Por que devo usar peças de 1ª linha no carro?

Sabe aquele velho ditado: “o barato saiu caro”? Pois é, optar por peças paralelas pode parecer vantajoso no início por ser mais barato, mas quando comparado com os benefícios que as peças de 1ª linha podem te fornecer a longo prazo, pode não mais parecer tão vantajoso optar pelas paralelas.

Ficou curioso para saber quais são os benefícios de optar por peças de 1ª linha? Confere só:

 

  • Melhor performance

 

Por serem fabricadas pelos próprios fornecedores das montadoras de veículos, as peças de 1ª linha são construídas exatamente com o encaixe perfeito. 

Isso evita que os outros componentes sejam forçados por causa de alguma folga e melhora a performance do carro aumentando a vida útil do motor como um todo.

 

  • Valorização do automóvel

 

Outra vantagem de optar sempre por peças de 1ª linha, é a valorização do seu veículo. Principalmente no futuro, quando precisar vender o carro. 

Nós sabemos que conforme os anos, os automóveis tendem a desvalorizar, assim dificilmente você conseguirá vender pelo preço que adquiriu, mas se o seu veículo tiver apenas peças originais, você pode barganhar sem medo! Sem dúvidas, fechará um bom negócio.

 

  • Mais segurança e garantia

 

Além de melhor performance e a valorização do seu carro, as peças de 1ª linha também oferecem mais segurança para você.

Segurança tanto para você e sua família, que estão usufruindo do carro no dia a dia, quanto também para o seu bolso porque sempre possuem uma garantia maior caso a peça venha apresentar algum defeito. Assim, você evita dores de cabeça, sem pagar a mais por isso.

Viu só como comprar peças paralelas para o seu carro não é um bom negócio? Invista em oficinas mecânicas que pensem a longo prazo no seu bem-estar e na sua segurança. Veja mais em Dicas Para Escolher Uma Oficina Mecânica De Confiança!

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10 itens de segurança do carro que não podem faltar

Já dizia o velho ditado: “com segurança não se brinca” e, por lei, no Brasil todos os carros precisam sair de fábrica com 10 itens de segurança funcionando obrigatoriamente. Saiba quais são os itens e de quanto em quanto tempo precisam ser revisados para garantir a sua segurança e também de seus passageiros.   Luzes   As luzes do carro como: lanternas, faróis, setas, luz de freio, luz de ré e de emergência, além de serem importantes para a sinalização no trânsito, são também itens indispensáveis para sua segurança e precisam estar em perfeito funcionamento.  Por isso, a cada 6 meses é necessário realizar a revisão preventiva para checar. Caso conduzir o carro com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas, pode provocar uma infração média, multa, pontos na carteira e até a retenção do seu veículo.   Cintos de segurança   Os cintos de segurança tanto do motorista quanto dos passageiros, também precisam estar funcionando perfeitamente, isso porque caso aconteça qualquer acidente, são eles que asseguram que o condutor e os passageiros não se desloquem para fora do veículo na hora do impacto.  Então já sabe, sofreu algum acidente no qual esforçou muito do cinto ou notou que ele está travando na hora de colocar? Vá até o seu mecânico para uma análise da vida útil dos cintos. Vale a pena reforçar que caso não esteja usando os cintos ou se eles não tiveram funcionando no seu veículo, também você fica passivo a multa e perda de pontos na carteira.   Pneus   Os pneus precisam estar sempre em ótimo estado, afinal é ele que absorve o impacto do asfalto e assegura a estabilidade da condução.  Por essa razão, por lei, a altura mínima dos sulcos é de 1,6 milímetro. Abaixo disso, o pneu é considerado o famoso “pneu careca” e deve ser trocado imediatamente para a segurança de quem anda com com veículo e para evitar multas e apreensão do carro. Ah e a mesma indicação vai para o estepe ok?   Espelhos   Além de ter que estar sempre bem posicionados, os espelhos dos retrovisores também precisam estar em boas condições e sem rachaduras.  Por influenciar na visão do motorista, não só é um item de segurança, como também é obrigatório e caso aconteça de quebrá-lo é necessário providenciar a troca o mais rápido possível.   Buzina   Você imaginava que esse item seria de segurança? Pois ele é! De acordo com o artigo 41 do CTB, a buzina deve ser utilizada pelo condutor para fazer advertências, cujo objetivo é evitar acidentes, e fora das áreas urbanas no momento em que for ultrapassar outro veículo. Então, se a buzina está fraca ou parou de funcionar, vá até a oficina para realizar a avaliação, combinado?   Ferramentas   A gente nunca sabe exatamente quando um pneu pode furar, por exemplo, não é verdade? Por essa razão, existem algumas ferramentas que são obrigatórias de levar sempre dentro do veículo para sua segurança, sendo elas: macaco, chave de roda e triângulo para sinalização. Caso alguma dessas ferramentas não esteja em bom estado, você também precisa consultar a troca por um novo.   Extintor de incêndio   Dois pontos de sua atenção para esse item! Primeiro, verifique o prazo de validade do extintor e segundo, verifique se o tipo que está usando é o ABC. Isso porque a partir de 2015, os extintores de incêndio do tipo ABC passaram a ser obrigatórios para automóveis de todo o Brasil, segundo Resolução nº 333/2009 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), mesmo que o extintor tipo BC esteja ainda dentro do prazo de validade.   Freios   Estar com todo o sistema de freio funcionando perfeitamente, não é só obrigatório, como também é um dos itens mais importantes de segurança.  Por esse motivo, sempre deve estar sendo checado nas revisões preventivas a cada 6 meses. Mas lembre-se! Qualquer ruído ou barulho que notar que o seu freio estiver apresentando, você deve levar o seu carro para o seu mecânico realizar o diagnóstico. Isso porque pode ser um sinal de pastilha gasta e se não trocado em breve ele pode falhar e colocar a sua segurança em risco.   Limpador de para-brisa   Só em dia de chuvas que lembramos dele, né? Mas os limpadores de para-brisa também são obrigatórios e caso não estiverem funcionando ou as palhetas não estiverem em boas condições, pode prejudicar seriamente a visão do condutor em temporais, podendo até causar acidentes e também multas para o motorista. Geralmente a troca é feita uma vez ao ano, mas isso varia bastante dependendo da quantidade de vezes que chove na região. Por isso, sempre fique atento a sua performance.   Isofix   Esse último item ainda não é obrigatório, mas a partir de 2022 já será uma realidade aqui no Brasil, então já vamos soltar spoilers! O Isofix será um padrão internacional para fixação de cadeirinhas infantis. Onde será se prenderá nos ganchos soldados na carroceria em vez de usar o cinto.   Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente nos comentários! Agora se você precisa de uma ajuda para escolher uma oficina de confiança, leia nosso post anterior: Dicas para escolher uma oficina mecânica de confiança!

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3 Itens do sistema de freio ABS para ficar de olho!

Você já notou que depois de uma frenagem brusca, no painel do seu veículo, acende uma luz cujo nome chama freio ABS? Isso significa que esse sistema de freio foi ativado para sua segurança. Mas não são todos os veículos que possuem esse tipo de sistema, pois foi só a partir de 2014 que o freio ABS passou a se tornar um item obrigatório de segurança nas legislações brasileiras, exatamente por ser de extrema importância para evitar graves acidentes. A seguir veja como funciona e 3 itens desse sistema que precisam de sua atenção.   Como funciona o sistema de freio ABS? A sigla ABS significa Antilock Braking System, traduzido em português como Sistema de Trava Antibloqueio. E como o próprio nome já indica, o freio ABS é um sistema que evita que as rodas travem em uma situação de frenagem brusca ou de emergência. Para que isso ocorra, o ABS utiliza sensores que monitoram a velocidade dos pneus. Assim, quando o pedal de freio é acionado bruscamente, esse sistema de freio aplica pressão e solta gradativamente durante alguns segundos, pinçando o disco ou o tambor. Isso faz com o que evite que as rodas derrapem no asfalto e aumente o tempo de frenagem para que as rodas não travem. A partir do momento que isso acontece, a luz do ABS, que geralmente é indicada por uma luz amarela, acende no painel do veículo para informar. Importante perceber também, que se caso após desligar e ligar novamente o veículo e continuar com o a luz do ABS acesa, é necessário consultar um especialista para verificar se o sistema não foi comprometido.   Sinais de revisão   Além da luz acesa no painel, existem alguns sinais que o próprio veículo indica, quando o sistema de freio ABS está precisando de reparos ou até de troca. A seguir veja 3 principais itens para ficar em alerta.   Trepidações ao acionar o pedal do freio   Nunca podemos esquecer que para a frenagem acontecer perfeitamente, o sistema de ABS precisa funcionar em conjunto com o restante do sistema de freio do veículo. Por isso, itens como disco, pastilhas e cubos de roda também precisam estar em bom estado e revisados.  Então, se ao frear, sentiu o pedal trepidar, cuidado! Acione o seu mecânico para uma verificação desses itens, caso contrário além de prejudicar outros componentes que ajudam na frenagem, a sua segurança no volante fica comprometida.   Sensores   Como vimos anteriormente, os sensores são responsáveis por fazer a leitura, em tempo real, de como e quando o sistema de freio ABS deve agir para que não aconteça o travamento das rodas e, consequentemente, a perda de controle do veículo em uma frenagem de emergência. Sendo assim, precisam estar em perfeito funcionamento, se não a central eletrônica não consegue passar os comandos corretos para o módulo hidráulico e não realiza a frenagem de forma adequada.    Limpeza do sistema de ABS   O acúmulo de resíduos também é um causador de problemas que podem comprometer o sistema de freio ABS. Por isso, também é necessário ficar de olho e também, e se for o caso, solicitar uma limpeza para evitar possíveis falhas no conjunto. Mas não se preocupe, é normal encontrar resíduos, seja por conta da poeira do solo, chuvas que tenha enfrentado ou, até mesmo, se caso o carro estiver muito tempo parado. O importante é sempre checar com um especialista na revisão, os sensores,  rodas fônicas e as válvulas solenóides do veículo.   Quer saber mais sobre o sistema de freio? Não acabe a leitura por aqui, confira o nosso post blog: Saiba tudo sobre o sistema de freio do carro e seus cuidados.

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Condicionador de Metais: o que é e por que usar no veículo?

Atualmente, existem diversas maneiras de prolongar a vida útil do seu veículo, e utilizar produtos automotivos de qualidade com certeza é uma delas. Alguns produtos já são bem conhecidos na revisão preventiva e você já deve ter ouvido falar, como: o óleo lubrificante, fluido de freio, aditivo de arrefecimento e descarbonizante. Mas hoje vamos falar de um produto em específico, que muitos ainda não conhecem, o condicionador de metais. Veja a seguir o que é, como funciona, quais as vantagens de usar e se é recomendado para todo tipo de veículo.   O que é o condicionador de metais?   O condicionador de metais é um produto automotivo composto por uma base sintética com aditivos de alto desempenho, antioxidantes especiais, anticorrosivos e melhoradores de lubricidade.  Todos esses componentes servem para criar uma barreira anti-atrito extremamente resistente na superfície das peças do veículo, evitando desgastes precoces em todo o motor e consequentemente ocasionando uma melhor performance.   Como funciona?   Para que funcione de maneira correta, o condicionador de metais deve ser utilizado juntamente com o óleo lubrificante. Isso deve acontecer, para que o condicionador de metais possa utilizar o óleo lubrificante como veículo para fixar-se na superfície das peças e criar a película de proteção. Por isso, ao realizar a troca do óleo sempre consulte um especialista antes para aplicar também o condicionador de metais de maneira correta.   Vantagens de usar   Além de diminuir o atrito, ruído, vibração e aumentar a vida útil das peças, como visto acima, o condicionador de metais também facilita as partidas a frio, reduz consumo de combustível, reduz emissão de gases poluentes e até pode diminuir os custos da próxima manutenção. Parece mentira né? Mas escolhendo o condicionador certo e o aplicando a cada 40.000 km rodados ou após 1 ano após a última troca, você consegue garantir todas essas vantagens para o seu veículo.   É recomendado para todo tipo de veículo?   Isso depende de qual marca você vai adquirir. Por esta razão sempre consulte o rótulo ou as especificações de uso do produto antes de utilizá-lo.  Aqui na oficina Highway 40, utilizamos o condicionador de metais da marca Nano, que é recomendado para todos os veículos automotores, sejam eles a gasolina, diesel, álcool, flex ou GNV. Além de ser compatível com todos os tipos de lubrificantes: minerais, sintéticos ou semissintético.   Ficou interessado em saber mais do produto? Fale com o nosso time AQUI.

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Câmbio Manual X Automático: precisa do mesmo cuidado?

Há quem prefira o conforto do câmbio automático e há quem prefere o tradicional câmbio manual, seja qual for a escolha, ambos precisam de manutenção e certos cuidados.  Mas você deve estar se perguntando, será que são os mesmos cuidados? Qual a diferença na hora da manutenção? Continue lendo esse post para descobrir!   Qual a diferença entre os câmbios?   Câmbio Manual   Como o próprio nome já indica, a troca de marcha nesse tipo de câmbio deve ser manual, podendo ser engatado da 1ª a 5ª marcha quando acionado o pedal da embreagem.  Além disso, muitos motoristas relatam que preferem o manual por ter mais controle do carro. Isso porque o câmbio permite trocar a marcha com mais precisão, ficando mais nítido durante uma freada. Porém, o desgaste da embreagem também ocorre com mais frequência nesse tipo do que no câmbio automático. Falando um pouco de cuidados, além da manutenção de 6 em 6 meses, veículos com o câmbio manual requerem alguns cuidados específicos. Sendo os principais: evitar reduções bruscas sem usar a embreagem, não deixar a marcha arranhar antes de engatar, não descansar o pé no pedal da embreagem e evitar deixar a mão sobre a alavanca no momento que não está em uso. Além disso, qualquer barulho que surja ao acionar a marcha ou a embreagem, não deixe pra lá, comunique ao seu mecânico e solicite uma avaliação assim que possível.   Câmbio Automático   Por trazer conforto e comodidade, o câmbio automático tem conquistado cada vez mais os brasileiros, apesar de ainda serem encontrados em carros mais caros. Ao contrário do manual, no câmbio automático não há a necessidade de troca de marcha pelo motorista, sendo o sistema de transmissão do carro o responsável por identificar de forma inteligente e rápida a relação entre a velocidade e o motor para a troca de marcha. Mas para que funcione perfeitamente, certos cuidados precisam ser tomados, como por exemplo a troca, no período certo determinado pelo fabricante, dos filtros, óleo do câmbio e a escolha de um especialista nesse tipo de câmbio para realizar a troca. Além dos cuidados com o lubrificante, vale a pena ressaltar que estar atento na troca de fluido do radiador também é de extrema importância principalmente nesse tipo de transmissão. Afinal, o líquido do radiador refrigera a transmissão e evita superaquecimento do propulsor. Como o manual, também é necessário alguns cuidados na utilização. Sendo um deles na hora de estacionar, o recomendado é que seja puxado o freio de mão antes de colocar o câmbio na posição P (parking). Isso elimina qualquer esforço extra no desengate e evita trancos. Outra dica importante, nunca engate as posições R ou P com o carro em movimento. Como vimos, por mais que os dois tipos de câmbio tenham características e cuidados diferentes, independente de ser manual ou automático, a manutenção deve ser indispensável em todas as situações. Se ficou curioso para saber mais sobre quando realizar a manutenção, veja nosso post Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

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Filtro de Ar Automotivo sujo, interfere na minha saúde?

Poder ligar o ar condicionado do carro em dias quentes de verão é tudo de bom, não é mesmo? Mas você sabia que a falta de limpeza do filtro do ar, pode ocasionar sérios problemas à sua saúde? Confira a seguir, quais problemas de saúde podem acarretar e também quando é necessário realizar a troca do filtro do ar condicionado do seu carro.   Doenças respiratórias   O mais preocupante, são os fungos e as bactérias que provocam as doenças respiratórias. Que devido a sujeira do filtro do ar, podem ficar armazenadas nos filtros. Listamos algumas das principais doenças respiratórias para ficar de olho!   Doença do Legionário   Causada pela bactéria Legionella pneumophyla e outros tipos de Legionella, a Doença do Legionário é um tipo severo de pneumonia transmitida justamente pela falta de limpeza do ar condicionado. O que acontece é que o filtro responsável por “gelar” o ar não consegue reter todas as impurezas existentes, que se acumulam nos ductos e fazem com que a circulação de ar prejudique a saúde de quem está presente.    Asma   Para quem já possui a doença o cuidado é redobrado. Isso porque os fatores que desencadeiam uma crise de Asma são exatamente os intrusos que vem com o acúmulo de sujeira nos filtros do ar condicionado como: ácaros, fungos e bactérias.   Rinite Alérgica   Quem tem rinite sabe o quanto é desconfortável os espirros, a coriza, a congestão nasal, os olhos lacrimejantes, avermelhados e irritados. Por isso, também evite deixar que acumule sujeira nos filtros para não desencadear essa doença alérgica.   Quando preciso trocar o filtro?   O indicado é que aconteça a troca, pelo menos, de 6 em 6 meses na revisão preventiva. Mas pode variar para menos tempo conforme a frequência de uso do ar condicionado e também o nível de poluição das cidades que percorre. Uma boa dica, é sempre pedir para um especialista verificar como está a aparência do filtro. Caso ele esteja conservado, irá notar que a sua tonalidade não tem diferença, como o filtro do lado direito da foto. Mas caso esteja com uma tonalidade escura, como o filtro do lado esquerdo da foto, fique em alerta para a troca.   Viu só, como interfere e muito na sua saúde e bem estar, deixar sempre em dia o filtro do ar? Se ficou curioso para saber mais de outras peças para ficar atento com a manutenção, veja o post Revisão Automotiva: Tudo Que Você Precisa Saber!

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Troquei os pneus, preciso de alinhamento e balanceamento?

Os pneus devem estar sempre em bom estado e bem calibrados, afinal eles juntamente com todo o sistema de freio e suspensão são responsáveis por realizar a frenagem com segurança e absorver todo o impacto. Mas quando trocados, será que é preciso realizar sempre o alinhamento e balanceamento? Não tenha mais dúvidas, a seguir a gente te conta!   O que é Alinhamento e Balanceamento?   O alinhamento consiste em ajustar a posição das rodas na suspensão. Esse serviço soluciona o problema de desgaste desigual dos pneus dianteiros ou traseiros, e a segurança na condução.  Já o balanceamento equilibra a estática e a dinâmica do conjunto de pneu e roda. Esse serviço, assim como o alinhamento, está relacionado à suspensão do carro. Por isso, quando realizado soluciona as trepidações na direção e garante que o desgaste dos pneus não seja irregular.   Sinais que o carro está desalinhado   Notou que o volante está “puxando” para um lado ou sentiu que a direção começou a  trepidar? Esses são um dos sintomas que o seu carro pode estar te mostrando que está desalinhado. Outra boa dica é sempre reparar nos pneus, caso esteja com desgaste precoce é um sinal para informar rapidamente o seu mecânico para uma avaliação. Lembrando que a média de vida útil de um pneu é de 35 mil km a 45 mil km rodados.   Quando fazer?   A recomendação é que a cada 10 mil km rodados o carro seja diagnosticado para confirmar a necessidade de realizar o alinhamento e o balanceamento. Mas atenção! Cuidado ao trocar o pneu, caso não tenha sido colocado corretamente o volante do carro pode trepidar em altas velocidades. Por isso, por precaução, consulte o especialista sobre a necessidade do alinhamento e o balanceamento após a troca de pneu.   Preciso também me preocupar com a Cambagem?   A Cambagem é o serviço responsável pela regulagem do camber na suspensão do seu veículo, ou seja, ele regula e garante que o ângulo das rodas em relação ao eixo perpendicular ao solo estejam corretos. Porém, diferente do alinhamento e balanceamento, esse serviço não é necessário sempre que aconteça a troca de pneus e sim se o veículo foi exposto a uma situação de forte impacto na roda ou passou por um buraco expressivo, por exemplo. Mas lembre-se, é sempre importante sim nas revisões preventivas que o seu mecânico avalie a necessidade da cambagem.   Agora que você já sabe o momento certo de checar o alinhamento e balanceamento, que tal conferir sobre o item que garante a frenagem no post Saiba Tudo Sobre O Freio Do Carro E Seus Cuidados.

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