Manutenção preventiva em diferencial é possível?

Quando falamos em manutenção preventiva, muitos associam só com a troca de óleo do motor, troca de pastilhas de freio ou até a troca de fluido de arrefecimento, mas você sabia que o diferencial também apresenta sinais de manutenção e é possível evitar problemas que prejudiquem lá na frente a vida útil desse sistema?

Por isso, nesse post explicaremos a importância do diferencial no veículo, como funciona a manutenção preventiva nesse sistema e as vantagens de não deixá-la para depois!

 

Qual a importância do sistema de diferencial?

O sistema diferencial é um conjunto composto de engrenagens satélites, que repassam o torque do eixo de saída do câmbio para os eixos que transferem o torque para as rodas do veículo. Traduzindo, é ele que transmite a força do motor para as rodas, permitindo que elas consigam girar em velocidades diferentes.

Sem o sistema de diferencial, não seria possível o veículo fazer curvas, ter equilíbrio na tração conforme o percurso do veículo e nem permitir que as rodas girem em diferentes velocidades, mesmo quando recebem a potência do motor. Visto a importância desse sistema para o veículo, é recomendado que ele também faça parte da revisão preventiva.

 

Como funciona a manutenção preventiva de um diferencial?

O sistema de diferencial, como o motor e câmbios, também utiliza de um fluido específico para manter as engrenagens funcionando e também para preservar o sistema limpo de impurezas e de qualquer tipo de sujeira que possa atrapalhar seu funcionamento. 

O tipo de fluido de diferencial que é usado varia de acordo com a marca e modelo do veículo, mas você pode encontrar no manual do proprietário ou diretamente consultando com um mecânico especialista. A recomendação é que aconteça a troca desse fluido a cada dois anos ou a cada 50 mil km rodados e a verificação dos diferenciais, eixo cardan e cruzetas a cada seis meses.

Mas vale ressaltar que se o uso do veículo for severo ou se passar por situações específicas que envolva a área do sistema, como uma batida ou estradas de chão, por exemplo, a verificação pode ser adiantada para avaliar como estão as engrenagens após o ocorrido.

 

Vantagens de fazer a manutenção preventiva

Não deixar para depois, respeitar os prazos da manutenção preventiva do diferencial e realizar com profissionais especializados, pode trazer diversos benefícios, sendo eles:

  1. Economia: Com a manutenção em dia a redução de custos com reparos também acontece, já que é olhado a tempo de não comprometer as demais peças do sistema.

  2. Conforto: Um diferencial revisado, não possui vibrações excessivas e muito menos ruídos que possam atrapalhar o condutor.
  3. Segurança: A condução precisa ser sempre segura, e com o sistema de diferencial em perfeito funcionamento evita problemas que comprometam a eficiência do sistema de transmissão no uso do veículo.

  4. Desempenho: Nada como conduzir um veículo que esteja no seu ápice de desempenho, não é verdade? E com a manutenção preventiva, só otimiza o funcionamento da tração.

  5. Valor de mercado: Até mesmo se a intenção é vender o veículo, ainda é interessante seguir com as revisões preventivas no diferencial. Isso porque ao apresentar o histórico de manutenções, o veículo pode ser vendido por um valor mais próximo a tabela FIPE.

Viu só, como vale a pena cuidar do diferencial? Ainda tem dúvidas ou não tem um especialista para revisar o seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.

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Manutenção na embreagem: quando devo fazer?

A manutenção da embreagem está muito ligada ao modo de condução do veículo e em qual ambiente ele está sendo inserido frequentemente. Quando pensamos em veículos que percorrem mais dentro de cidades e que necessitam sempre realizar paradas, seja por sinaleiros ou cruzamentos,  geralmente necessitam que a manutenção na embreagem seja mais frequente do que carros que são usados mais em estradas, por exemplo.  Por isso, além da manutenção preventiva de 6 em 6 meses, é preciso ficar atento aos sinais que surgem na sua embreagem. Afinal, são eles que irão indicar a necessidade de uma manutenção precoce. Conheça os principais sinais a seguir!   Pedal rígido   Foi trocar de marcha e notou o pedal rígido? Atenção, o cabo ou sistema hidráulico de acionamento da sua embreagem pode estar com problemas! Por essa razão, procure não forçar. Acione o seu mecânico de confiança para checar a embreagem.   Embreagem patinando   Agora, se a rotação do seu motor sempre sobe sem o carro aumentar a velocidade, dando aquela impressão que a embreagem do veículo está patinando, sabe? Cuidado!  Isso não só pode ser um sinal de desgaste acentuado no disco de embreagem, como também um sinal de vazamento de óleo nessa área. Sendo um dos principais sinais de que terá que fazer a manutenção na embreagem muito em breve.   Ruído    Fez o teste e ao pisar e soltar o pedal da embreagem, você ouviu um ruído? Os rolamentos podem estar desgastados. Incluindo o rolamento piloto, de liberação e de entrada! Então não espere o ruído aumentar, viu? Procure o profissional para uma análise!   Trepidação   O engate da marcha não está suave e toda vez que aciona a embreagem, sente ela trepidar? Isso pode ser um sinal de que já há um desgaste nos componentes do kit de embreagem. Consulte a sua oficina de confiança para verificar e corrigir.   Cuidados no volante   Uma outra boa dica, além de ficar atento a todos esses sinais, para você pode preservar ainda mais a sua embreagem é seguir alguns cuidados essenciais na condução.  Evitar dar as famosas “banguelas”, descansar o pé no pedal e trocar a marcha no momento correto são uma das dicas de ouro para aumentar a vida útil da sua embreagem.    Ficou curioso para saber mais sobre hábitos que precisam ser melhorados para evitar o desgaste precoce da peça? Veja nosso post blog: 5 Erros que está cometendo com a embreagem e não sabia.

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5 sinais do carro que indicam fazer uma manutenção urgente!

A manutenção preventiva realizada de 6 em 6 meses, sem dúvidas, é a melhor opção para evitar imprevistos. Principalmente, em casos de quebra de alguma peça do carro, no qual pode deixar você na mão no meio do percurso.  Mas caso não se lembre da sua última manutenção, existem alguns sinais de alerta que o seu próprio veículo te dá como aviso para acionar já o seu mecânico. Vamos conhecer os principais?   Luzes acesas no painel   Caso note que alguma luz no painel continua ligada mesmo depois de ter passado um bom tempo com o carro ligado, não ignore!  Os sinais no painel podem alertar problemas sérios como falta de óleo, temperatura alta no motor, problemas na injeção eletrônica ou até mesmo que a bateria não está sendo carregada pelo alternador. Por isso, já sabe! Acendeu, acione já o seu mecânico para uma avaliação.   Ruído ao frear    Toda vez que você aciona o freio, escuta um ruído? Esse é sinal de atenção para o sistema de freio! Podendo ser desde problemas como desgaste das pastilhas, nível baixo de fluido de freio ou até mesmo na suspensão. Caso não seja averiguado o quanto antes, além de pôr a sua segurança em risco, pode provocar danos em outros componentes e causar falhas na frenagem.   Direção pendente para um lado   Sentiu que o volante está “puxando” para um lado na hora da condução? Alerta para a falta de alinhamento!  A falta de alinhamento, além de desgastar precocemente os pneus, pode atrapalhar muito a direção e ocasionar até acidentes, em casos mais graves.   Temperatura alta do motor   Notou no painel que o medidor de temperatura está acionado ou o ponteiro está sempre alto indicando alta temperatura? Não force o veículo, estacione em lugar seguro e acione já o seu mecânico! Esse é um sinal que o radiador está superaquecendo, podendo ser ocasionado por mau funcionamento da ventoinha, problemas na bomba d’ água ou até vazamentos em mangueiras. Caso continue andando com o veículo, além de queimar a junta de cabeçote, é possível que ocorra até a fundição do motor devido ao superaquecimento.   Cheiro ruim ao acionar o ar condicionado   Bateu o calor, ligou o ar condicionado do carro para refrescar e espalhou aquele mau cheiro? Algo de errado não está certo!  Esse é um alerta para verificar se há vazamento de gás ou averiguar se há excesso de resíduos que estão impedindo o bom funcionamento de filtros ou tubos. Em ambos os casos, caso não consertado, além de prejudicar a performance do ar condicionado, pode provocar sérios danos respiratórios à sua saúde.    Passou por alguma dessas situações? Procure o seu mecânico de confiança e agende já uma manutenção preventiva AQUI. 

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Direção pesada? Saiba o porquê isso acontece e como evitar!

A direção, seja manual, hidráulica ou elétrica também é um fator de extrema importância para sempre estar de olho nas revisões. Afinal é ela que vai informar ao carro qual será o comando de direção que o motorista irá precisar. Entretanto, para que isso ocorra de forma segura e fluida, ela não pode estar dura e nem pesada, mesmo sendo do tipo mecânica. Claro, que conforme os anos foram passando, a tecnologia foi evoluindo para melhorar e deixar cada vez mais leve. O que já pode-se notar a diferença ao dirigir um carro com a direção mecânica e um carro com direção hidráulica, por exemplo. Mas não se engane, se o volante começou a trepidar ou está pesado, o sistema de direção pode estar prejudicado. Descubra abaixo o porquê isso pode causar e como evitar!   Causas   Caixa de Direção com folgas Muito comum em acontecer com carros que possuem o sistema com eixo sem fim, as folgas na caixa de direção podem sim deixar o “volante mais pesado”. Uma boa dica para identificar, é girar o volante com o veículo parado e perceber se as rodas vão corresponder de forma sincronizada. Caso não esteja, acione já o seu mecânico para avaliar.   Correia Frisada com defeito Um dos motivos que também pode provocar esse sintoma do volante pesado, é a correia frisada gasta. Ainda mais em casos que o carro utiliza a mesma correia frisada para tracionar outros componentes além da direção hidráulica. Por isso, é sempre bom nas revisões ficar de olho no estado da correia para que ela não se rompa e cause mais danos à direção.   Vazamento ou baixo nível de fluido No caso do tipo hidráulica, sempre é importante verificar o nível de fluido de direção e também notar se há algum vazamento desse fluido.  O nível não pode estar baixo, caso contrário, além de deixar o “volante mais pesado” pode provocar desgastes precoces em outros componentes. Importante ressaltar que não deve-se trocar o fluido em casa sozinho e sim levar até o profissional, para que ele possa realizar de forma segura e que não prejudique o veículo.   Calibragem ou tamanho incorreto dos pneus Outro ponto que é importante analisar, são os pneus do carro. Eles são mais largos do que o recomendado? Eles estão murchos ou “carecas”? Se a resposta foi sim, os seus pneus podem estar sim influenciando na direção. Afinal, quando não estão no tamanho correto ou estão descalibrados, isso faz com exija maior esforço no volante para esterçar a direção do veículo, causando a sensação de direção pesada.   Defeito elétrico Falando especificamente da direção elétrica, quando o carro apresenta rigidez no volante, definitivamente é uma alerta de atenção para alguns componentes elétricos do carro. Podendo ser um defeito no motor de direção, falta de alimentação por algum fusível queimado ou até, em casos mais graves, defeito no próprio módulo de controle da direção.   Como evitar   Para evitar que chegue ao ponto de prejudicar outros componentes e colocar a sua segurança e a dos passageiros em risco, a dica é sempre manter a revisão preventiva em dia. Assim, se houver qualquer desalinhamento, vazamento, correia ou pneus gastos, você conseguirá prever o que deve ser trocado ou consertado antes de afetar a direção. Além da revisão, uma dica importante é sempre realizar o rodízio dos pneus e calibrá-los a cada 15 dias de uso. Isso poderá evitar danos precoces que podem ser causados pelo pneu murcho.   Agora, se trocou os pneus a pouco tempo, veja essa dica no nosso post: Troquei Os Pneus, Preciso De Alinhamento E Balanceamento?

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Poça de óleo de motor na garagem: devo me preocupar?

O óleo de motor, seja mineral, semissintético ou sintético, é essencial para que todo sistema do veículo fique lubrificado e não cause o desgaste precoce dos componentes. Por isso, de 6 em 6 meses, nas manutenções deve ser realizada a troca de óleo por um especialista. Mas além dos períodos de troca, você deve ficar de olho nos vazamentos! Então, se acabou de sair da garagem e notou uma poça de óleo de motor no chão, não ignore! Saiba abaixo os danos que pode acarretar!   Óleo de motor na câmara de combustão   Se o seu veículo apresentou vazamento de óleo, um dos motivos para procurar um mecânico o mais rápido possível é evitar que esse vazamento chegue também na câmara de combustão, onde deve ser passado apenas combustível e ar. Se caso não for consertado a tempo, além de aumentar o consumo de combustível, pode danificar o catalisador. Peça considerada de maior custo no sistema de exaustão.   Encharcamento das velas   Outro problema que pode ser ocasionado pelo vazamento, é o encharcamento por óleo nas velas, que pode apresentar também aumento de consumo e falhas no motor. Além disso, em casos mais graves, pode até levar à queima da vela. Necessitando trocar a peça por inteiro para solucionar.   Alteração da taxa de compressão   A taxa de compressão interna do motor também pode ser alterada por causa do vazamento de óleo. Resultado disso, é a redução na performance do motor e na vida útil das peças como um todo.   Fundição do motor   E o pior de todos os problemas, o vazamento de óleo pode causar também a fundição do motor por falta de lubrificação. Caso isso aconteça, além de ser um serviço que é necessário um investimento alto, o seu carro deverá ficar uns bons dias e até semanas na oficina para que todo o motor seja refeito. Viu só como vazamento de óleo não é brincadeira? Por isso, sempre faça as trocas nos momentos corretos e sempre em uma oficina de confiança, combinado?    Quer saber mais sobre a troca de óleo? Veja no nosso post: Quando e por que realizar a troca de óleo regularmente?  

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Carro parado: devo me preocupar com a manutenção?

Devido às medidas de precaução contra o COVID-19, o isolamento social tornou-se imprescindível, fazendo com que muitos se adaptassem ao modelo home office de trabalho e consequentemente boa parte da população ficou em casa, deixando o carro parado na garagem. Mas você sabia que mesmo com o carro parado, algumas peças do carro podem desgastar e perder a efetividade? Para entender melhor, acompanhe esse post que a gente te conta como reagir nessa situação.   O que devo ficar de olho quando ele estiver parado?   A recomendação é que mesmo não utilizando muito do veículo, mantenha a manutenção preventiva de 6 em 6 meses, justamente porque mesmo não usando frequentemente, certas peças possuem prazos de validade e precisam ser trocadas. Vamos conhecer alguma delas?   Bateria   Normalmente, a duração de uma bateria costuma ser de 2 a 3 anos. Mas com o carro parado, essa duração pode cair drasticamente para 1 ano, fazendo com que a carga da bateria seja perdida mais rapidamente pela falta de funcionamento dos componentes elétricos.   Sistema de alimentação de combustível   Outro sistema que pode ser prejudicado com o carro parado é o de alimentação de combustível. Isso porque o combustível que restou no tanque com o tempo por conta da validade, pode liberar resíduos que podem causar borras e entupimentos no motor.   Pneus   Ficar de olho nos pneus, também é fundamental inclusive se o carro está parado a muito tempo. Afinal, após um longo período na mesma posição, além de descalibrar, corre o risco de deformar e perder a pressão dos pneus.   Fluidos   Tanto o óleo lubrificante do motor e transmissão, como também o fluido de freio e de radiador possuem datas de validade. Por isso, independente do uso ou não do veículo, precisa ser respeitado rigorosamente as datas de troca. As trocas são fundamentais para a vida útil do seu motor e também para a sua segurança.    Correias   Fundamentais para o sincronismo do motor, as correias ao passar do tempo, também ficam ressecadas e assim mais frágeis e possíveis de arrebentar mesmo com o veículo parado. Sendo assim, independente de for utilizar o seu veículo ou não, sempre consulte o seu mecânico para uma avaliação das correias nas manutenções.   Filtros   Com o objetivo de manter os sistemas higienizados e evitar que acúmulos de resíduos impeça o bom funcionamento do veículo como um todo, os filtros de ar, óleo e combustível, também entram na lista de itens que precisam ser trocados mesmo sem utilizar o carro. Cada qual com o seu papel, seja o filtro de ar para impedir o acúmulo de sujeira no motor, o filtro de combustível para evitar entupimentos ou o filtro de óleo para lubrificar o motor.   Quais as boas práticas além da manutenção?   Além da manutenção, pequenos hábitos no dia a dia podem ajudar a aumentar a vida útil do seu veículo. Hábitos como o de funcionar o carro por 10 minutos uma vez por semana e executar dois ciclos de ativação dos dispositivos elétricos como vidros, travas e acionamento de limpadores de para-brisas.   Viu só como é importante manter em dia o carro mesmo parado? Saiba mais sobre manutenção nesse post: Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

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Manutenção de frotas: descubra quando e qual fazer!

Um bom planejamento da logística de uma empresa, precisa sempre incluir o item de manutenção de frotas. Afinal, os negócios não podem parar e os veículos da empresa são indispensáveis para trazer mais agilidade no trabalho. Por isso, sempre deve-se manter a manutenção em dia das frotas para o bom funcionamento dos veículos, caso contrário além de apresentar grandes riscos à segurança dos colaboradores da empresa que conduzem o veículo, também a longo prazo podem trazer até danos financeiros ao negócio.   Quais os tipos de manutenção?   Manutenção Preventiva   Com o objetivo de prevenir o problema e evitar gastos inesperados, a manutenção preventiva tem papel fundamental de sempre manter o veículo em sua melhor performance de trabalho. Já ouviu aquele ditado: “melhor prevenir do que remediar”? É exatamente disso, que se trata a manutenção preventiva. Assim, todo diagnóstico é realizado de 6 em 6 meses para verificar itens como: pneus, suspensão, freios, fluidos, sistema elétrico e o motor como um todo, para saber quais medidas precisam ser tomadas para impedir prejuízos e acidentes.  Isso também evita problemas para a empresa como: despesas não planejadas com a frota, veículo parado e improdutivo e problemas com a logística.   Manutenção Corretiva   Esse tipo de manutenção deve ser aplicado em situações que realmente não é possível prevenir o defeito a longo prazo, sendo essa sua principal função e não a de substituir a manutenção preventiva. Isso porque a substituição não prevista de peças, mais a mão de obra não planejada podem, sem dúvidas, gerar gastos além do orçamento estruturado pela empresa e afetar também a produtividade desse veículo, já que ele terá que ficar um tempo maior na oficina corrigindo falhas. Então para evitar prejuízos na sua frota, a recomendação é que crie uma cultura de antecipação de problemas na sua empresa, e que a manutenção corretiva seja apenas em casos que exigem essa exceção. Mas é importante ressaltar que as despesas com manutenções corretivas podem diminuir, mas não é possível extingui-las. Uma boa dica é sempre reservar uma verba do planejamento estratégico da empresa para esses casos.  E para fechar com chave-de-ouro lá vai outra dica! O segredo para prevenção além da manutenção, é sempre ouvir os colaboradores que estão conduzindo o veículo. Assim, você já consegue saber se algum veículo da frota está apresentando barulhos anormais, dificuldade na direção ou entre outros problemas que só a equipe que estará no dia a dia com o veículo saberá informar.   Viu só como faz a diferença a manutenção para os negócios? Consulte já uma proposta com a Highway Empresas AQUI. Agora se quer saber mais quais são os itens avaliados na manutenção, veja nesse post a seguir Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

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