Luz de injeção eletrônica acendeu? Saiba o que fazer!

Com o objetivo de melhorar o desempenho quando se trata de sistema de alimentação do veículo, a injeção eletrônica foi criada para substituir os antigos carburadores. Um sistema inovador pensado não só em performance, mas também no meio ambiente, já que ele também evita a emissão de poluentes.

Mas quando há alguma falha no sistema de injeção eletrônica, automaticamente o veículo avisa através de uma luz no painel, que se assemelha ao formato do motor. Quando a luz da injeção eletrônica acende, é um sinal de atenção para esse sistema, veja abaixo o que pode ser e quais providências tomar.

 

O que significa a luz de injeção eletrônica?

 

O sistema de injeção é composto por velas, sensores, cabos de ignição, bobinas e bicos injetores. Por isso, se acendeu ou ficou piscando a luz de injeção eletrônica no painel do veículo, significa que um desses componentes não está funcionando corretamente e precisa passar por uma análise de um especialista.

Além do sinal no painel, é possível notar que o sistema de injeção está prejudicado através de alguns sintomas como: motor “engasgado”, marcha lenta irregular, falta de potência, falhas na partida e consumo alto de combustível.

 

Como preservar a vida útil da injeção?

 

Agora que você já sabe o que é o sistema de injeção eletrônica, sua importância e os sintomas de quando algum componente do sistema não está funcionando, separamos uma lista com 3 dicas para preservar a vida útil da injeção eletrônica, vamos lá?

 

  • Combustível de qualidade

 

Por ser um sistema que lida diretamente com a passagem de combustível do tanque para o motor, abastecer sempre com combustível de qualidade é essencial para prolongar como um todo o sistema de injeção eletrônica.

Caso ao contrário, se é utilizado combustível de uma má qualidade, pode provocar um excesso de impurezas e comprometer as válvulas e bicos injetores do sistema.

Além disso, uma boa dica é não ficar andando muito com o combustível na reserva, isso também pode soltar um excesso de impurezas, danificar os componentes do sistema e superaquecer a bomba de combustível.

 

  • Manutenção preventiva

 

E claro, que a manutenção preventiva não poderia ficar de fora! Além da revisão como um todo do motor, ela também tem papel fundamental no sistema de injeção eletrônica.

Isso porque realizando a revisão, é possível prevenir que cabos e velas apresentem falhas e comprometam o restante dos componentes. Assim, você consegue prever o custo e prolongar a vida útil do sistema.

Mas não descarte os sinais do seu veículo, leve imediatamente ao seu mecânico de confiança, mesmo que ainda não tenha dado os 6 meses de intervalo da última manutenção.

 

  • Troca de óleo

 

Não é só com o combustível que você precisa estar atento na validade! O óleo  lubrificante do motor também necessita realizar trocas regularmente para que o sistema de injeção eletrônica possa funcionar perfeitamente. 

A recomendação é que nunca deixe passar do prazo estabelecido na sua etiqueta do óleo, assim você evita que possa gerar também resíduos em excesso e afete o sistema de injeção.

 

O que fazer quando a luz da injeção acender?

 

Primeiramente, sempre mantenha a calma, isso fará total diferença para tomar os próximos passos com mais clareza. Depois encoste o seu veículo em local seguro e acione o seu mecânico para explicar os sinais que o carro está informando.

Geralmente, diferente da luz do óleo ou o sensor de temperatura que é necessário parar o carro imediatamente, quando acontece de acender apenas a luz da injeção eletrônica é possível ir andando com o carro até a oficina mecânica sem que gere muitos danos, mas sempre consulte um especialista antes de tomar qualquer  decisão.

 

Tem dúvidas sobre os sinais que aparecem no painel? Veja a seguir o nosso post sobre Você conhece as luzes que o painel do carro te mostra?

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Diagnóstico automotivo: por que realizar antes da compra de peças?

O diagnóstico automotivo é a maneira mais assertiva de se trabalhar quando falamos de orçamento preciso. Quantas histórias já ouvimos por aí de condutores que compraram peças que não precisavam e depois além de arcar com um custo desnecessário, não foi resolvido o defeito do veículo? Inúmeras, não é verdade? Por isso, a seguir vamos te explicar como funciona o diagnóstico automotivo, quais testes são realizados e quais as vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças!   Como funciona um diagnóstico automotivo? O diagnóstico nada mais é que, um serviço que realiza a leitura de todos os parâmetros que o veículo possui e verifica o que está fora do padrão especificado pela montadora para estar ocasionando tal defeito.  Diferente do que aparenta ser, o diagnóstico não é utilizado apenas para veículos novos, nos veículos antigos também é possível realizar. Vale a pena ressaltar que no serviço de diagnóstico, não é analisada apenas a parte eletrônica e sim também a parte mecânica do veículo. Podendo ser usado para solucionar desde problemas com injeção eletrônica até ruídos de amortecedores, por exemplo. A principal ferramenta utilizada para leitura de defeitos é o famoso scanner automotivo, mas além dele contamos com osciloscópio, boroscópio, multímetro, relógio comparador e entre outros para realizar um diagnóstico conforme a necessidade de cada caso. Mas apesar de todas as ferramentas e o conhecimento técnico do especialista serem primordiais para encontrar os defeitos, o diagnóstico automotivo só é eficaz se o mecânico souber ouvir as queixas e saber fazer as perguntas certas para o condutor do veículo. Só assim ele conseguirá entender se existe um padrão fora dos parâmetros para tal comportamento do veículo na rotina do condutor.   Quais testes são realizados no diagnóstico? Os testes podem variar de acordo com as queixas do condutor, porém o primeiro passo para qualquer diagnóstico é plugar o scanner automotivo no veículo e realizar o teste de rodagem, que nada mais é que dirigir o veículo para gerar essa leitura de comportamento para o aparelho. Após o teste de rodagem, o scanner analisa todos os sensores, atuadores, conectores e módulos do veículo para que assim possa apresentar os possíveis códigos de falhas. A partir disso, o especialista conseguirá entender para qual área do veículo ele irá direcionar o diagnóstico, se é um problema de câmbio, motor ou eletrônico, por exemplo.   Vantagens de realizar esse serviço antes da compra de peças A principal vantagem de realizar o diagnóstico antes da compra de peças, sem dúvida, é a de evitar o gasto desnecessário com peças que não precisam ser trocadas. Afinal, além de poupar o seu bolso, o diagnóstico vai até a raiz do problema que o veículo apresenta, sendo assim possível solucionar a queixa do condutor. Outra vantagem é o ganho de tempo, e sabemos que tempo também é dinheiro! Isso porque, se o causador do problema é descoberto desde o início, o risco de retorno a oficina mecânica é quase zero. Assim não atrapalha a rotina do condutor e evita que o condutor tenha gastos com transporte a parte por ficar sem o veículo. Pensa que acabou? Além de todas essas vantagens, esse serviço proporciona um fator valiosíssimo: a transparência de todos os procedimentos que serão realizados na oficina mecânica. Assim, a segurança do condutor em adquirir as peças é muito maior. Viu só como o diagnóstico automotivo é vantajoso? Ainda não tem especialistas para realizar no seu veículo? Fale agora mesmo com o nosso time da Highway 40 e tire suas dúvidas AQUI.

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Nova gasolina: o que muda no abastecimento do veículo?

A nova gasolina regulamentada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e que entrou recentemente em vigor no mercado brasileiro, vem com uma proposta de aumentar as exigências no padrão de qualidade do combustível. Parâmetros como densidade, octanagem e ponto de ebulição do combustível foram reavaliados. Mas na hora do abastecimento, quais as diferenças e as vantagens que a nova gasolina proporciona ao veículo? Isso altera o consumo? Saiba mais a seguir!   O que muda na nova gasolina?   A gasolina comum, que conhecemos hoje em dia, possui em média 87 octanas e não possui um padrão estabelecido para a densidade, o que interferia diretamente no bom funcionamento do motor já que como não havia parâmetros, algumas gasolinas apresentavam octanagem e densidade muito baixos. Isso não só estava degradando alguns motores, como também aumentando o consumo de combustível do veículo.  Em vista disso, a nova gasolina veio para padronizar e melhorar a qualidade desse combustível, independentemente do posto. Passou a ser determinado então pela ANP que o padrão mínimo de qualidade, quando falamos de evaporação e octanagem, são de 92 RON (Research Octane Number) e de densidade energética, 715 kg/m³.   Vantagens   Mas você deve estar se perguntando, como funcionaria isso na prática? Afetará a performance do veículo? Aumentará a vida útil do meu motor? Abaixo apontamos algumas das principais vantagens que a nova gasolina vai trazer ao veículo e ao condutor.   Maior rendimento de energia   Justamente pela nova gasolina ter maior densidade, é possível aproveitar mais energia desse combustível e ter menos índices de perdas, fazendo com que tenha melhores resultados de eficiência energética. Sendo assim, utilizando a nova gasolina você terá melhor rendimento energético, ou seja, mais energia para o motor funcionar e colocar o seu veículo em movimento.   Menor consumo de combustível   A redução de consumo está ligada diretamente com a qualidade do combustível, por isso quanto mais altos os índices de aproveitamento de energia forem, menos recursos serão necessários para o veículo percorrer a mesma distância.  Isso acontece porque a eficiência do motor varia de acordo com a densidade, índice a qual falamos acima que agora terá um parâmetro alto 715 kg/m³, do combustível. Portanto, com uma gasolina de maior densidade, teremos maior massa para um mesmo volume de combustível para produzir mais energia na combustão. Possibilitando então, que o veículo ande mais quilômetros com a mesma quantidade de litros da nova gasolina.   Aumento da vida útil do motor   Além de todas as vantagens apresentadas acima, a nova gasolina também promete aumentar o desempenho e a vida útil do motor. Isso será possível devido ao aumento de octanagem para 92 RON, valor que indica a qualidade do combustível em relação à detonação, oferecido pela nova gasolina. Concluindo, quanto maior a octanagem, maior a resistência e proteção do motor.   Viu só quantos benefícios a nova gasolina pode oferecer para o seu veículo? Quer saber mais do porquê você deve estar atento sobre a procedência do combustível? Continue a leitura no próximo post: 5 motivos para ser criterioso com a qualidade do combustível.

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3 Dicas para iniciantes de trilha off-road

O off-road vai além de só escolher o tipo de veículo, é sem dúvida um estilo de vida para quem ama desafios, adora apreciar novas paisagens e procura muita aventura nos passeios. Então, se você é aventureiro e está pensando em começar a frequentar trilhas off-road, esse post é para você! A seguir confira algumas dicas preciosas de como saber escolher bem o veículo, como prepará-lo e os equipamentos necessários para não ficar na mão.    Antes de comprar o carro, avalie se ele atende o seu objetivo   Lembre-se, o veículo é o seu principal companheiro de off-road. Por isso, antes de comprar o veículo, estude o tipo de trilha que você pretende participar. Isso vai determinar a calibragem correta dos pneus e o que será necessário para a preparação do seu 4×4 no geral. Para você que está iniciando neste mundo, separamos abaixo 3 modelos de 4×4 coringas que irão te atender na maioria das trilhas off-road.   Jeep Ford Willys O Ford Jipe Willys, é o que chamamos dos clássicos 4×4 e foi projetado para atender a necessidade do governo americano em plena Segunda Guerra Mundial. No qual precisavam de um o veículo de tração nas quatro rodas, que coubesse no mínimo três soldados, ter uma distância entre eixos de não mais que 191 cm, um para-brisa rebatível, uma capacidade de carga útil de 300 kg e ser movido por um motor com 11,7 kgfm de torque. Além de precisar atender todas essas exigências, o veículo não poderia passar de 590 kg de peso. E o Jipe Willys atendeu todas as expectativas e foi útil não só para os soldados da época, como também caiu no gosto dos aventureiros que se impressionam até hoje com a sua força e eficácia em passar em terrenos muito íngremes. Por essa razão, ele está na nossa primeira indicação para você que procura um veículo que aguente qualquer trilha!   Suzuki Vitara Agora, se você tem o objetivo de realizar passeios off road com trilhas leves, o Suzuki Vitara atende e tem ótimo custo-benefício. Além disso, o seu espaço interno é generoso e o consumo de combustível é surpreendentemente baixo pelo seu tamanho e peso, podendo chegar até 8,3 km por litro na cidade e 10,5 na estrada.  Sendo uma ótima escolha para você que também precisa de um carro para utilizar no dia a dia e não somente para trilha.   Troller Com suas origens advindas do nordeste brasileiro, o Troller hoje faz parte da linha da grande montadora Ford e sem dúvidas está entre as escolhas mais populares dos aventureiros que preservam o estilo off road e um bom desempenho. Mas diferente do Suzuki Vitara, os modelos mais antigos tem o seu espaço interno reduzido, então se você sempre leva muita bagagem, talvez não seja uma escolha viável. Agora, se o seu objetivo é um companheiro que enfrente areia, barro e água para viver uma aventura off-road, ele é uma excelente opção.   Faça revisão antes da trilha   Como sempre frisamos por aqui, a revisão preventiva é necessária em todos os casos, não só para evitar prejuízos mas principalmente para a segurança do condutor. E com o seu 4×4 antes de uma trilha não é diferente, é ainda mais indispensável por exigir de muito desempenho do veículo. Por isso, antes de qualquer aventura verifique: água, óleo, freios, embreagem e pneus. Se for para campeonatos ou trilhas de difícil acesso, consulte o seu mecânico antes para a orientação adequada das adaptações.   Kit de primeiros socorros e equipamentos de segurança   Outra dica importante, é sempre levar dentro do carro um kit de primeiros socorros com utensílios como protetor solar, repelente, água para não desidratar e alimentos em caso de ficar atolado e precisar esperar o serviço de guincho chegar. Também sempre deixe um cabo para ligação direta ou como comumente chamado o cabo de chupeta, bomba para calibrar os pneus, lanternas, luvas e uma caixa de ferramenta pequena com chaves principais como: chave de fenda, alicate e, se possível, uma chave torx. Isso vai ajudá-lo, caso surja um imprevisto e precise apertar alguma peça no motor, porcas e parafusos.   Gostou das dicas? Quer saber de mais dicas que envolvem cuidados com o seu 4×4? Veja o post 3 Cuidados para ter depois da trilha com o seu 4×4.

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Vai comprar um veículo 4×4? Saiba o que considerar antes!

O veículo 4×4, sem dúvidas, chama atenção quando passa e já conquistou o coração de muitos brasileiros. Isso foi comprovado pela pesquisa feita pelo IBGE em 2020, onde foi constatado que nesse mesmo ano o Brasil já tinha mais de 12.024.690 caminhonetes e camionetas registradas, representando 20,7% de todos os automóveis que existem no país. Mas a pergunta que não quer calar, você aí que está pensando em adquirir um veículo 4×4, você sabe o que considerar antes de comprar? Acompanhe esse post e saiba como funciona esse tipo de carro, o que considerar antes de realizar a compra de um e quais são os 4×4 mais vendidos no Brasil.   Como funciona um veículo 4×4?   Como o próprio nome já indica, tração 4×4, esse tipo de carro possui tração nas quatro rodas e foi pensado para enfrentar terrenos mais difíceis como: estradas de chão, rios rasos e subidas íngremes. Existem dois tipos de 4×4: a 4WD e a AWD. O tipo 4WD possui 2 diferenciais e tem como característica a distribuição para duas ou todas as rodas, isso significa que essa escolha de qual acionar, pode ser tanto do condutor como do sistema. No tipo AWD, contém três diferenciais e todas as rodas recebem a força do motor, ou seja, não pode ser interferida pelo condutor.   O que considerar antes de comprar?   Os veículos 4×4, exatamente por serem mais reforçados para enfrentar estradas de difícil acesso, costumam ter um custo mais elevado que os carros convencionais, tanto quando falamos para compra, como também no conserto. Por essa razão, a seguir veja algumas dicas do que considerar antes de escolher o seu 4×4.   Onde vou usá-lo?   Se o objetivo é usar ele sempre em solos íngremes, a melhor escolha é o modelo AWD. Por ter tração integral vinda do motor, neste tipo ele irá desempenhar melhor para essa finalidade.  Agora, se pensou em comprar uma camioneta ou caminhonete para usar mais na cidade mesmo e só aos finais de semana irá fazer alguma trilha ou ir para uma chácara, a melhor escolha é o modelo 4WD. Neste tipo de modelo, além de você economizar mais combustível, você também poupa os seus pneus.   Quanto de carga vou carregar no dia a dia? Preciso de espaço?   Uma outra questão importante na hora de escolher o veículo, é sobre o espaço e a capacidade de carga que irá precisar. Sempre se pergunte: vou carregar poucas bagagens no dia a dia, ou vou precisar levar cargas grandes e pesadas constantemente? Caso seja a primeira opção, um 4×4 mais compacto como SUVs por exemplo, é uma ótima escolha. Agora, se o seu caso é a segunda opção, procure caminhonetes que sejam mais reforçadas para aguentar as bagagens pesadas que necessita.   Procure um especialista   Antes de comprar, também consulte em sua região quais oficinas mecânicas possui no catálogo de serviços a especialidade em 4×4. Por ser diferente do carro convencional, essa característica pode não ser tão fácil de achar e você precisará de um especialista de confiança para avaliar como está toda parte mecânica e passar uma previsão de custo de revisão do veículo que deseja comprar. Então a dica é sempre pesquisar com antecedência, assim você consegue pesquisar mais sobre a oficina, verificar as recomendações e até feedbacks de clientes que tiveram a experiência com o serviço.   Top 3 dos 4×4 mais vendidos no Brasil em 2020   Jeep Renegade E em primeiríssimo lugar do ranking ele: o Jeep Renegade. Por ser um 4X4 compacto mas com tecnologia de controle de tração e estabilidade da Jeep, encantou muitos brasileiros que precisam de um carro tanto para trafegar em vias urbanas no dia a dia, como também ter aquela aventura nos finais de semana.    Além disso, para ajudar ainda mais nessa flexibilidade de trafegar em diferentes tipos de estrada, as versões mais completas possuem a tecnologia de seletor de terreno, onde o condutor pode preparar o veículo para qual tipo de terreno ele irá enfrentar no momento, seja asfalto, lama, areia ou pedregoso.   Jeep Compass E a Jeep segue no pódio! O Jeep Compass é o segundo 4×4 mais vendido no Brasil em 2020. Considerado integrante da lista de 4×4 compactos, o Compass também possui seletor de terrenos e as versões turbo diesel já acompanham tração 4×4 com reduzida, possibilitando que o veículo tenha mais força na reduzida e apresente uma melhor performance em ambiente off road.   Ford EcoSport O terceiro colocado é o Ford EcoSport. Com o sistema de tração nas 4 rodas inteligente (AWD), ele ganhou o coração do mercado brasileiro por ter um incrível equilíbrio nas curvas e a resposta necessária do veículo quando é exposto em condições de chuva, tempo seco e em diferentes solos.   Além dessa tecnologia, a EcoSport possui uma funcionalidade de Assistência no Arranque em Subidas, que impede temporariamente que o veículo decline quando precisar arrancar numa subida íngreme, por exemplo.   Gostou desse tipo de conteúdo? Continue a leitura sobre 3 Cuidados com o 4×4 depois da trilha clicando no próximo post.

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Vou ter um bom custo-benefício com o carro elétrico?

Já chegamos a comentar por aqui que os carros híbridos e elétricos já não são mais uma discussão para o futuro e sim já é uma realidade, prova disso é que muitos veículos deste tipo já estão à venda, inclusive no Brasil. Mas como toda novidade, ainda repercute muitas dúvidas sobre se realmente valeria a pena investir em um carro elétrico para ter na garagem. Pensando nisso, separamos a seguir algumas vantagens e pontos de atenção para colocar na ponta do lápis e verificar se comprar um carro elétrico te trará o melhor custo-benefício ou não.   Vantagens de ter um carro elétrico   As vantagens de ter um carro elétrico vão além de só ter  mais uma tecnologia em mãos. Questões como eficiência na mecânica, economia a longo prazo e preservação do meio ambiente, são um dos principais pontos que qualificam este tipo de tecnologia no mercado e por isso chamou tanto a atenção dos especialistas e do público. Veja a seguir cada um desses pontos!   Eficiência na mecânica   Muitos ainda ficam com aquele pé atrás com o carro elétrico por ter aquela impressão de não performar como o carro a combustão. Mas não se engane! Os carros elétricos estão dando um verdadeiro show de desempenho, podendo alguns ter uma autonomia de até 525 km, indo dos 0 aos 100 km/h em apenas 3.2 segundos, que é o caso do Model 3, um dos carros elétricos apresentados pela Tesla. Lembrando que a eficiência do veículo é provocada pelo tanto de aproveitamento que o automóvel faz da energia do combustível, que no caso dos elétricos, não se perde durante o sistema de queima e sim utiliza praticamente de toda energia disponível para transformar em potência.   Economia a longo prazo   Atualmente, o preço de compra dos veículos elétricos ainda não compete com os preços dos populares a combustão, mas a longo prazo a tendência é que o custo do elétrico seja muito menor para manter.  Isso tem a ver com o tipo de combustível que o veículo precisa. Que no caso dos elétricos, irá precisar apenas de energia elétrica para funcionar. Um combustível mais barato para o bolso do brasileiro, mais limpo e renovável.   Sustentabilidade   Você sabia que 90% da população mundial está exposta a níveis de concentração de poluentes acima dos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e nas regiões metropolitanas uma das principais causas são as emissões advindas de veículos rodoviários? Os dados são da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETSB) e mostra o quão preocupante está sendo a emissão de gases poluentes dos carros a combustão. Com a chegada do carro elétrico, a emissão é igual a zero! Isso porque ele não precisa de combustíveis fósseis para funcionar, já que converte eletricidade em energia para se movimentar. Sendo assim, com o carro elétrico você não prejudica o meio ambiente e ainda contribui para uma vida mais saudável, que vale a pena lembrar que a maior causa das doenças respiratórias é justamente devido a má qualidade do ar que respiramos.   Pontos de atenção   Apesar de todas as vantagens apresentadas, é necessário entender alguns pontos de atenção ao comprar o veículo elétrico. Afinal, é uma tecnologia nova, possui prós, contras e também aos poucos vai passar por transformações e melhorias como foi com o carro a combustão. O principal ponto de atenção envolve a recarga dessa energia, por ser um veículo totalmente elétrico o tempo de carregamento é bem maior do que o abastecimento comum feito com gasolina, álcool ou diesel. Podendo demorar horas, dependendo do modelo, para que a carga fique completa.  Outra questão que vale a pena citar, são os pontos de carregamento. Não é possível carregar o seu veículo em qualquer tomada de casa, por exemplo. Requer um posto de carregamento que possua estrutura para armazenar essa alta quantidade de energia. E hoje em dia, como estamos em transição para esse tipo de veículo, é normal não encontrar muitos postos que realizam esse tipo de carregamento ainda.  Mas com a transição já acontecendo do carro a combustão para o elétrico, a tendência é que também com a geração de demanda facilite encontrar cada vez mais nas cidades.   Custo-benefício adiante!   Mas afinal, vale ou não vale a pena ter um carro elétrico? Olhando para as vantagens que ele traz versus os pontos de melhorias, é conveniente dizer que essa é uma tecnologia que veio para revolucionar e já está sendo almejada por muitos brasileiros. Claro que o investimento neste momento não é baixo, mas ao longo prazo, em contrapartida, os benefícios ao meio ambiente e até a nossa saúde são sim algo que devemos pensar, não acha?

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5 Mitos sobre câmbio automático para não acreditar!

Para quem busca mais praticidade e conforto na hora de dirigir, o câmbio automático é, sem dúvidas, uma escolha interessante de se fazer. Isso porque não há a necessidade de acionar a embreagem nas trocas de marcha, poupando boa parte do cansaço que o motorista possa ter no trânsito. Mas apesar do câmbio automático ter sido bem aceito no mercado brasileiro, ainda é alvo de muitas discussões. Por isso, listamos 5 mitos principais a seguir, que muito se fala e que definitivamente você não deve acreditar!   Câmbio Automático consome mais combustível   Esse mito surgiu porque lá nos primeiros carros automáticos fabricados, por terem apenas três marchas, realmente tinham o consumo mais elevado do que nos modelos manuais. Porém, com a evolução da tecnologia da transmissão automática, todos os veículos fabricados atualmente com a versão de câmbio automático contam com mais marchas, sendo possível encontrar veículos de até 10 marchas.  Isso possibilita não só mais agilidade nas trocas de marcha, como também melhora no desempenho do veículo com o mínimo de consumo de combustível e emissões.   Automático não precisa usar o freio de mão   Em hipótese nenhuma quando for parar o veículo, mesmo sendo automático, se esqueça de acionar o freio de mão ou estacionamento. Muitos espalham o mito que se o carro possui câmbio automático, é só colocar a marcha na posição P que já é o suficiente. Mas na realidade não, a posição P ela  ativa sim uma trava mecânica que impede que as rodas de tração girem, porém ela não substitui o freio de mão.  Caso não utilize o freio de mão, além de causar desgastes precoces no câmbio pode provocar graves acidentes.   Gera mais manutenção   Muitos ainda possuem o receio de adquirir um veículo com câmbio automático, pelo mito que gera mais manutenção. Entretanto, essa afirmação é falsa!  Pelo  motorista não precisar acionar sempre o pedal de embreagem para a troca de marcha do veículo, como no câmbio manual, não é gerado esse tipo de desgaste e, consequentemente, evita possíveis gastos que possam ter com a reparação dessa embreagem. No entanto, por ainda ser uma parcela baixa de profissionais no mercado que são preparados para consertar esse tipo de câmbio, quando há a necessidade de manutenção, ela tende a ter um valor mais alto do que a do câmbio manual.   Câmbio automático gera mais desgastes de freios   Sendo o câmbio automático ou não, o acionamento do sistema de câmbio junto com os freios é necessário sempre que realizado alguma parada para evitar que o carro se movimente.  Por isso, por ser um movimento natural e indispensável para condução do veículo, não há desgaste precoce nem ele sendo câmbio manual e nem automático.   Em paradas, deve colocar na posição N (neutro)   Não há necessidade de colocar em posição N (neutro) no câmbio automático em todas as vezes que você fará uma pausa rápida, como em paradas no semáforo, por exemplo. Hoje em dia nos veículos com esse tipo de câmbio, quando entendem que o carro está muito tempo parado, aciona automaticamente a posição N. Ou ainda em casos de veículos mais novos que possuem a tecnologia start-stop, o desligamento do veículo é automático e quando o condutor não aciona mais o freio, a marcha é engatada no mesmo instante.   Agora que você já sabe quais mitos sobre câmbio automático você não deve acreditar e está pensando em ter um veículo com esse tipo de câmbio, conheça um pouquinho mais nesse próximo post: Câmbio Manual X Automático: precisa do mesmo cuidado?

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