponteiro da temperatura.  Caso identifique qualquer um desses sintomas no seu carro, leve ao seu mecânico para conferência imediatamente. Não tente consertar isso em casa! Por ser uma área que atinge altas temperaturas, o risco de acidentes com queimaduras é muito alto. Viu só como é de extrema importância o fluido de radiador para o seu carro e as consequências de não trocar regularmente? Precisando trocar, faça já o seu agendamento na Highway 40 por AQUI.   Agora, se tem dúvidas de quais outros itens precisam ficar de olho, veja o nosso post sobre Revisão Automotiva: tudo que você precisa saber!

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Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?

É muito comum, esquecer da troca de óleo do carro e só lembrar dele naquela hora que acende o sinal no painel, não é verdade?  Mas fique tranquilo(a) após essas dicas, você verá o quão importante ele é para o funcionamento do carro, os tipos e quando saber o momento de trocar.   Por que preciso trocar?   O óleo lubrificante é um item essencial para o seu carro, isso porque é ele que mantém o motor lubrificado. Além disso, ele reduz as chances de superaquecimento, falhas na partida, perda de potência e possíveis aumentos de combustível. Além dos ganhos de desempenho, caso não troque regularmente ou coloque o tipo errado de óleo, pode trazer danos terríveis para o seu carro como a fundição do motor.   Tipos de Óleo Lubrificante   Atualmente é possível encontrar 3 tipos de óleo lubrificante: Mineral, Semissintético e Sintético. Para saber qual deles vai no seu carro e demais observações de validade, observe a etiqueta que geralmente fica colada no seu para-brisa no canto superior esquerdo do seu carro.  Encontrou? Agora vamos te ajudar a entender qual a diferença dos óleos.   Mineral   Pioneiro dos tipos de óleo e muito comum em carros mais antigos, o óleo lubrificante mineral é produzido por meio de uma combinação de aditivos e óleos básicos obtidos pelo refino do petróleo. Dentre os tipos que existem, o Óleo Mineral é o de menor preço, porém por conter mais impurezas, necessita que seja mais vezes trocado.   Semissintético   O óleo semissintético é também uma base mineral que passa por vários processos de desenvolvimento. Porém, com o acréscimo de aditivos em sua composição, a parcela de mineral se torna bem pequena. Por esse motivo é chamado de semissintético, pois possui óleos minerais e sintéticos em sua composição. As principais características deste tipo é a maior estabilidade térmica e oxidativa se comparado ao óleo mineral, melhor capacidade de manter a viscosidade adequada e pouquíssimos contaminantes presentes.   Sintético   O lubrificante sintético é produzido a partir da mistura de óleos básicos sintéticos e aditivos. Além de apresentar maior durabilidade, também age com mais eficiência e melhor desempenho na lubrificação do motor. Além dos tipos de óleo, é necessário se atentar também o tipo de viscosidade determinada pelo fabricante. Na etiqueta do óleo que comentamos anteriormente, além da definição se é Mineral, Semissintético ou Sintético, você encontrará dois números que definem a viscosidade de um óleo. O primeiro número que termina com a letra “W” (Winter), que está relacionada à forma como um óleo flui quando está frio e o segundo número define a forma como um óleo flui a temperaturas normais mais elevadas de operação do motor.  É através dessas medidas que você saberá exatamente qual o tipo de óleo correto para o seu carro.   Quando trocar?   Já entregamos um pequeno spoiler lá atrás que a etiqueta presente no para-brisa é a forma mais certeira para olhar o tipo e também a validade do óleo.  Mas além dessa etiqueta, sempre tenha em mente que após 5.000 mil km rodados ou se passou mais de 6 meses da última troca, sempre vale a pena levar ao seu mecânico para que avalie na revisão a possibilidade da troca de óleo. Tem dúvidas do que vai na revisão? Acione nossa equipe aqui!

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